Cada vez mais apuradas, as técnicas de microscopia abriram as portas para um universo de investigações na pesquisa cientÃfica, revelando aquilo que os olhos humanos não conseguem enxergar. As belezas e detalhes presentes em mais de 20 imagens cientÃficas produzidas por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e de instituições de ensino e pesquisa de diversas regiões do Brasil são destaques da exposição ‘Mundos InvisÃveis – Mostra de Arte CientÃfica BrasileiraÂ’. Iniciativa do Museu do Amanhã em parceria com o coletivo multidisciplinar Art Bio, a mostra fica em cartaz até o dia 07 de janeiro de 2018, de terça-feira a domingo, das 10h à s 17h, no Museu do Amanhã (Praça Mauá, 1, Centro, Rio de Janeiro). Às terças-feiras, a visitação é gratuita. A semelhança com a paisagem da natureza foi a inspiração para o nome ‘Folhas ao VentoÂ’, atribuÃdo à imagem de autoria dos pesquisadores Jacenir Mallet, do Laboratório Interdisciplinar de Vigilância Entomológica em DÃptera e HemÃptera, e Jeronimo Alencar, do Laboratório de DÃptera do IOC. A imagem obtida por meio de microscopia eletrônica de varredura mostra o detalhe da asa de um mosquito do gênero Haemagogus, transmissor do vÃrus da febre amarela silvestre no Brasil.
Jacenir Mallet e Jeronimo Alencar

Imagem da asa de mosquito Haemagogus janthinomys (Diptera: Culicidae), transmissor da febre amarela silvestre no Brasil
Maria de Nazaré Soeiro e Anissa Daliry

Dois protozoários Trypanosoma cruzi, causadores da doença de Chagas, em detalhe da obra ‘Parasitos entrelaçados’, que faz parte da exposição em cartaz no Museu do Amanhã
Imagens cientÃficas de pesquisadores do IOC capturadas a partir da técnica de microscopia eletrônica integram exposição em cartaz até janeiro de 2018, no Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro
Cada vez mais apuradas, as técnicas de microscopia abriram as portas para um universo de investigações na pesquisa cientÃfica, revelando aquilo que os olhos humanos não conseguem enxergar. As belezas e detalhes presentes em mais de 20 imagens cientÃficas produzidas por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e de instituições de ensino e pesquisa de diversas regiões do Brasil são destaques da exposição ‘Mundos InvisÃveis – Mostra de Arte CientÃfica BrasileiraÂ’. Iniciativa do Museu do Amanhã em parceria com o coletivo multidisciplinar Art Bio, a mostra fica em cartaz até o dia 07 de janeiro de 2018, de terça-feira a domingo, das 10h à s 17h, no Museu do Amanhã (Praça Mauá, 1, Centro, Rio de Janeiro). Às terças-feiras, a visitação é gratuita.
A semelhança com a paisagem da natureza foi a inspiração para o nome ‘Folhas ao VentoÂ’, atribuÃdo à imagem de autoria dos pesquisadores Jacenir Mallet, do Laboratório Interdisciplinar de Vigilância Entomológica em DÃptera e HemÃptera, e Jeronimo Alencar, do Laboratório de DÃptera do IOC. A imagem obtida por meio de microscopia eletrônica de varredura mostra o detalhe da asa de um mosquito do gênero Haemagogus, transmissor do vÃrus da febre amarela silvestre no Brasil.
Jacenir Mallet e Jeronimo Alencar

Imagem da asa de mosquito Haemagogus janthinomys (Diptera: Culicidae), transmissor da febre amarela silvestre no Brasil
Já a imagem ‘Parasitos entrelaçados’ destaca a figura de dois protozoários Trypanosoma cruzi, causadores da doença de Chagas, agravo considerado negligenciado, que afeta 7 milhões de pessoas no mundo, principalmente na América Latina. A imagem produzida pelas pesquisadoras Maria de Nazaré Soeiro, do Laboratório de Biologia Celular, e Anissa Daliry, do Laboratório de Investigação Cardiovascular do IOC, com o uso de um microscópio eletrônico de varredura, fez parte dos estudos do efeito de novos compostos para o tratamento da doença de Chagas.
Maria de Nazaré Soeiro e Anissa Daliry

Dois protozoários Trypanosoma cruzi, causadores da doença de Chagas, em detalhe da obra ‘Parasitos entrelaçados’, que faz parte da exposição em cartaz no Museu do Amanhã
A técnica de microscopia eletrônica de varredura permite observar aspectos relativos à morfologia e superfÃcie de amostras biológicas e de diversas origens, como superfÃcies metálicas e cristais, por exemplo. Com o equipamento, é possÃvel produzir imagens de alta resolução da superfÃcie de uma amostra, com aparência tridimensional caracterÃstica, possibilitando a avaliação da estrutura superficial.
Reportagem: Lucas Rocha
17/10/2017
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)