Dia Mundial da Saúde: comemorado em 7 de abril, o direito à saúde é eterno e deve ser universalizado!

 

Canal do Cunha, Manguinhos, Rio de Janeiro. Saneamento é um determinante social para a promoção da saúde (Foto: Rafael Benjamim/Setor de Alfabetismo Científico/LBI/Fiocruz)

No último sábado, dia 7 de abril, foi o Dia Mundial da Saúde. Com o título “Saúde Universal: para todos e todas, em todos os lugares” a Organização Mundial de Saúde (OMS) chama a atenção das populações e das autoridades para a desigualdade da oferta das condições de vida saudável e dos serviços de atenção à saúde, denunciando a precariedade do acesso a este direito fundamental para algumas populações e em alguns lugares do planeta.

A OMS estabelece que “o gozo do mais alto padrão possível de saúde é um dos direitos fundamentais de todo ser humano, sem distinção de raça, religião, crença política ou condição socioeconômica”. Neste sentido, é um engano achar que a saúde se encerra em ter à disposição bons hospitais e centros de assistência ou, ainda, acesso a medicamentos e tratamento de doenças. A atenção básica à saúde é um pilar importante (e há muito o que avançar), mas a saúde tem sentido amplo e vai bem além da assistência curativa.

Saúde significa, também, ter emprego e renda, desfrutar de algum lazer, ter acesso à educação de qualidade e receber água potável, além de saneamento (esgotamento sanitário e coleta de lixo). Desta forma, para melhorar a saúde é preciso a garantia de investimento estratégico em desenvolvimento socioeconômico e cultural. O desemprego e a injustiça salarial, a precariedade da alimentação e as lacunas educacionais são problemas cruciais, que implicam no comprometimento dos indicadores sociais e na carência de condições básicas à saúde.

Muitas pessoas adoecem todos os dias por causas que poderiam ser evitadas. No Brasil, por exemplo, entre 2010 e 2015, o governo federal gastou R$ 2,8 bilhões com a compra de medicamentos. A demanda foi muito grande e, mesmo com o alto investimento, nem todos foram assistidos e a oferta não foi integral. Em nossos dias, há ainda pacientes com doenças complexas que não conseguem se tratar por falta de remédios específicos, enquanto que outros utilizam medicamentos para solucionar problemas ligados às más condições de vida. Determinadas enfermidades sequer precisariam existir – caso houvesse acesso à educação, nutrição adequada, água limpa, habitação saudável e saneamento.

Sem a devida atenção às necessidades fundamentais de todos e todas, a saúde universal vai continuar sendo uma utopia. Porém todos devem ter o melhor padrão de saúde possível, além do acesso ao atendimento e possibilidade de tratamento das enfermidades.

É fundamental buscar o bem-estar das populações, por meio de soluções  para os problemas estruturais que comprometem os alicerces da saúde.

 

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BIO NO LAGE: professores de Ciências do município de Niterói em destaque

Com muito verde, professores de Ciências da rede pública de Niterói participaram de evento comemorativo do Dia do Biólogo, no Parque Lage.

Cerca de 250 pessoas marcaram presença no domingão do Parque Lage – evento “Bio no Lage” – organizado pelo CRBio-02 em comemoração ao dia 3 de setembro, no qual ocorreu a regulamentação da profissão de biólogo.

Professores de Biologia da rede pública de Niterói tiveram presença marcante no Parque Lage, no último dia 3 de setembro, Dia do Biólogo. A parceria entre o Conselho de Biologia e a Escola Municipal Levi Carneiro foi proposta pela Pesquisadora da Fiocruz e Conselheira do CRBio, Dra. Danielle Grynszpan, coordenadora da Comissão de Formação e Aperfeiçoamento. Esta comissão se responsabiliza pela realização de cursos e eventos que, geralmente, oferecem possibilidade de intercâmbio colaborativo dos professores com profissionais biólogos, além dos alunos das faculdades de Ciências Biológicas. A dinâmica do evento, baseada em uma programação rica e aberta também aos visitantes interessados, fez do “Bio no Lage” um verdadeiro sucesso! De acordo com os funcionários da portaria do Parque, 1.500 pessoas no Parque – um número bem superior ao normal. As atividades foram oferecidas na Mansão dos Lage e no jardim externo, em um dia ensolarado e iluminado pelos presentes, neste lindo espaço verde da Zona Sul da cidade do Rio de Janeiro.

