
A Medalha Milton Ozório Moraes foi criada em 2025 pelo Conselho Deliberativo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) como uma forma de manter vivo o legado do pesquisador que dedicou sua vida ao estudo da hansenÃase.
A honraria tem como objetivo reconhecer contribuições de destaque na epidemiologia das doenças genéticas, área em que Milton atuou com profundidade cientÃfica e compromisso social.

Sua primeira edição aconteceu durante o segundo ato do Simpósio IOC Jubileu 125 anos, em agosto. A agraciada foi a lÃder do Setor de Biologia Molecular do Laboratório de HansenÃase, Fernanda Kehdy, que assumiu a coordenação do setor fundado por Milton. A indicação partiu de uma de suas orientandas, como gesto de reconhecimento pela continuidade das linhas de pesquisa construÃdas pelo cientista.
A medalha também foi entregue simbolicamente à famÃlia de Milton, representada por seus filhos e por sua mãe, Lúcia Ozório, que destacou a importância da homenagem como expressão da 'ciência amorosa' praticada pelo pesquisador.

Milton Ozório Moraes (1971–2022) foi um dos nomes centrais da pesquisa em hansenÃase no Brasil. Ex-chefe do Laboratório de HansenÃase do IOC, dedicou mais de duas décadas à saúde pública, unindo genética, imunologia e inovação.
Formado e mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutorou-se no IOC e produziu mais de 170 artigos, formando dezenas de mestres e doutores.
Reconhecido pelo Prêmio Carlos Slim de Saúde (2022) e pelo Prêmio Bacurau (2021), foi bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq) e do Cientista do Nosso Estado da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), além de ter sido afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Faleceu aos 51 anos, deixando um legado de excelência cientÃfica, compromisso social e generosidade na formação de pessoas.


A Medalha Milton Ozório Moraes foi criada em 2025 pelo Conselho Deliberativo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) como uma forma de manter vivo o legado do pesquisador que dedicou sua vida ao estudo da hansenÃase. Â
A honraria tem como objetivo reconhecer contribuições de destaque na epidemiologia das doenças genéticas, área em que Milton atuou com profundidade cientÃfica e compromisso social.Â

Sua primeira edição aconteceu durante o segundo ato do Simpósio IOC Jubileu 125 anos, em agosto. A agraciada foi a lÃder do Setor de Biologia Molecular do Laboratório de HansenÃase, Fernanda Kehdy, que assumiu a coordenação do setor fundado por Milton. A indicação partiu de uma de suas orientandas, como gesto de reconhecimento pela continuidade das linhas de pesquisa construÃdas pelo cientista.Â
A medalha também foi entregue simbolicamente à famÃlia de Milton, representada por seus filhos e por sua mãe, Lúcia Ozório, que destacou a importância da homenagem como expressão da 'ciência amorosa' praticada pelo pesquisador.Â

Milton Ozório Moraes (1971–2022) foi um dos nomes centrais da pesquisa em hansenÃase no Brasil. Ex-chefe do Laboratório de HansenÃase do IOC, dedicou mais de duas décadas à saúde pública, unindo genética, imunologia e inovação.Â
Formado e mestre pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), doutorou-se no IOC e produziu mais de 170 artigos, formando dezenas de mestres e doutores. Â
Reconhecido pelo Prêmio Carlos Slim de Saúde (2022) e pelo Prêmio Bacurau (2021), foi bolsista de produtividade em pesquisa do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq) e do Cientista do Nosso Estado da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (Faperj), além de ter sido afiliado da Academia Brasileira de Ciências (ABC). Faleceu aos 51 anos, deixando um legado de excelência cientÃfica, compromisso social e generosidade na formação de pessoas.Â

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)