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Resposta aos desafios da doença de Chagas

Pesquisadores de instituições nacionais e internacionais se reuniram para alinhar estratégias de combate à doença
Por Lucas Rocha28/05/2015 - Atualizado em 10/12/2019
Pesquisadores de instituições nacionais e internacionais se reuniram para alinhar estratégias de combate à doença

Discutir os desafios da doença de Chagas. Com este objetivo, cerca de 70 representantes de instituições nacionais e internacionais e pesquisadores das unidades e centros regionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) se reuniram para o XII Encontro do Programa Translacional em Doenças de Chagas (FioChagas), realizado entre os dias 19 e 21 de maio, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Participaram da cerimônia de abertura o diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Wilson Savino, e o vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rodrigo Stabeli. Um dos destaques do evento foi a apresentação das novas diretrizes do Programa que, a partir dessa edição, passou a se chamar ‘Programa Translacional em Doenças de Chagas – FioChagas’, em substituição da antiga nomenclatura ‘Programa Integrado de Doença de Chagas’ (PIDC). De acordo com Rubem Menna-Barreto, um dos coordenadores do Programa, desenvolver estratégias de combate à doença foi um dos objetivos principais da reunião. “Para tentar resolver o problema do agravo no país, devemos traçar metas conjuntas entre o meio acadêmico, incluindo pesquisa e assistência, alinhadas às necessidades dos pacientes e às ações do Ministério da Saúde”, destacou o pesquisador do Laboratório de Biologia Celular do IOC.

Gutemberg Brito

Um dos objetivos principais do encontro foi alinhar estratégias de enfrentamento da doença, segundo Rubem Menna-Barreto


Para fomentar o desenvolvimento de propostas que considerem novas abordagens para o enfrentamento da doença, o encontro contou com a participação de diversos especialistas, reunindo profissionais e pesquisadores das áreas biomédica, clínica, de desenvolvimento tecnológico e em saúde coletiva. “Aproximamos diferentes vertentes da doença de Chagas: do diagnóstico à assistência ao paciente. Buscamos trabalhar de forma mais integrada, visando produzir uma política ou produto, de maneira mais rápida e eficiente”, salientou Rubem. Discussões e desdobramentos

Ao longo da programação, mesas redondas incluíram temas de importância, como o atual panorama da doença de Chagas, a pesquisa clínica e o controle de vetores e parasitos. O encontro também apresentou novidades em diagnóstico e perspectivas de parcerias público-privadas voltadas o combate ao agravo.

Gutemberg Brito

'FioChagas' contou com a presença de cerca de 70 pesquisadores de instituições nacionais e internacionais


Um dos principais desdobramentos do encontro foi o alinhamento de propostas de produtos que respondam aos atuais desafios da doença de Chagas. De acordo com Rubem, as propostas são abrangentes, incluindo políticas públicas, tecnologias e novas abordagens voltadas para o agravo. Projetos formulados pelo grupo serão submetidos ao edital ‘Políticas Públicas e Modelos de Atenção à Saúde’, vinculado à Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz. Dentre outros objetivos, o edital busca promover o desenvolvimento de pesquisa que resulte em produtos direcionados à melhoria da saúde da população, dos serviços de saúde e do SUS. Lucas Rocha 02/06/2015 .
Pesquisadores de instituições nacionais e internacionais se reuniram para alinhar estratégias de combate à doença
Por: 
lucas

Pesquisadores de instituições nacionais e internacionais se reuniram para alinhar estratégias de combate à doença



Discutir os desafios da doença de Chagas. Com este objetivo, cerca de 70 representantes de instituições nacionais e internacionais e pesquisadores das unidades e centros regionais da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) se reuniram para o XII Encontro do Programa Translacional em Doenças de Chagas (FioChagas), realizado entre os dias 19 e 21 de maio, em Teresópolis, região serrana do Rio de Janeiro. Participaram da cerimônia de abertura o diretor do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Wilson Savino, e o vice-presidente de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz, Rodrigo Stabeli. Um dos destaques do evento foi a apresentação das novas diretrizes do Programa que, a partir dessa edição, passou a se chamar ‘Programa Translacional em Doenças de Chagas – FioChagas’, em substituição da antiga nomenclatura ‘Programa Integrado de Doença de Chagas’ (PIDC).

De acordo com Rubem Menna-Barreto, um dos coordenadores do Programa, desenvolver estratégias de combate à doença foi um dos objetivos principais da reunião. “Para tentar resolver o problema do agravo no país, devemos traçar metas conjuntas entre o meio acadêmico, incluindo pesquisa e assistência, alinhadas às necessidades dos pacientes e às ações do Ministério da Saúde”, destacou o pesquisador do Laboratório de Biologia Celular do IOC.

Gutemberg Brito

Um dos objetivos principais do encontro foi alinhar estratégias de enfrentamento da doença, segundo Rubem Menna-Barreto



Para fomentar o desenvolvimento de propostas que considerem novas abordagens para o enfrentamento da doença, o encontro contou com a participação de diversos especialistas, reunindo profissionais e pesquisadores das áreas biomédica, clínica, de desenvolvimento tecnológico e em saúde coletiva. “Aproximamos diferentes vertentes da doença de Chagas: do diagnóstico à assistência ao paciente. Buscamos trabalhar de forma mais integrada, visando produzir uma política ou produto, de maneira mais rápida e eficiente”, salientou Rubem.

Discussões e desdobramentos



Ao longo da programação, mesas redondas incluíram temas de importância, como o atual panorama da doença de Chagas, a pesquisa clínica e o controle de vetores e parasitos. O encontro também apresentou novidades em diagnóstico e perspectivas de parcerias público-privadas voltadas o combate ao agravo.

Gutemberg Brito

'FioChagas' contou com a presença de cerca de 70 pesquisadores de instituições nacionais e internacionais



Um dos principais desdobramentos do encontro foi o alinhamento de propostas de produtos que respondam aos atuais desafios da doença de Chagas. De acordo com Rubem, as propostas são abrangentes, incluindo políticas públicas, tecnologias e novas abordagens voltadas para o agravo. Projetos formulados pelo grupo serão submetidos ao edital ‘Políticas Públicas e Modelos de Atenção à Saúde’, vinculado à Vice-Presidência de Pesquisa e Laboratórios de Referência da Fiocruz. Dentre outros objetivos, o edital busca promover o desenvolvimento de pesquisa que resulte em produtos direcionados à melhoria da saúde da população, dos serviços de saúde e do SUS.

Lucas Rocha
02/06/2015
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Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)