Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” no Acre: Setor de Alfabetismo Científico/ LBI / FIOCRUZ na 66ª edição da SBPC

Na semana de 22 a 27 de julho aconteceu a 66ª Reunião da Sociedade Brasileira de Popularização da Ciência (SBPC). O tema deste ano foi “Ciência e Tecnologia em uma Amazônia sem Fronteiras”. Sediada na cidade de Rio Branco, capital do Acre, a 66ª edição do SBPC se realizou no campus da Universidade Federal do Acre (UFAC) e reuniu professores, cientistas e estudantes de 361 cidades brasileiras. Foram 6.531 inscritos, com uma programação de cerca de 200 atividades diferentes.

A equipe do Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa (LBI/IOC/FIOCRUZ) teve três trabalhos aprovados na programação do evento. São eles:

“UMA PERSPECTIVA INTERATIVO-VIRTUAL NA FORMAÇÃO PROFISSIONAL CONTINUADA DE PROFESSORES PÚBLICOS DE CIÊNCIAS E A CONSTITUIÇÃO DE UMA VERDADEIRA REDE MUNICIPAL”


“ANÁLISE DE ROTEIROS DIDÁTICO-INVESTIGATIVOS PARA O DELINEAMENTO DE PATAMARES DA APROPRIAÇÃO METODOLÓGICA DOS PROFESSORES MUNICIPAIS DE CIÊNCIAS DE 3° E 4° CICLOS”

“A PRESENÇA DA QUÍMICA NOS MUSEUS E CENTROS DE CIÊNCIAS DO RIO DE JANEIRO”.

A próxima edição da SBPC será na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), no interior de São Paulo e propõe expandir e divulgar o potencial tecnológico da região.

Junte-se a nós para participarmos, juntos, em 2015!

 


 

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5 DE JUNHO – DIA INTERNACIONAL DO MEIO AMBIENTE: A EDUCAÇÃO COMO DETERMINANTE PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE E A CONSERVAÇÃO AMBIENTAL

 

O dia 5 de junho foi cunhado para estimular O tema deste ano de 2014 é “Aumente sua voz, não o nível do mar” porque chama a atenção, especialmente, para os desafios relativos às mudanças climáticas – que podem fazer desaparecer os pequenos países insulares como Barbados, uma ilha caribenha.ações locais e manifestações, em todo mundo, em prol do meio ambiente.

A data também serve como o “dia das pessoas” para tomar uma atitude pelo meio ambiente, estimulando ações individuais ou coletivas que causem um impacto positivo no planeta. A Educação Ambiental diz respeito à educação como um todo, com papel fundamental na formação de cidadãos e no desenvolvimento de uma postura humanista comprometida com a visão de conservação ambiental para a melhoria da qualidade de vida e saúde em nosso planeta.

Também podemos comemorar a aprovação, finalmente, na última terça-feira (3 de junho) do projeto de lei referente ao Plano Nacional da Educação na Câmara dos Deputados. De acordo com o texto aprovado, 10% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional deverá ser destinado exclusivamente à Educação, no prazo de 10 anos.

Vinte metas estão previstas no projeto e o que se espera é um fortalecimento da Educação do país, inclusive com repercussões para os diversos contextos socioambientais. Disponibilizamos, aos educadores parceiros, um link (abaixo) para leitura.

Plano Nacional da Educação 2011-2020

A equipe do “Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa” ratifica seu compromisso com a conservação ambiental por meio do desenvolvimento de um trabalho educacional voltado para a melhoria da qualidade de vida e saúde. Temos enviado esforços junto a gestões municipais do Estado do Rio de Janeiro. Já trabalhamos em escala estadual e hoje temos parceria nacional, com base na relação da Academia Brasileira de Ciências com o Ministério de Educação. Também atuamos através do Grupo Interinstitucional de Educação Ambiental do Rio de Janeiro – GIEA, do qual a Dra. Danielle Grynszpan é membro oficial. Esta comissão vem desenvolvendo, desde 2009, o “Programa Estadual de Educação Ambiental do Rio de Janeiro/ProEEA-RJ” que, submetido a consulta pública, deverá reger a Política Ambiental do Estado do Rio de Janeiro.

O ambiente não é algo que está fora; ele está em nós e nós estamos nele: fazemos parte! Que todos celebrem o Dia Mundial do Ambiente Inteiro, especialmente no dia 5 de junho – porém em todos os demais dias!


 

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FELIZ DIA DAS MÃES

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1° DE MAIO: PARABÉNS A TODOS OS TRABALHADORES – EM ESPECIAL AOS EDUCADORES!

