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Instituto recebe visita de diretor do Ministério da Saúde

Encontro reforçou a parceria com o Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis
Por Maíra Menezes16/02/2023 - Atualizado em 06/03/2023

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebeu, nesta terça-feira, 14/02, a visita de Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS). O encontro reforçou a parceria histórica e estratégica entre o Instituto e a pasta e discutiu prioridades para novas colaborações.

A reunião teve a participação da diretora do IOC, Tania Cremonini de Araujo Jorge; dos vice-diretores de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Elmo Eduardo de Almeida Amaral e Luciana Ribeiro Garzoni; de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas, Maria de Lourdes Aguiar Oliveira e Elizabeth Rangel; e de Desenvolvimento Institucional e Gestão, Wania Santiago; além do chefe de Gabinete da Diretoria, Daniel Daipert. 

Também participaram a coordenadora da Câmara Técnica de Ambiente e Saúde, Tereza Favre; a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, Marilda Siqueira; e a assessora da Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Presidência da Fiocruz, Tania Fonseca.

Esforço para recuperar coberturas vacinais

Entre os temas prioritários para a colaboração, Gatti destacou o objetivo de reverter a queda nos índices de cobertura vacinal no país. Também apontou a vigilância de infecções imunopreveníveis, citando especialmente o sarampo e a poliomielite, que preocupam pela queda na vacinação, além da gripe e da Covid-19.

“O Programa Nacional de Imunização se encontra diante de um problema muito sério: as baixas coberturas vacinais. O Instituto Oswaldo Cruz é parte do Ministério da Saúde, tem expertise muito grande na produção de conhecimento e certamente vai poder ajudar muito nessa missão”, declarou Gatti. 

A diretora do IOC apresentou as diversas frentes de atuação institucional, contemplando pesquisa, ensino e referência, e reforçou o interesse em manter aberto o diálogo com a nova gestão da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, iniciado em janeiro, a partir de encontro com a secretária Ethel Maciel, em Brasília.

“O conhecimento dessa nova equipe do Ministério da Saúde sobre o potencial do Instituto e a retaguarda técnico-científica que podemos dar ao Ministério é uma agenda de diálogo permanente”, disse Tania.

Tania Araujo Jorge apresentou para Éder Gatti aspectos da estrutura e das atividades desenvolvidas pelo IOC. Foto: Ricardo Schmidt

Em relação às prioridades apontadas pelo Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníves, a diretora salientou o potencial de contribuição na área da educação em saúde.

“A retomada de altas coberturas vacinais no Brasil é uma agenda realmente prioritária. O Instituto tem, há mais de 20 anos, atividades de educação em saúde. Esta área é muito necessária para formar multiplicadores locais, para entender e para superar os diferentes problemas que impedem a cobertura vacinal nos territórios”, apontou.

Tania lembrou ainda que o Instituto conta com diversos laboratórios de referência que atuam para apoiar o Ministério da Saúde na vigilância e no controle dos mais variados agravos, incluindo doenças imunopreveníveis.

O compromisso do IOC nesta área foi enfatizado pela vice-diretora de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas. “Nossos laboratórios de referência desempenham um papel fundamental e histórico na vigilância das doenças imunopreveníveis. Esta é uma das nossas principais missões em saúde pública”, disse Lourdes. 

O vice-diretor de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação apontou ainda o alinhamento da agenda de pesquisa do Instituto com os interesses da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

“Temos diversos laboratórios trabalhando no desenvolvimento e otimização de vacinas, em diferentes graus de maturidade, desde o processo pré-clínico até vacinas que já estão com um grau de maturidade elevado. Também temos laboratórios que trabalham com desenvolvimento e otimização de kits de diagnóstico”, citou Elmo.

Encontro reforçou a parceria com o Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis
Por: 
maira

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebeu, nesta terça-feira, 14/02, a visita de Éder Gatti, diretor do Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníveis da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente do Ministério da Saúde (SVSA/MS). O encontro reforçou a parceria histórica e estratégica entre o Instituto e a pasta e discutiu prioridades para novas colaborações.

A reunião teve a participação da diretora do IOC, Tania Cremonini de Araujo Jorge; dos vice-diretores de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação, Elmo Eduardo de Almeida Amaral e Luciana Ribeiro Garzoni; de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas, Maria de Lourdes Aguiar Oliveira e Elizabeth Rangel; e de Desenvolvimento Institucional e Gestão, Wania Santiago; além do chefe de Gabinete da Diretoria, Daniel Daipert. 

Também participaram a coordenadora da Câmara Técnica de Ambiente e Saúde, Tereza Favre; a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, Marilda Siqueira; e a assessora da Coordenação de Vigilância em Saúde e Laboratórios de Referência da Presidência da Fiocruz, Tania Fonseca.

Esforço para recuperar coberturas vacinais

Entre os temas prioritários para a colaboração, Gatti destacou o objetivo de reverter a queda nos índices de cobertura vacinal no país. Também apontou a vigilância de infecções imunopreveníveis, citando especialmente o sarampo e a poliomielite, que preocupam pela queda na vacinação, além da gripe e da Covid-19.

“O Programa Nacional de Imunização se encontra diante de um problema muito sério: as baixas coberturas vacinais. O Instituto Oswaldo Cruz é parte do Ministério da Saúde, tem expertise muito grande na produção de conhecimento e certamente vai poder ajudar muito nessa missão”, declarou Gatti. 

A diretora do IOC apresentou as diversas frentes de atuação institucional, contemplando pesquisa, ensino e referência, e reforçou o interesse em manter aberto o diálogo com a nova gestão da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente, iniciado em janeiro, a partir de encontro com a secretária Ethel Maciel, em Brasília.

“O conhecimento dessa nova equipe do Ministério da Saúde sobre o potencial do Instituto e a retaguarda técnico-científica que podemos dar ao Ministério é uma agenda de diálogo permanente”, disse Tania.

Tania Araujo Jorge apresentou para Éder Gatti aspectos da estrutura e das atividades desenvolvidas pelo IOC. Foto: Ricardo Schmidt

Em relação às prioridades apontadas pelo Departamento de Imunização e Doenças Imunopreveníves, a diretora salientou o potencial de contribuição na área da educação em saúde.

“A retomada de altas coberturas vacinais no Brasil é uma agenda realmente prioritária. O Instituto tem, há mais de 20 anos, atividades de educação em saúde. Esta área é muito necessária para formar multiplicadores locais, para entender e para superar os diferentes problemas que impedem a cobertura vacinal nos territórios”, apontou.

Tania lembrou ainda que o Instituto conta com diversos laboratórios de referência que atuam para apoiar o Ministério da Saúde na vigilância e no controle dos mais variados agravos, incluindo doenças imunopreveníveis.

O compromisso do IOC nesta área foi enfatizado pela vice-diretora de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas. “Nossos laboratórios de referência desempenham um papel fundamental e histórico na vigilância das doenças imunopreveníveis. Esta é uma das nossas principais missões em saúde pública”, disse Lourdes. 

O vice-diretor de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação apontou ainda o alinhamento da agenda de pesquisa do Instituto com os interesses da Secretaria de Vigilância em Saúde e Ambiente.

“Temos diversos laboratórios trabalhando no desenvolvimento e otimização de vacinas, em diferentes graus de maturidade, desde o processo pré-clínico até vacinas que já estão com um grau de maturidade elevado. Também temos laboratórios que trabalham com desenvolvimento e otimização de kits de diagnóstico”, citou Elmo.

Edição: 
Vinicius Ferreira

Com colaboração de Marina Saraiva. Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)