Os visitantes exploram o universo das abelhas durante o evento. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) marcou presença na quarta edição do Hachimitsu Matsuri, realizada entre os dias 30 de abril e 3 de maio de 2026, no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento anual, dedicado à valorização das abelhas, do mel e à conscientização ambiental, reuniu produtores, artistas, cientistas e o público em geral em uma programação diversificada.
Durante o festival, o Instituto apresentou ao público diferentes espécies de abelhas, com e sem ferrão, destacando o papel essencial desses insetos para o equilíbrio dos ecossistemas e para a segurança alimentar global. O material disponibilizado integra acervos de diversos laboratórios da instituição, incluindo o Laboratório de Doenças Parasitárias, o Laboratório de Entomologia — responsável pela coleção entomológica —, e o Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos.
Visitantes observam diferentes espécies de abelhas e ampliam seus conhecimentos. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
“O espaço do IOC no evento contou com origamis elaborados pela Associação Nikkei de Petrópolis, modelos artísticos de insetos e exemplares da maior coleção entomológica da América Latina”, destacou a pesquisadora Jane Costa, responsável pela ação.
“Entre os itens exibidos estavam espécies diretamente ligadas ao processo de polinização, como borboletas, mariposas, besouros, moscas, vespas solitárias e percevejos, além de abelhas nativas sem ferrão e da espécie exótica Apis mellifera, reconhecida pela alta produção de mel”, finalizou Jane.
O festival atraiu um público diverso, com visitantes de diferentes faixas etárias, origens e áreas de atuação, reforçando o alcance da iniciativa. Além das atividades científicas, o Hachimitsu Matsuri também ofereceu bazares, workshops e experiências gastronômicas relacionadas ao mel.
Jane Costa, pesquisadora do IOC/Fiocruz, apresentou a diversidade das abelhas a visitantes estrangeiros. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
Realizado em um dos cenários mais emblemáticos da capital paulista, o Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera proporcionou um ambiente que combinou natureza e contemplação. Com arquitetura minimalista, jardins cuidadosamente planejados e um lago ornamentado por cisnes negros, garças e carpas, o espaço contribuiu para uma experiência imersiva, aproximando cultura, ciência e sustentabilidade.
Os visitantes exploram o universo das abelhas durante o evento. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) marcou presença na quarta edição do Hachimitsu Matsuri, realizada entre os dias 30 de abril e 3 de maio de 2026, no Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera, em São Paulo. O evento anual, dedicado à valorização das abelhas, do mel e à conscientização ambiental, reuniu produtores, artistas, cientistas e o público em geral em uma programação diversificada.
Durante o festival, o Instituto apresentou ao público diferentes espécies de abelhas, com e sem ferrão, destacando o papel essencial desses insetos para o equilíbrio dos ecossistemas e para a segurança alimentar global. O material disponibilizado integra acervos de diversos laboratórios da instituição, incluindo o Laboratório de Doenças Parasitárias, o Laboratório de Entomologia — responsável pela coleção entomológica —, e o Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos.
Visitantes observam diferentes espécies de abelhas e ampliam seus conhecimentos. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
“O espaço do IOC no evento contou com origamis elaborados pela Associação Nikkei de Petrópolis, modelos artísticos de insetos e exemplares da maior coleção entomológica da América Latina”, destacou a pesquisadora Jane Costa, responsável pela ação.
“Entre os itens exibidos estavam espécies diretamente ligadas ao processo de polinização, como borboletas, mariposas, besouros, moscas, vespas solitárias e percevejos, além de abelhas nativas sem ferrão e da espécie exótica Apis mellifera, reconhecida pela alta produção de mel”, finalizou Jane.
O festival atraiu um público diverso, com visitantes de diferentes faixas etárias, origens e áreas de atuação, reforçando o alcance da iniciativa. Além das atividades científicas, o Hachimitsu Matsuri também ofereceu bazares, workshops e experiências gastronômicas relacionadas ao mel.
Jane Costa, pesquisadora do IOC/Fiocruz, apresentou a diversidade das abelhas a visitantes estrangeiros. Foto: Vitória Martins Rocha de Paiva
Realizado em um dos cenários mais emblemáticos da capital paulista, o Pavilhão Japonês do Parque Ibirapuera proporcionou um ambiente que combinou natureza e contemplação. Com arquitetura minimalista, jardins cuidadosamente planejados e um lago ornamentado por cisnes negros, garças e carpas, o espaço contribuiu para uma experiência imersiva, aproximando cultura, ciência e sustentabilidade.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)