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A IMPORTÂNCIA DA DIVULGAÇÃO DE CONCEITOS QUÍMICOS NOS MUSEUS E CENTROS DE CIÊNCIAS: MÃO NA MASSA NA EDUCAÇÃO E CIDADANIA

Na última segunda-feira, 17 de março, a mestranda Ludmila Nogueira, orientanda da Dra. Danielle Grynszpan, fez uma apresentação de sua dissertação sobre “A presença da Química nos museus e centros de ciências do Rio de Janeiro”. Ludmila é aluna do programa de Pós-Graduação Stricto sensu em Ensino em Biociências e Saúde, do IOC/FIOCRUZ. Colaboradora do Setor de Alfabetismo Científico, Ludmila considerou ótimas as contribuições recebidas de vários membros do Laboratório de Biologia das Interações.  Salientou que vai levar em conta as sugestões recebidas para o aprimoramento de seu trabalho.

Abaixo transcrevemos o resumo de um artigo que abarca alguns aspectos da dissertação e que já foi aceito para publicação nos Anais do Encontro Nacional de Ensino de Ciências – que terá lugar em Niterói no próximo mês de maio.

“A inserção da Química nos museus e centros de ciências favorece uma visão ampla das ciências da vida, além de proporcionar melhor compreensão das transformações químicas que ocorrem ao longo do tempo e no espaço cotidiano dos visitantes. Neste estudo de caso visamos avaliar a presença da Química no Espaço Ciência Interativa (ECI) e sua contribuição no processo de letramento científico. A pesquisa qualitativa foi desenvolvida através de análise documental, observações de campo e entrevistas nas instituições museais selecionadas. Procuramos, ainda, verificar a possível influência de outras instituições sobre o ECI, na medida em que os atores sociais circulam pelo campo da difusão científica no Rio de Janeiro. Os resultados indicam um reduzido número de exposições ou atividades que abordam conceitos químicos e esta situação não parece ser um problema particular do caso estudado, uma vez que o mesmo ocorre até quando os coordenadores são da área em questão.

Abaixo, alguns dos Centros de Ciências selecionados para a pesquisa:

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PARABÉNS A TODAS AS MULHERES!

Memória: 8 de março, Dia Internacional da Mulher

Há 103 anos atrás, foi decidido, celebrar a cada 8 de março o Dia Internacional de Mulher. A resolução foi aprovada por mais de 100 delegadas de 17 países, reunidas na Segunda Conferência de Mulheres Socialistas, realizada em Copenhague, pelo simbolismo da data: tudo indica que seja uma homenagem às mulheres grevistas de uma fábrica de tecidos de Nova York, no dia 8 de março de 1857. A reivindicação delas era pela redução para dez horas da jornada de trabalho (as fábricas exigiam jornadas de 16 horas diárias), equiparação salarial com os homens e tratamento digno no local de trabalho. Contudo, a greve foi reprimida com brutalidade. As trabalhadoras foram trancadas na fábrica, que foi incendiada. Cerca de 130 tecelãs morreram carbonizadas.

Assim, desde 1975 a ONU reconhece o 8 de março como Dia Internacional da Mulher.



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A equipe do Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa/RJ, deseja:

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Forum Mundial de Ciência e Escola de Cidadãos

O Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa/RJ teve, no dia 27 de novembro, o privilégio de receber a visita do representante da Academia Francesa de Ciências no Fórum Mundial de Ciência (World Science Forum, Rio 24-27 novembro 2013), Professor Pierre Léna, nosso parceiro e líder do La Main à La Pâte.

Aproveitando a oportunidade, o acadêmico fez questão de visitar duas escolas da Rede Municipal de Niterói – E. M. Levi Carneiro e E. M. Rachide da Glória Salim Saker – para conhecer os espaços de educação científica que estão em pleno funcionamento e que foram inspirados pelo  Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa/RJ”. O professor Pierre e sua esposa estiveram acompanhados da Dra. Danielle Grynszpan e equipe central da Fiocruz.

Durante a visita à E. M. Levi Carneiro, Pierre Léna acompanhou algumas atividades da Feira do Conhecimento – evento anual promovido por professores de todas as disciplinas da escola – e conferiu de perto os trabalhos investigativos realizados por turmas de 3° e 4° ciclos. Já na E. M. Rachide da Glória Salim Saker, o acadêmico francês conheceu a “sala-ambiente”, criadas para incentivar as atividades investigativas e declarou ter ficado muito impressionado com o envolvimento dos professores e alunos, tendo elogiado alguns trabalhos inovadores que estão sendo desenvolvidos na metodologia do Programa bem como a qualidade dos equipamentos disponibilizados.