Para anunciar as atividades do Bio no Lage, uma "Roda Viva" da Biologia. Profissionais, professores, estudantes e demais participantes deram-se as mãos para o ‘Bom Dia do Biólogo”, na praça do chafariz (Foto: Renan Lima)

Para os professores de Ciências Biológicas Ney Lancelotti e Gêisa Capistrano, da Escola Municipal Levi Carneiro no município de Niterói, “a experiência não poderia ter sido melhor”. Incentivados por sua Diretora, professora Olena Nunes, eles puderam levar ao Parque Lage algumas atividades que realizam com os alunos na escola, na “Sala-ambiente” criada pelo Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa/RJ”, onde há equipamentos de microscopia. Alguns colegas, profissionais biólogos e também professores, mediaram a viagem dos visitantes pelo mundo microscópico. Adultos e crianças mergulharam de cabeça na observação de células animais e vegetais no espaço “Do Macro ao Micro”, com base na observação em microscópios e lupas. Ainda foi disponibilizado um microscópio de projeção, que ampliava ainda mais a beleza do mundo invisível a olho nú. Do lado de fora da Mansão dos Lage, os visitantes curiosos podiam escolher entre sementes e pequenas folhas, ou microrganismos dos laguinhos do Parque, para observar através das lentes, durante a atividade “Biodiversidade na Lupa”. Enquanto isso, perto dali, no Recanto dos Namorados, a professora de Niterói Toyoko Angelo coordenava uma atividade que ensinava os visitantes a transformar o lixo em luxo – em uma oficina sobre reciclagem e reutilização, ensinava como criar jóias de papel reciclado, com base em papel descartado.

O evento deveria encerrar no final da manhã, mas as atividades continuavam recebendo visitação. Foi preciso suspender, deixando, porém, um gostinho de “quero mais”. Para quem não veio, oferecemos algumas fotos que ilustram alguns momentos da programação do dia 3 de setembro de 2017, Dia do Biólogo, no Parque Lage. Confira e não perca o próximo!

"Do Macro ao Micro”: professor da Escola Municipal Levi Carneiro, Ney Lancelotti Dantas e a Conselheira do CRBio-02, professora da Faculdade Souza Marques Isabel Côrtes, aparecem na foto, como mediadores da observação dos visitantes.

"Do Macro ao Micro”: que mundo é esse que não dá pra ver apenas com os olhos?

"Do Macro ao Micro”: Com a lupa emprestada pela Escola municipal de Niterói Levi Carneiro, crianças e adultos puderam descobrir um outro mundo através das lentes.

"Do Macro ao Micro”: nossos pequenos, grandes curiosos

O Salão Nobre da Mansão dos Lage não tinha mais espaço para ninguém. Todos queriam acompanhar "Um diálogo sobre: Natureza, Cultura e Sociedade”. Com a apresentação da pesquisadora da Fiocruz Márcia Chame, que faz parte de uma equipe de um trabalho sobre Biodiversidade e Saúde desenvolvido no Parque da Capivara, Piauí. (Foto-montagem: Rafael Benjamim)

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PROGRAMA ABC na EDUCAÇÃO CIENTÍFICA – MÃO NA MASSA/RJ É CONVIDADO PELO MINISTÉRIO DE EDUCAÇÃO DO CHILE: CONTRIBUIÇÃO COM APRESENTAÇÃO EM MESA-REDONDA, PÔSTER E DOIS WORKSHOPS PARA PROFESSORES PÚBLICOS



O Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa/RJ, a convite do Ministério de Educação do Chile, participou do Congresso Internacional de Educação em Ciências, realizado em Santiago neste mês de junho de 2017. O evento foi organizado pela coordenação do Programa ICEC sob a responsabilidade do profissional Edgard Hernandez.

A Dra. Danielle Grynszpan fez uma apresentação oral de nosso trabalho no Estado do Rio deJaneiro, realizado a partir do Laboratório de Biologia das Interações, tendo como base a temática “A Educação Ambiental como Educação Científica”.

