O mosquito Aedes aegypti. Foto: Josué Damacena
Estão disponÃveis online e de forma gratuita materiais técnicos desenvolvidos no âmbito do Projeto ArboAlvo, pensados para apoiar a tomada de decisão no Sistema Único de Saúde (SUS) em relação a estratégias de vigilância e resposta à s arboviroses urbanas em território nacional.
O ArboAlvo, criado em parceria com o Ministério da Saúde (MS), tem como objetivo apoiar a formulação de metodologias que fortaleçam o controle de doenças como dengue, zika e chikungunya em diferentes regiões do paÃs.
A iniciativa busca o desenvolvimento de ferramentas para estratificação de áreas de risco de transmissão dos arbovÃrus, com base em parâmetros epidemiológicos, entomológicos, ambientais e sociodemográficos.
Os materiais foram formulados com o apoio de cientistas e profissionais de saúde de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS) e Natal (RN).
O projeto conta com financiamento do MS e é coordenado pela pesquisadora Nildimar Honório, do Laboratório de Interações VÃrus-Hospedeiro do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). Participam da coordenação colegiada Paulo Roberto de Abreu Bruno, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), Christovam Barcellos, do Instituto de Comunicação e Informação CientÃfica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz) e Bianca Leandro, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz).
Há ainda a consultoria cientÃfica de Paulo Chagastelles Sabroza (ENSP/Fiocruz) e Veerle Vanlerberghe (Institute of Tropical Medicine Antwerp), além da participação de pesquisadores do Programa de Computação CientÃfica (PROCC/Fiocruz), da Fiocruz Minas, dos Institutos de Estudos em Saúde Coletiva e de Matemática da UFRJ, e do Instituto de Matemática e EstatÃstica da UFF.

O Manual ArboAlvo reúne metodologias que ajudam gestores e equipes de vigilância a identificar quais áreas das cidades apresentam maior risco para a ocorrência de arboviroses.Para isso, os métodos combinam informações sobre casos da doença, presença do mosquito Aedes aegypti e caracterÃsticas do território, como condições ambientais e sociais.
Essas ferramentas auxiliam no planejamento das ações de vigilância, permitindo direcionar esforços e recursos para os locais que mais precisam de intervenção.
O Atlas ArboAlvo apresenta mapas que integram diferentes tipos de informação sobre as arboviroses no Brasil.
O material permite visualizar, de forma clara, onde o risco é maior, considerando dados epidemiológicos, entomológicos e socioambientais.
O produto contribui para uma compreensão mais ampla da relação entre o território, a presença do Aedes e a ocorrência das doenças.
Os ArboPOP’s são protocolos operacionais que explicam, passo a passo, como aplicar as metodologias de estratificação de risco na prática, considerando a realidade de cada municÃpio.
Os documentos foram elaborados pelos próprios profissionais das cidades envolvidas no projeto. Confira:
O mosquito Aedes aegypti. Foto: Josué Damacena
Estão disponÃveis online e de forma gratuita materiais técnicos desenvolvidos no âmbito do Projeto ArboAlvo, pensados para apoiar a tomada de decisão no Sistema Único de Saúde (SUS) em relação a estratégias de vigilância e resposta à s arboviroses urbanas em território nacional.
O ArboAlvo, criado em parceria com o Ministério da Saúde (MS), tem como objetivo apoiar a formulação de metodologias que fortaleçam o controle de doenças como dengue, zika e chikungunya em diferentes regiões do paÃs.
A iniciativa busca o desenvolvimento de ferramentas para estratificação de áreas de risco de transmissão dos arbovÃrus, com base em parâmetros epidemiológicos, entomológicos, ambientais e sociodemográficos.
Os materiais foram formulados com o apoio de cientistas e profissionais de saúde de Belém (PA), Belo Horizonte (MG), Campo Grande (MS) e Natal (RN).
O projeto conta com financiamento do MS e é coordenado pela pesquisadora Nildimar Honório, do Laboratório de Interações VÃrus-Hospedeiro do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). Participam da coordenação colegiada Paulo Roberto de Abreu Bruno, da Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), Christovam Barcellos, do Instituto de Comunicação e Informação CientÃfica e Tecnológica em Saúde (ICICT/Fiocruz) e Bianca Leandro, da Escola Politécnica de Saúde Joaquim Venâncio (EPSJV/Fiocruz).
Há ainda a consultoria cientÃfica de Paulo Chagastelles Sabroza (ENSP/Fiocruz) e Veerle Vanlerberghe (Institute of Tropical Medicine Antwerp), além da participação de pesquisadores do Programa de Computação CientÃfica (PROCC/Fiocruz), da Fiocruz Minas, dos Institutos de Estudos em Saúde Coletiva e de Matemática da UFRJ, e do Instituto de Matemática e EstatÃstica da UFF.

O Manual ArboAlvo reúne metodologias que ajudam gestores e equipes de vigilância a identificar quais áreas das cidades apresentam maior risco para a ocorrência de arboviroses.Para isso, os métodos combinam informações sobre casos da doença, presença do mosquito Aedes aegypti e caracterÃsticas do território, como condições ambientais e sociais.
Essas ferramentas auxiliam no planejamento das ações de vigilância, permitindo direcionar esforços e recursos para os locais que mais precisam de intervenção.
O Atlas ArboAlvo apresenta mapas que integram diferentes tipos de informação sobre as arboviroses no Brasil.
O material permite visualizar, de forma clara, onde o risco é maior, considerando dados epidemiológicos, entomológicos e socioambientais.
O produto contribui para uma compreensão mais ampla da relação entre o território, a presença do Aedes e a ocorrência das doenças.
Os ArboPOP’s são protocolos operacionais que explicam, passo a passo, como aplicar as metodologias de estratificação de risco na prática, considerando a realidade de cada municÃpio.
Os documentos foram elaborados pelos próprios profissionais das cidades envolvidas no projeto. Confira:
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)