O Cientista na Feira de Ciências

Um dos trabalhos que impressionou o cientista foi o desenvolvido pelos alunos do 6º e 9º anos da E. M. Levi Carneiro, orientados pela professora Toyoko Ângelo, que apresentaram um desafio para comparar diferentes formas de iluminação. A intenção foi debater sobre a qualidade e sustentabilidade das fontes de iluminação artificial. Os alunos foram questionados e instigados a responder outras perguntas lançadas pelo físico que, ao mesmo tempo, se mostrou encantado pela reflexão e capacidade de respostas por parte dos participantes. Vale lembrar que as famílias também foram convidadas à festa da Ciência e, assim, nosso trabalho alcança a inter/transdisciplinaridade.

 

Professor Pierre Léna e a Dra. Danielle Grynszpan com alunos de 6° ao 9° ano, da Escola Municipal Levi Carneiro. Questão-desafio: "Qual tipo de lâmpada economiza mais energia? Por que?"

Outro trabalho que impressionou Pierre Léna foi um desafio ligado à relação entre o fumo e o comprometimento dos pulmões, com base em radiografias verdadeiras fornecidas por uma mãe de aluno que trabalha em hospital.  A partir de uma pergunta-desafio que abordava os prejuízos à saúde causados pelo cigarro, além de outras questões lançadas pelos alunos, o professor francês foi convidado a registrar seu ponto de vista em uma folhinha amarela oferecida na atividade, conforme as etapas propostas pela metodologia investigativa de nosso Programa. Ele disse “adorei o experimento!”.

Aluna Luanny, do 6° ano da escola municipal, e a observação de radiografias verdadeiras de pulmão. Lançada a pergunta-desafio: "Por que fumar faz mal a saúde?"

Satisfação e interesse: o professor Léna se envolveu e registrou suas ideias, respondendo à questão-desafio

Esta visita coincidiu com a inauguração da sala-ambiente recém-construída na E. M. Levi Carneiro e foi acompanhada pela diretora Olena. O espaço, que resultou de um trabalho de parceria entre o Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” e a Fundação Municipal de Educação de Niterói, recebeu elogios pela excelência  em termos de qualidade do ensino. Segundo Pierre Léna, a educação científica precisa atingir todos os estudantes, de modo a despertar o interesse deles por ciência e tecnologia. “Ela deve acontecer cedo, entre os seis e 12 anos, ensinando ciência real e interessante. Isso é uma revolução pedagógica” (site www.abc.org.br). O professor francês ressalta, ainda, que a escola é um espaço coletivo e, desta forma, é essencial manter suas portas abertas para os pais e a comunidade. Para ele, este tipo de investimento, que inclui recursos para sala de aula e preparação qualificada dos professores, é muito importante. Ainda ressaltou que apenas a mudança de currículo não é o suficiente para uma verdadeira transformação educacional.

Pierre Léna fazendo observações sobre os experimentos desenvolvidos na sala-ambiente da E. M. Levi Carneiro. Bastante impressionado com o envolvimento da comunidade escolar e com a qualidade dos equipamentos, o professor ressaltou a importância da Educação Científica para o despertar do interesse dos alunos pela ciência e tecnologia

A realidade educacional, demonstrada nessa tarde, caracterizou uma valorização e reconhecimento do esforço pela concretização do trabalho ligado à implantação da metodologia investigativa no município de Niterói. Esperamos que a experiência de Niterói possa inspirar outros municípios!

Confira a imagem de alguns momentos das visitas:

Dra. Danielle Grynszpan e os alunos da Escola Municipal Rachide da G. Salim Sacker acompanham a participação do cientista francês em uma das atividades desenvolvidas na Sala-ambiente da escola

 

Sala-ambiente da E. M. Rachide da Glória Salim Sacker: todos juntos somos fortes! Alunos de várias classes com seu professor, responsável na escola pelo acompanhamento das atividades realizadas na sala-ambiente, Carlos Rodrigues (camisa preta, 3° à esquerda), a colaboradora da Equipe central do projeto ABC/RJ, Daniele Freitas, e a Coordenadora do Programa ABC/RJ, Dra. Danielle Grynszpan, ladeiam o esqueleto de óculos ao centro. O cientista Pierre Léna (camisa azul) e o colaborador do Programa ABC/RJ, Bruno Remanowski Vieira, também estão presentes

Sala-ambiente da E. M. Levi Carneiro: Pierre Léna, a Diretora da escola, Olena Costa Nunes Macedo (de casaco laranja), a Orientadora Pedagógica da escola, Sueli (camiseta com um coração), a responsável na escola pela organização das atividades investigativas, Professora Toyoko Angelo e a Coordenadora Regional do Programa ABC na Educação científica - Mão na Massa, Dra. Danielle Grynszpan (calça vinho)