A professora e colaboradora de nossa equipe, Gêisa Capistrano, apresentou um pôster baseado nas atividades do Programa ABC na Educação Científica- Mão na Massa em Niterói – que despertou interesse do profissional Daniel (Programa ICEC/Ministério da Educação do Chile), na foto atento às explicações.

Adicionalmente, a Dra. Danielle, acompanhada da professora Gêisa Capistrano, ofereceu um workshop sobre a abordagem investigativa na prática cotidiana. Foi preciso oferecer uma sessão adicional para permitir a mais professores inscritos a possibilidade de vivenciar a abordagem investigativa, com base em uma questão ambiental. A proposta do workshop foi muito bem aceita – conforme se pode observar pelas fotos, A fila se formou – sucesso de “bilheteria”, com muita participação!

SHOW! Ou “éxito de taquilla” – como se diz em espanhol

Cenas comprovam o envolvimento participativo dos educadores latino-americanos

Uma questão ambiental como a falta de água e alguns desafios epistemológicos suscitaram o interesse dos educadores, que se envolveram em um processo de trabalho colaborativo. A valorização da inclusão ficou exemplificada em um dos grupos, no qual se destacou uma professora com necessidades especiais de audição e fala.

Foi também enfatizada a importância da avaliação formativa na prática educacional cotidiana, a fim de que possamos contribuir com o desenvolvimento dos estudantes, levando-se em conta aspectos cognitivos, sociais e afetivos.

A foto dos participantes da segunda sessão do workshop reflete o prazer com que todos desfrutamos deste momento conjunto!

Agradecemos o convite do Ministério de Educação do Chile, destacando a participação dos profissionais do Programa ICEC Manuel (Formação de Professores) e  Míriam Oyaneder.

Esperamos continuar o intercâmbio latino-americano pela interlocução virtual através de nosso site e em futuras ocasiões presenciais!

 

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8 de março – Dia Internacional da Mulher

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FELIZ 2017

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Parabéns a todos os mestres que todos os dias vencem os desafios da educação com coragem e dedicação

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BIODIVERSIDADE e CICLOS DE VIDA: ABC na Educação Científica – Mão na Massa no Fiocruz pra Você

A equipe do Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” encantou as crianças e seus pais no evento institucional “Fiocruz pra Você” no último sábado de vacinação (24/09). Trabalhamos com 10 tipos de sementes de feijão e sua observação a olho nu, lupas de mão e lupas estereoscópicas, para proporcionar a compreensão da biodiversidade. E conseguimos proporcionar , também, a percepção da variedade de animais com ciclos de vida inter-relacionados às plantas (diferentes feijões).

FOTO: (DA ESQUERDA PARA A DIREITA) PROFESSORA DA REDE MUNICIPAL DE NITERÓI, GEISA CAPISTRANO, EX ALUNO DA ESCOLA DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES - PROFESSOR ISMAEL COUTINHO, DIEGO DINIZ, A COORDENADORA DO STAND “BIODIVERSIDADE E CICLO DE VIDA” E PESQUISADORA DO SETOR DE ALFABETISMO CIENTÍFICO/LBI/IOC/FIOCRUZ, DRA. DANIELLE GRYNSZPAN, O PROFESSOR DA REDE MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO DE NITERÓI, NEY DANTAS, A PROFESSORA APOSENTADA, COLABORADORA DA EQUIPE FIOCRUZ, TOYOKO ANGELO, O PROFESSOR MESTRE EM FÍSICA E COLABORADOR DA EQUIPE FIOCRUZ, BRUNO SIQUEIRA, E O ASSISTENTE TÉCNICO, COLABORADOR RAFAEL MENDONÇA

As atividades simples, mas investigativas, aguçaram a curiosidade dos vários participantes que vieram ao nosso stand. Oferecemos desafios diferentes às crianças e adultos, que colocaram as “mãos na massa” – como o Programa ABC na Educação Científica orienta, com a vivência de experimentos simples, para aproveitar a vinda das famílias ao campus da Fiocruz em dia de vacinação.

A temática “ Ciência e Alimentação”, foi escolhida pela Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência neste ano de 2016. Dessa forma, divulgamos, nesta ocasião, temas ligados à educação científica, alimentação saudável e qualidade de vida/saúde.

