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Às vésperas de completar 113 anos, IOC alcança a marca de duas mil defesas de teses e dissertações

Sessão especial do Centro de Estudos abordou o Ensino em Stricto sensu e inaugurou as comemorações pelo aniversário do Instituto
Por Jornalismo IOC07/05/2013 - Atualizado em 10/12/2019

Sessão especial do Centro de Estudos abordou o Ensino em Stricto sensu e inaugurou as comemorações pelo aniversário do Instituto

Nesta sexta-feira (10/05), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) comemorou a marca de duas mil defesas, dentre dissertações de mestrado e teses de doutorado, realizadas ao longo dos seus quase 35 anos de Ensino em Stricto sensu. Para comemorar esta conquista e a chegada do 113º aniversário do Instituto (25/05), foi realizada uma sessão especial do Centro de Estudos, intitulada \'Duas mil defesas no IOC: Ensino e Pesquisa para a Saúde\'. A pesquisadora e atual Vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Helene Barbosa, proferiu a palestra de abertura, seguida do segundo ciclo de apresentação dos Programas de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular, Medicina Tropical e Ensino em Biociências e Saúde, que contou com a presença dos seus respectivos coordenadores. O trabalho de número 2.000 também foi apresentado na ocasião: a dissertação da estudante recém-titulada pelo curso de Mestrado de Biologia Celular e Molecular, Líndice Mitie Nisimura, e chamado Investigação das alterações vasculares e de mecanismos reguladores da angiogênese na doença de Chagas aguda em modelo experimental murino.

De acordo com Helene, esta conquista é fruto do compromisso assumido por Oswaldo Cruz, há mais de 100 anos. Quando criou o Curso de Aplicação de Manguinhos, primeira iniciativa brasileira que se assemelha à Pós-graduação, em 1908, Oswaldo Cruz deixou claro que a missão desta Casa deveria ir além da Pesquisa e da produção de imunobiológicos, atividades centrais na época. Ele queria que o IOC oferecesse uma formação de excelência para as gerações de pesquisadores que se dedicariam à Saúde Pública brasileira. Se estivesse aqui, creio que estaria orgulhoso, disse a pesquisadora, ressaltando que a quantidade, de acordo com ela, caminha ao lado da qualidade no IOC. Nos últimos anos, o Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS e o Prêmio Capes de Teses têm elegido trabalhos de nossos alunos como os melhores do Brasil. Ano passado, por exemplo, a Capes agraciou, na categoria Ciências Biológicas III, a tese de uma aluna sobre novos quimioterápicos para doença de Chagas, agravo que imortalizou nossos patronos, lembrou.

A diretora do IOC, Tania Araújo-Jorge, que atualmente participa do Conselho Técnico-Científico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reafirmou o orgulho do Instituto em manter seus seis Programas de Pós-graduação com condições de contribuir cada vez mais solidamente para a formação de cientistas no país. Ela destacou, ainda, o empenho dos orientadores e das coordenações dos programas.

Isadora Marinho
7/5/2013 - atualizado em 9/5/2013

Sessão especial do Centro de Estudos abordou o Ensino em Stricto sensu e inaugurou as comemorações pelo aniversário do Instituto
Por: 
jornalismo

Sessão especial do Centro de Estudos abordou o Ensino em Stricto sensu e inaugurou as comemorações pelo aniversário do Instituto

Nesta sexta-feira (10/05), o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) comemorou a marca de duas mil defesas, dentre dissertações de mestrado e teses de doutorado, realizadas ao longo dos seus quase 35 anos de Ensino em Stricto sensu. Para comemorar esta conquista e a chegada do 113º aniversário do Instituto (25/05), foi realizada uma sessão especial do Centro de Estudos, intitulada \'Duas mil defesas no IOC: Ensino e Pesquisa para a Saúde\'. A pesquisadora e atual Vice-diretora de Ensino, Informação e Comunicação, Helene Barbosa, proferiu a palestra de abertura, seguida do segundo ciclo de apresentação dos Programas de Pós-graduação em Biologia Celular e Molecular, Medicina Tropical e Ensino em Biociências e Saúde, que contou com a presença dos seus respectivos coordenadores. O trabalho de número 2.000 também foi apresentado na ocasião: a dissertação da estudante recém-titulada pelo curso de Mestrado de Biologia Celular e Molecular, Líndice Mitie Nisimura, e chamado Investigação das alterações vasculares e de mecanismos reguladores da angiogênese na doença de Chagas aguda em modelo experimental murino.



De acordo com Helene, esta conquista é fruto do compromisso assumido por Oswaldo Cruz, há mais de 100 anos. Quando criou o Curso de Aplicação de Manguinhos, primeira iniciativa brasileira que se assemelha à Pós-graduação, em 1908, Oswaldo Cruz deixou claro que a missão desta Casa deveria ir além da Pesquisa e da produção de imunobiológicos, atividades centrais na época. Ele queria que o IOC oferecesse uma formação de excelência para as gerações de pesquisadores que se dedicariam à Saúde Pública brasileira. Se estivesse aqui, creio que estaria orgulhoso, disse a pesquisadora, ressaltando que a quantidade, de acordo com ela, caminha ao lado da qualidade no IOC. Nos últimos anos, o Prêmio de Incentivo em Ciência e Tecnologia para o SUS e o Prêmio Capes de Teses têm elegido trabalhos de nossos alunos como os melhores do Brasil. Ano passado, por exemplo, a Capes agraciou, na categoria Ciências Biológicas III, a tese de uma aluna sobre novos quimioterápicos para doença de Chagas, agravo que imortalizou nossos patronos, lembrou.

A diretora do IOC, Tania Araújo-Jorge, que atualmente participa do Conselho Técnico-Científico da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), reafirmou o orgulho do Instituto em manter seus seis Programas de Pós-graduação com condições de contribuir cada vez mais solidamente para a formação de cientistas no país. Ela destacou, ainda, o empenho dos orientadores e das coordenações dos programas.

Isadora Marinho

7/5/2013 - atualizado em 9/5/2013


Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)