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Fiocruz identifica linhagem EG.5 do coronavírus pela primeira vez no Rio de Janeiro

Resultado foi imediatamente informado à Secretaria Municipal de Saúde. OMS classificou a linhagem como variante de interesse
Por Jornalismo IOC30/08/2023 - Atualizado em 06/10/2023

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), por meio do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, confirma a identificação, por meio da técnica de sequenciamento genético, da linhagem EG.5 da variante Ômicron em amostra de paciente coletada na cidade do Rio de Janeiro. Conforme protocolo do serviço de referência nacional em vírus respiratórios, o resultado da análise foi imediatamente informado à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Até o momento, são quatro casos no país, sendo dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Brasília (recém identificado pelo Lacen-DF), de acordo com informações disponíveis na plataforma internacional de genomas Gisaid. O Laboratório do IOC/Fiocruz atua como curador da iniciativa. 

Ao todo, na América do Sul, foram identificados cerca de 40 casos da subvariante (Argentina, Colômbia, Equador, Brasil e Trinidad Tobago).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a linhagem EG.5 como uma “variante de interesse”, devido à uma mutação encontrada na proteína Spike e ao rápido aumento de casos em países da Europa, nos Estados Unidos e na China. No entanto, as evidências disponíveis no momento não sugerem que a EG.5 apresente riscos adicionais à saúde pública em relação às outras linhagens descendentes da Ômicron.

Os especialistas reforçam a importância da vacinação. A imunização, incluindo as doses de reforço, ainda é a melhor forma de proteção contra casos graves da doença.

A vacina contra a Covid-19 está disponível gratuitamente nos postos de saúde e serve de proteção em caso de retomada do crescimento do vírus. 

Resultado foi imediatamente informado à Secretaria Municipal de Saúde. OMS classificou a linhagem como variante de interesse
Por: 
jornalismo

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), por meio do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, confirma a identificação, por meio da técnica de sequenciamento genético, da linhagem EG.5 da variante Ômicron em amostra de paciente coletada na cidade do Rio de Janeiro. Conforme protocolo do serviço de referência nacional em vírus respiratórios, o resultado da análise foi imediatamente informado à Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro.

Até o momento, são quatro casos no país, sendo dois em São Paulo, um no Rio de Janeiro e outro em Brasília (recém identificado pelo Lacen-DF), de acordo com informações disponíveis na plataforma internacional de genomas Gisaid. O Laboratório do IOC/Fiocruz atua como curador da iniciativa. 

Ao todo, na América do Sul, foram identificados cerca de 40 casos da subvariante (Argentina, Colômbia, Equador, Brasil e Trinidad Tobago).

A Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou a linhagem EG.5 como uma “variante de interesse”, devido à uma mutação encontrada na proteína Spike e ao rápido aumento de casos em países da Europa, nos Estados Unidos e na China. No entanto, as evidências disponíveis no momento não sugerem que a EG.5 apresente riscos adicionais à saúde pública em relação às outras linhagens descendentes da Ômicron.

Os especialistas reforçam a importância da vacinação. A imunização, incluindo as doses de reforço, ainda é a melhor forma de proteção contra casos graves da doença.

A vacina contra a Covid-19 está disponível gratuitamente nos postos de saúde e serve de proteção em caso de retomada do crescimento do vírus. 

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)