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Laboratórios do IOC recebem visita do CDC

Equipe da agência americana discutiu cooperações na vigilância de vírus respiratórios e resistência microbiana
Por Maíra Menezes20/07/2022 - Atualizado em 25/07/2022

Linhas de pesquisa desenvolvidas nos laboratórios foram apresentadas aos membros do CDC. Foto: Arquivo

Representantes do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos estiveram no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), no dia 15 de julho, para discutir cooperações na vigilância dos vírus SARS-CoV-2 e influenza e de bactérias resistentes a antibióticos.

Os especialistas da agência americanada visitaram os laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo e de Pesquisa em Infecção Hospitalar. Além de discutir os projetos ativos de cooperação entre o CDC e os laboratórios, as reuniões abordaram as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas, que podem ser tema de parcerias no futuro.

Pela manhã, a diretora do IOC, Tania Cremonini de Araújo-Jorge, participou da recepção à comitiva juntamente com a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, Marilda Siqueira, e outros pesquisadores da equipe.

A comitiva do CDC contou com o líder de operações internacionais de laboratórios da entidade, Leonard Peruski; a diretora regional do CDC na América do Sul, Juliette Morgan, e a assessora técnica do escritório regional, Ana Carla Pecego da Silva, entre outros participantes.

Os pesquisadores discutiram avanços na vigilância genômica do SARS-CoV-2, a partir da colaboração estabelecida entre CDC, IOC e unidades regionais da Fiocruz no Amazonas, Ceará e Pernambuco, que integram a Rede Genômica Fiocruz. Também abordaram propostas para a aprimorar a vigilância do vírus influenza, causador da gripe.

À tarde, a chefe do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, Ana Paula Assef, recebeu o grupo juntamente com a equipe do Laboratório. O encontro abordou avanços no programa para fortalecimento do Sistema de Vigilância Brasileiro à Resistência Antimicrobiana, que foi selecionado, no ano passado, em edital do CDC.

Renovada para o segundo ano de atividades, a iniciativa prevê a ampliação da rede de hospitais e laboratórios capacitados para a detecção e análise dos microrganismos resistentes. O objetivo é alcançar todo o território brasileiro até 2026.

Equipe da agência americana discutiu cooperações na vigilância de vírus respiratórios e resistência microbiana
Por: 
maira

Linhas de pesquisa desenvolvidas nos laboratórios foram apresentadas aos membros do CDC. Foto: Arquivo

Representantes do Centro para Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos estiveram no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), no dia 15 de julho, para discutir cooperações na vigilância dos vírus SARS-CoV-2 e influenza e de bactérias resistentes a antibióticos.

Os especialistas da agência americanada visitaram os laboratórios de Vírus Respiratórios e do Sarampo e de Pesquisa em Infecção Hospitalar. Além de discutir os projetos ativos de cooperação entre o CDC e os laboratórios, as reuniões abordaram as diferentes linhas de pesquisa desenvolvidas, que podem ser tema de parcerias no futuro.

Pela manhã, a diretora do IOC, Tania Cremonini de Araújo-Jorge, participou da recepção à comitiva juntamente com a chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e do Sarampo, Marilda Siqueira, e outros pesquisadores da equipe.

A comitiva do CDC contou com o líder de operações internacionais de laboratórios da entidade, Leonard Peruski; a diretora regional do CDC na América do Sul, Juliette Morgan, e a assessora técnica do escritório regional, Ana Carla Pecego da Silva, entre outros participantes.

Os pesquisadores discutiram avanços na vigilância genômica do SARS-CoV-2, a partir da colaboração estabelecida entre CDC, IOC e unidades regionais da Fiocruz no Amazonas, Ceará e Pernambuco, que integram a Rede Genômica Fiocruz. Também abordaram propostas para a aprimorar a vigilância do vírus influenza, causador da gripe.

À tarde, a chefe do Laboratório de Pesquisa em Infecção Hospitalar, Ana Paula Assef, recebeu o grupo juntamente com a equipe do Laboratório. O encontro abordou avanços no programa para fortalecimento do Sistema de Vigilância Brasileiro à Resistência Antimicrobiana, que foi selecionado, no ano passado, em edital do CDC.

Renovada para o segundo ano de atividades, a iniciativa prevê a ampliação da rede de hospitais e laboratórios capacitados para a detecção e análise dos microrganismos resistentes. O objetivo é alcançar todo o território brasileiro até 2026.

Edição: 
Vinicius Ferreira

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)