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Ciência com pipoca

Informação, conhecimento e diversão marcaram a feira de ciências promovida pelo Instituto Oswaldo Cruz em uma escola da Zona Oeste do Rio de Janeiro
Por Vinicius Ferreira29/08/2017 - Atualizado em 10/12/2019
Informação, conhecimento e diversão marcaram a feira de ciências promovida pelo Instituto em escola do Rio de Janeiro

23 de agosto de 2017, um dia para ficar guardado na memória. Esse é o sentimento partilhado por alunos e professores da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que participaram da ‘I Feira de Ciências com Pipoca – da natureza ao lúdico: educação, ciência e promoção da saúde’. Promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em parceria com o Núcleo de Promoção da Saúde do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), o evento buscou despertar e incentivar a comunidade escolar para a ciência e pesquisa. As mais de duas dezenas de atividades desenvolvidas por pesquisadores e pós-graduandos possibilitaram a construção do conhecimento de forma interdisciplinar e criativa.

Gabriel Guimarães

O ambiente escolar tradicional ganhou ares de um instituto de pesquisa, com microscópios, imagens científicas e objetos de estudo


Cerca de 800 crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano participaram de mostras científicas, palestras e oficinas dos mais variados temas, como características das borboletas, a importância do sono, o papel da biossegurança na ciência, curiosidades sobre o mosquito Aedes aegypti, além de alertas sobre a correta utilização de medicamentos e o perigo que ‘dietas da moda’ podem acarretar à saude. “Os temas abordados foram criteriosamente definidos com a ajuda do corpo docente da escola para que se adequassem à grade curricular. Os alunos tiveram acesso a conteúdos que serviram como complemento do estudado em sala ou foram introduzidos a informações que ainda serão abordadas pelos professores”, explicou o técnico em saúde pública do Laboratório de Doenças Parasitárias do IOC, Wagner Lança Passos, idealizador e coordenador da iniciativa. O auditório da escola foi transformado em uma sala de cinema para a exibição do documentário ‘O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti - para combatê-lo é preciso conhecê-lo’, produzido pelo Setor de Produção e Tratamento de Imagem do IOC. E como sugere o nome da iniciativa, teve até pipoca. “Foi fascinante ver os 140 lugares do auditório ocupados por estudantes atentos e muito interessados. Sem conhecer esse pequeno inseto não conseguiremos combatê-lo”, completou Wagner.

Gabriel Guimarães

Uma das atividades que movimentaram a iniciativa foi a caverna itinerante 'A riqueza na escuridão', em que os participantes puderam conhecer mais sobre os hábitos de animais noturnos, como morcegos, corujas, sapos e cobras


O evento contou com a parceria do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz), da Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi (COGIC/Fiocruz), do Museu da Vida (COC/Fiocruz), do Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores (Nosmove/Fiocruz) e da União dos Escoteiros do Brasil. Do IOC, participaram o Laboratório de Patologia, o Laboratório de Doenças Parasitárias e o Setor de Produção e Tratamento de Imagem. Reportagem: Vinicius Ferreira 29/08/2017
Informação, conhecimento e diversão marcaram a feira de ciências promovida pelo Instituto Oswaldo Cruz em uma escola da Zona Oeste do Rio de Janeiro
Por: 
viniciusferreira

Informação, conhecimento e diversão marcaram a feira de ciências promovida pelo Instituto em escola do Rio de Janeiro

23 de agosto de 2017, um dia para ficar guardado na memória. Esse é o sentimento partilhado por alunos e professores da Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, que participaram da ‘I Feira de Ciências com Pipoca – da natureza ao lúdico: educação, ciência e promoção da saúde’. Promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), em parceria com o Núcleo de Promoção da Saúde do Instituto de Tecnologia em Fármacos (Farmanguinhos/Fiocruz), o evento buscou despertar e incentivar a comunidade escolar para a ciência e pesquisa. As mais de duas dezenas de atividades desenvolvidas por pesquisadores e pós-graduandos possibilitaram a construção do conhecimento de forma interdisciplinar e criativa.

Gabriel Guimarães

O ambiente escolar tradicional ganhou ares de um instituto de pesquisa, com microscópios, imagens científicas e objetos de estudo


Cerca de 800 crianças e adolescentes do 6º ao 9º ano participaram de mostras científicas, palestras e oficinas dos mais variados temas, como características das borboletas, a importância do sono, o papel da biossegurança na ciência, curiosidades sobre o mosquito Aedes aegypti, além de alertas sobre a correta utilização de medicamentos e o perigo que ‘dietas da moda’ podem acarretar à saude. “Os temas abordados foram criteriosamente definidos com a ajuda do corpo docente da escola para que se adequassem à grade curricular. Os alunos tiveram acesso a conteúdos que serviram como complemento do estudado em sala ou foram introduzidos a informações que ainda serão abordadas pelos professores”, explicou o técnico em saúde pública do Laboratório de Doenças Parasitárias do IOC, Wagner Lança Passos, idealizador e coordenador da iniciativa.

O auditório da escola foi transformado em uma sala de cinema para a exibição do documentário ‘O mundo macro e micro do mosquito Aedes aegypti - para combatê-lo é preciso conhecê-lo’, produzido pelo Setor de Produção e Tratamento de Imagem do IOC. E como sugere o nome da iniciativa, teve até pipoca. “Foi fascinante ver os 140 lugares do auditório ocupados por estudantes atentos e muito interessados. Sem conhecer esse pequeno inseto não conseguiremos combatê-lo”, completou Wagner.

Gabriel Guimarães

Uma das atividades que movimentaram a iniciativa foi a caverna itinerante 'A riqueza na escuridão', em que os participantes puderam conhecer mais sobre os hábitos de animais noturnos, como morcegos, corujas, sapos e cobras


O evento contou com a parceria do Instituto de Ciência e Tecnologia em Biomodelos (ICTB/Fiocruz), da Coordenação-Geral de Infraestrutura dos Campi (COGIC/Fiocruz), do Museu da Vida (COC/Fiocruz), do Núcleo Operacional Sentinela de Mosquitos Vetores (Nosmove/Fiocruz) e da União dos Escoteiros do Brasil. Do IOC, participaram o Laboratório de Patologia, o Laboratório de Doenças Parasitárias e o Setor de Produção e Tratamento de Imagem.

Reportagem: Vinicius Ferreira
29/08/2017

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)