A cooperação entre o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Universidade de Miami (EUA) foi destaque do ‘Workshop Fiocruz–University of Miami’, realizado na última terça-feira (24/3), no campus da Fiocruz, em Manguinhos.
O encontro reuniu pesquisadores e estudantes envolvidos na rede Fiocruz–Miami para apresentar subprojetos oriundos do edital ‘Programa Conhecimento Brasil – Apoio a Projetos em Rede com Pesquisadores Brasileiros no Exterior’, além de alinhar estratégias, responder a dúvidas e discutir os próximos passos da parceria.
Promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o edital tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação no país, por meio da cooperação com cientistas brasileiros radicados no exterior.

Nesse contexto, a iniciativa se destacou por articular cientistas brasileiros que atuam nos Estados Unidos com grupos do IOC e da Fiocruz, favorecendo a complementaridade de linhas de pesquisa e ampliando as oportunidades de acesso a financiamento internacional.
O coordenador da rede, Daniel Adesse — pesquisador do IOC e cientista associado ao Instituto Bascom Palmer Eye, da Universidade de Miami —, ressaltou a importância do intercâmbio científico e do acesso a novas tecnologias para o fortalecimento da pesquisa no Brasil.
“A exposição a ambientes internacionais, com cientistas do mundo inteiro, e a tecnologias mais modernas permite implementar no Brasil novas formas de fazer ciência, elevando o nível da pesquisa que realizamos na Fiocruz”, afirmou.

Durante o workshop, foram apresentados sete subprojetos vinculados ao edital do CNPq, abordando temas como hepatites virais, doença de Chagas, câncer associado ao HIV, toxoplasmose ocular, vírus zoonóticos e disfunções mitocondriais associadas a infecções.
A iniciativa reforça a estratégia de internacionalização da Fiocruz e amplia as possibilidades de cooperação científica com pesquisadores brasileiros no exterior.
“A ideia agora é consolidar as parcerias, buscar financiamento independente e aprofundar o intercâmbio entre pesquisadores e estudantes, com estágios, disciplinas conjuntas e seminários internacionais”, finalizou.
A cooperação entre o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e a Universidade de Miami (EUA) foi destaque do ‘Workshop Fiocruz–University of Miami’, realizado na última terça-feira (24/3), no campus da Fiocruz, em Manguinhos.
O encontro reuniu pesquisadores e estudantes envolvidos na rede Fiocruz–Miami para apresentar subprojetos oriundos do edital ‘Programa Conhecimento Brasil – Apoio a Projetos em Rede com Pesquisadores Brasileiros no Exterior’, além de alinhar estratégias, responder a dúvidas e discutir os próximos passos da parceria.
Promovido pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), o edital tem como objetivo apoiar projetos de pesquisa que contribuam para o desenvolvimento científico, tecnológico e a inovação no país, por meio da cooperação com cientistas brasileiros radicados no exterior.

Nesse contexto, a iniciativa se destacou por articular cientistas brasileiros que atuam nos Estados Unidos com grupos do IOC e da Fiocruz, favorecendo a complementaridade de linhas de pesquisa e ampliando as oportunidades de acesso a financiamento internacional.
O coordenador da rede, Daniel Adesse — pesquisador do IOC e cientista associado ao Instituto Bascom Palmer Eye, da Universidade de Miami —, ressaltou a importância do intercâmbio científico e do acesso a novas tecnologias para o fortalecimento da pesquisa no Brasil.
“A exposição a ambientes internacionais, com cientistas do mundo inteiro, e a tecnologias mais modernas permite implementar no Brasil novas formas de fazer ciência, elevando o nível da pesquisa que realizamos na Fiocruz”, afirmou.

Durante o workshop, foram apresentados sete subprojetos vinculados ao edital do CNPq, abordando temas como hepatites virais, doença de Chagas, câncer associado ao HIV, toxoplasmose ocular, vírus zoonóticos e disfunções mitocondriais associadas a infecções.
A iniciativa reforça a estratégia de internacionalização da Fiocruz e amplia as possibilidades de cooperação científica com pesquisadores brasileiros no exterior.
“A ideia agora é consolidar as parcerias, buscar financiamento independente e aprofundar o intercâmbio entre pesquisadores e estudantes, com estágios, disciplinas conjuntas e seminários internacionais”, finalizou.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)