Vale ressaltar o apoio da Coordenação de Cooperação Social Fiocruz, que apoiou o stand do Setor de Alfabetismo Científico/LBI/IOC/Fiocruz.  O Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” já foi contemplado por um edital da Cooperação Social Fiocruz. Desde então, colabora na realização de atividades neste evento anual. Contamos, ainda, com um patrocínio Faperj e o reconhecimento da Academia Brasileira de Ciências, buscando abordar assuntos científicos que perpassam o cotidiano.

Veja alguns momentos do Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa” no Fiocruz pra Você 2016:

 

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Plantando sementes: Formação Continuada de Professores conclui mais uma etapa presencial com educadores do ensino público de Niterói

Por Rafael Benjamim
Edição e revisão: Danielle Grynszpan

 

Dando sequência à Formação Continuada de Professores do Ensino Fundamental, a equipe do Laboratório de Biologia das Interações/IOC/Fiocruz esteve na Escola Municipal Levi Carneiro, em Niterói, no dia 13 de julho. Foi mais uma etapa do processo de Formação de Professores, integrada ao Projeto “Por uma educação científica contextualizada e a favor da cidadania: sala-ambiente, metodologia investigativa e interdisciplinaridade com base em temas transversais”.

Com apoio da FAPERJ, a equipe realizou mais esta formação presencial em 2016, em Niterói, da qual participaram 22 profissionais educadores, além de cinco professorandos, estudantes do Instituto de Educação Professor Ismael Coutinho (IEPIC), duas alunas de graduação em Biologia e quatro professores engajados na equipe do projeto.

Eles fizeram o acompanhamento dos educadores envolvidos na formação, através de observações e anotações de campo que vão contribuir para associar a prática educativa à pesquisa etnográfica, característica fundamental de nosso trabalho no Programa ABC na Educação Científica – Mão na Massa.

O planejamento da prática

Antes mesmo do encontro, no dia 13 de julho, a equipe FIOCRUZ já estava vivenciando o processo educacional proposto pela metodologia do Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa”. Foram realizadas reuniões de preparação do roteiro investigativo, desta vez voltados ao tema “Ciclo de Vida e Biodiversidade”, levando-se em conta o  contexto socioambiental.

Além do cuidado com o conhecimento, por meio do roteiro investigativo, foram desenvolvidas estratégias metodológicas voltadas ao desenvolvimento social do grupo participante, com uma maior interação entre profissionais da escola.

Na sala-ambiente cada professor recebeu um crachá e, então, procurava seus pares de acordo com a Identificação encontrada, o que proporcionou a diversidade também na composição dos grupos de trabalho. A forma dos crachás, como folhas de árvore, faziam alusão à temática. A possibilidade de trocas entre pares diferentes favoreceu  o respeito à diversidade de contribuições e as opiniões divergentes.

“As sementes sempre originam plantas?”

Esta etapa da formação continuada, começou, como sempre, com uma pergunta-desafio. Durante a atividade, os educadores foram orientados pela coordenadora Danielle Grynszpan, que os estimulou a elaborar e registrar suas hipóteses,  testar suas ideias e debate-las com os colegas. Cada etapa (individual, pequenos grupos e do coletivo da turma) foi vivenciada para que os professores pudessem sentir a importância de cada uma delas na abordagem investigativa.

Após a exploração do tema, provocada pela última pergunta-desafio, todos os educadores foram convidados a dar continuidade ao processo de investigação, com o acompanhamento dos experimentos com as sementes. Com os alunos, eles deveriam  acompanhar o desenvolvimento das sementes em diferentes situações, além do estímulo aos registros sob forma de anotações e fotografias, para compartilhar no espaço virtual “sala dos educadores”.

A expectativa é que as observações e os debates sigam no ambiente virtual, com base nos diferentes pontos de vista e diversas respostas que serão propostas às questões relacionadas às situações investigadas.

Mãos na Massa, com curiosidade e reflexão, para interpretar as situações observadas! Os educadores formando os cidadãos – para as conquistas do conhecimento e medalhas de qualidade de vida!

