A 14ª edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras (CCCP-26) transformou a programação científica em um gesto de memória. Além de refletir sobre avanços e desafios da pesquisa em doença de Chagas, o encontro adotou como mote a trajetória de João Carlos Pinto Dias, pesquisador emérito do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e um dos nomes mais marcantes na história do campo, que faleceu em dezembro de 2025.
As mesas e apresentações percorreram áreas em que João Carlos Pinto Dias foi protagonista — da sorologia ao controle vetorial, do prognóstico clínico às estratégias de vigilância —, refletindo a amplitude de sua atuação, que atravessou décadas e ajudou a estruturar o campo no Brasil e na América Latina.
O CCCP-26 foi dividido entre atividades virtuais, na quinta-feira (09/04), com transmissão pelo canal do IOC no YouTube, e encontro presencial na sexta-feira (10/04), no Auditório Emmanuel Dias, em Manguinhos (RJ), também transmitido pela web.
Coordenada pelo chefe substituto do Laboratório de Biologia de Tripanosomatídeos do IOC, André Roque, e pelo chefe substituto do Laboratório de Biologia Celular, Rubem Menna-Barreto, a programação reuniu mesas temáticas, apresentação de trabalhos e debates sobre múltiplos aspectos da doença de Chagas, conectando diferentes gerações de pesquisadores em torno dos caminhos que também foram abertos por João Carlos Pinto Dias.
Confira a cobertura especial a seguir.
A 14ª edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras (CCCP-26) transformou a programação científica em um gesto de memória. Além de refletir sobre avanços e desafios da pesquisa em doença de Chagas, o encontro adotou como mote a trajetória de João Carlos Pinto Dias, pesquisador emérito do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e um dos nomes mais marcantes na história do campo, que faleceu em dezembro de 2025.
As mesas e apresentações percorreram áreas em que João Carlos Pinto Dias foi protagonista — da sorologia ao controle vetorial, do prognóstico clínico às estratégias de vigilância —, refletindo a amplitude de sua atuação, que atravessou décadas e ajudou a estruturar o campo no Brasil e na América Latina.
O CCCP-26 foi dividido entre atividades virtuais, na quinta-feira (09/04), com transmissão pelo canal do IOC no YouTube, e encontro presencial na sexta-feira (10/04), no Auditório Emmanuel Dias, em Manguinhos (RJ), também transmitido pela web.
Coordenada pelo chefe substituto do Laboratório de Biologia de Tripanosomatídeos do IOC, André Roque, e pelo chefe substituto do Laboratório de Biologia Celular, Rubem Menna-Barreto, a programação reuniu mesas temáticas, apresentação de trabalhos e debates sobre múltiplos aspectos da doença de Chagas, conectando diferentes gerações de pesquisadores em torno dos caminhos que também foram abertos por João Carlos Pinto Dias.
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Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)