O Fórum Mundial de Ciência

O Fórum, que este ano foi realizado no Rio de Janeiro, é a maior e mais importante reunião internacional de cientistas e autoridades de áreas relacionadas à ciência, tecnologia e inovação. Como divulgado pelo Jornal da Ciência (http://www.jornaldaciencia.org.br), o debate “Educação em Ciência e Engenharia” apontou para a importância de um currículo multidisciplinar, que possa melhor atender aos grandes desafios relacionados à qualidade de vida. Segundo alguns participantes do Forum, a integração entre as ciências sociais e as chamadas “ciências duras” é fundamental. Este debate do Forum foi coordenado pelo físico francês Pierre Léna e contou com a participação da Dra. Danielle Grynszpan, do Acadêmico e Coordenador Nacional do Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa, Diógenes Campos, além do assessor da presidência da ABC, Marcos Cortesão – dentre os mais de 600 representantes de pelo menos 120 países. Este Forum Mundial também teve o objetivo de promover o diálogo e convocar diferentes atores que, em conjunto, pudessem contribuir para a constituição de sociedades cujos cidadãos sejam convidados a participar em debates relacionados ao desenvolvimento científico-tecnológico e à sustentabilidade socioambiental.

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MÃO NA MASSA, BRASIL!!!

O IX Seminário Nacional do Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” aconteceu nos dias 18 e 19 de novembro, na sede da Academia Brasileira de Ciências, no Rio de Janeiro. A programação, muito rica, reuniu pesquisadores e acadêmicos de renome para discutir o Ensino de Ciências no Brasil.

 

Da esquerda para a direita: Diretor do Museu de Ciências da Terra e Coordenador Nacional do Programa ABC na Educação Científica - Mão na Massa, Dr. Diógenes Campos e o Assessor de projetos da Academia Brasileira de Ciências, Marcos Cortesão

Durante a manhã do primeiro dia houve uma sequência de apresentações sobre o trabalho que realizamos em várias regiões do Brasil. A Dra. Danielle Grynszpan abriu a sessão, com um relato sobre as inovações desenvolvidas no Estado do Rio de Janeiro, com ênfase na tecnologia social, que associou as salas-ambiente à metodologia investigativa na relação transdisciplinar, com a integração entre as nove disciplinas do currículo bem como com a aproximação de escolas com as comunidades dos seus entornos. Os resultados foram evidenciados pelas transformações no cotidiano escolar formal, com exemplos sobre a valorização das questões-desafio e a ênfase à postura crítica associada à expressão oral e escrita pelos alunos, mas também por resultados qualitativos como o engajamento dos estudantes em ações de revitalização de rios próximos a escolas ou mobilizações comunitárias ligadas ao saneamento ambiental. Foram, ainda, apresentados resultados relacionados à inclusão social de alunos portadores de limitações físicas ou de dificuldades ligadas ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo. Todos os polos se apresentaram e, especialmente, deram exemplos de suas atividades originais, ficando patente a riqueza e diversidade do trabalho que está sendo realizado.

Adicionalmente, os representantes dos polos nacionais do Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa se reuniram para avaliar o trabalho desenvolvido desde o Seminário Nacional do ano passado. Cada polo apresentou seus avanços e assinalou com perspectivas para ações futuras, enfatizando-se a importância do Ensino Investigativo de Ciências na formação de professores (inicial e continuada).

Na parte da tarde foram discutidas  as estratégias de ação para 2014, com a presença da representante da Secretaria de Educação Básica do MEC, a assessora do gabinete Prof. Maria Beatriz Ramos de Vasconcellos Coelho, para discussão sobre as perspectivas de colaboração de nosso Programa com o Ministério da Educação, principalmente para que pudéssemos pensar em alavancar o Ensino de Ciências em 2015.

Na ocasião, a assessora comentou sobre o nível do Programa e destacou a importância de trabalhos como este serem estimulados e difundidos no Brasil.

 

No dia 19 de novembro houve o simpósio “Educação Científica: Um Desafio para a Sociedade”, organizado pela Academia Brasileira de Ciências com o apoio da BG Brasil. Dentre os conferencistas estava o Diretor de Educação da Academia Brasileira de Ciências (ABC) e Professor titular da UFRJ, Luiz Davidovich, o Vice-Presidente da ABC e professor titular da USP, Hernan Chaimovich, além de um convidado internacional, professor da Universidade de Stanford-EUA, Jonathan Osborne, especialista em Educação Científica. Em suas apresentações os acadêmicos abordaram iniciativas inovadoras na educação científica não formal bem como no âmbito da educação formal, com a descrição de experiências de trabalhos sobre Educação Científica no modelo investigativo, bem sucedidas no Brasil, com base no trabalho realizado em diversos polos do Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa/Brasil.

 

 

 

 

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