Equipe Fiocruz, estagiários, professorandos e educadores da Educação pública de Niterói ao final da 3ª formação presencial de professores do projeto “Por uma educação científica contextualizada e a favor da cidadania: sala-ambiente, metodologia investigativa e interdisciplinaridade com base em temas transversais”

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Sucesso na Formação de Professores das séries iniciais: Niterói 2016!

Por Rafael Benjamim
Edição e revisão: Danielle Grynszpan

 

A formação presencial de professores do Ensino Fundamental, realizada pela equipe do Programa “ABC na Educação Científica – Mão na Massa”, na Escola Municipal Levi Carneiro, em 18 de maio passado, foi um sucesso de participação e envolvimento. Foram 21 educadores dos ciclos I e II, do município de Niterói, que puderam experimentar a metodologia investigativa em atividades didáticas ligadas às Ciências da Natureza. O tema “Ciclo de Vida e Biodiversidade” foi a base de uma sequência de desafios apresentados pela Dra. Danielle Grynszpan, acompanhada de oito colaboradores da equipe do “Programa ABC na Educação Científica – mão na Massa”.

Professores dos ciclos I e II em Formação para a metodologia investigativa característica do Programa “ABC na Educação Científica – mão na massa”, com a da equipe do projeto FAPERJ coordenada pela Dra. Danielle Grynszpan. Da turma fizeram parte, também, a coordenadora pedagógica Sônia Marques e da professora Maria Angélica dos Santos, responsável pelo trabalho de inclusão na E. M. Levi Carneiro.

A sequência faz parte de um projeto desenvolvido pela pesquisadora Danielle Grynszpan, da Fiocruz, que obteve o apoio da FAPERJ, intitulado “Por uma educação científica contextualizada e a favor da cidadania: sala-ambiente, metodologia investigativa e interdisciplinaridade com base em temas transversais”.

Uma das metas é a Formação Continuada dos educadores.  Continuada porque, além dos encontros presenciais, o processo deve ser complementado com atividades oferecidas em uma plataforma virtual chamada “Sala de Educadores”. Nesta plataforma os professores cadastrados podem interagir, enfrentando outros desafios propostos, em um processo contínuo composto de questões-desafio relacionadas à temática investigada: “Ciclo de Vida e Biodiversidade”.

A “Sala de Educadores” também permite o compartilhamento de ideias e práticas com outros professores da Rede. Desta forma, privilegiamos sempre a interação, com base em experiências educacionais ligadas aos contextos cotidianos bem como os currículos escolares. Além disso, a equipe se preocupa sempre em evitar explicações, fomentando a aventura do conhecimento e valorizando a busca por possíveis respostas. Assim, o Programa sugere que o processo formativo proporcione um olhar diferente das “respostas do livro do professor” – únicas “corretas”, segundo o “gabarito” oferecido pelos livros didáticos.

A metodologia investigativa através do roteiro investigativo e o processo de ensino-aprendizagem

Todas as sementes são iguais? É assim, através de uma “pergunta desafio” que a metodologia do Programa “ABC na Educação Científica – mão na massa” inicia o processo de formação dos professores.

A aventura científica começa, com base na investigação didática e, como diz a coordenadora ,Dra. Danielle Grynszpan, “nunca termina”.

A metodologia prioriza o processo educacional, através da curiosidade provocada pelo questionamento, da possibilidade de experimentação e de etapas metodológicas nas quais pretendemos que os participantes vão construindo o conhecimento – ao mesmo tempo em que desenvolvem suas potencialidades bem como interagem em grupos de trabalho e em classe.

Na formação presencial passada, realizada em 18 de maio, os professores começaram a  trabalhar a temática Ciclo de Vida e Biodiversidade , com a exploração do conceito de biodiversidade através de experimentos com sementes. Ao final, foi proposto um desafio educacional no ambiente virtual “Sala dos educadores”, ligado ao site abcnaciencia@ioc.fiocruz.br.

A relação  presencial -virtual está relacionada a uma das metas do projeto Faperj e hoje, 13 de julho, estaremos na Escola Municipal Levi Carneiro, em Niterói, para dar continuidade à Formação Continuada, com outra etapa da formação presencial no Ensino Fundamental.

Com a mão na massa, mas muita reflexão também! Imagens de momentos da formação:

18 de maio de 2016, Niterói

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Niterói em Formação: curta este “curta”

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