Aliada à pesquisa cientÃfica, a tecnologia pode melhorar a qualidade de vida e o tratamento de diversos tipos de doença.
Um desses recursos, a utilização de métodos computacionais foi destaque do curso internacional 'Host-pathogen interactions: application of computational methods to leishmaniasis and other pathogens' promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), entre os dias 16 e 17 de novembro.
A iniciativa, que discutiu a aplicação de métodos computacionais à s leishmanioses e outras doenças - como a hansenÃase e a doença de Chagas, reuniu cerca de 60 pesquisadores e estudantes.
A atividade contou com o apoio da Coordenação Geral da Pós-graduação da Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Fundo Newton.
Cerca de 60 estudantes e pesquisadores da Fiocruz e de outras instituições de pesquisa participaram do curso. Foto: Gutemberg Brito
O uso de ferramentas moleculares e genômicas pode ampliar o conhecimento dos processos de adoecimento, por meio de estratégias que envolvem a relação entre patógenos e hospedeiros.
Para discutir o tema, o curso recebeu especialistas com experiências distintas, como Mark Coles, da University of York, na Inglaterra, que abordou a modelagem computacional como apoio para a compreensão das funções do sistema imunológico.
Já Paul Kaye, da mesma instituição, apresentou estudo que avalia a redução da utilização de animais no desenvolvimento de medicamentos contra a leishmaniose por meio do uso de modelos de simulação.
Aliada à pesquisa cientÃfica, a tecnologia pode melhorar a qualidade de vida e o tratamento de diversos tipos de doença.
Um desses recursos, a utilização de métodos computacionais foi destaque do curso internacional 'Host-pathogen interactions: application of computational methods to leishmaniasis and other pathogens' promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), entre os dias 16 e 17 de novembro.
A iniciativa, que discutiu a aplicação de métodos computacionais à s leishmanioses e outras doenças - como a hansenÃase e a doença de Chagas, reuniu cerca de 60 pesquisadores e estudantes.
A atividade contou com o apoio da Coordenação Geral da Pós-graduação da Fiocruz, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e do Fundo Newton.
Cerca de 60 estudantes e pesquisadores da Fiocruz e de outras instituições de pesquisa participaram do curso. Foto: Gutemberg Brito
O uso de ferramentas moleculares e genômicas pode ampliar o conhecimento dos processos de adoecimento, por meio de estratégias que envolvem a relação entre patógenos e hospedeiros.
Para discutir o tema, o curso recebeu especialistas com experiências distintas, como Mark Coles, da University of York, na Inglaterra, que abordou a modelagem computacional como apoio para a compreensão das funções do sistema imunológico.
Já Paul Kaye, da mesma instituição, apresentou estudo que avalia a redução da utilização de animais no desenvolvimento de medicamentos contra a leishmaniose por meio do uso de modelos de simulação.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)