Pesquisadores do IOC foram selecionados nos editais do CNPq ‘Programa Editorial’ e ‘Novas Terapias Portadoras de Futuro’
Uma boa notÃcia à s vésperas da chegada do ano novo: pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) acabam de ter projetos aprovados em dois editais do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq), garantindo, para 2014, recursos para uma pesquisa inédita sobre câncer e para a centenária revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz.
Criado em 1909 pelo próprio Oswaldo Cruz e considerado um dos periódicos cientÃficos mais antigos da América Latina, a revista Memórias recebeu um apoio de R$ 140.000 através da chamada ‘Programa Editorial’. O edital tinha o objetivo de apoiar e incentivar a editoração e a publicação de revistas cientÃficas brasileiras, em especial as de livre acesso e formato eletrônico. A Memórias, que atende a estes requisitos, disponibiliza artigos nacionais e estrangeiros com achados sobre doenças negligenciadas e biologia parasitária. A chamada disponibilizou um montante de R$ 6 milhões, sendo 50% oriundos do CNPq e 50% da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NÃvel Superior (Capes).
Já a proposta intitulada ‘Biotecnologia aplicada à inovação terapêutica para o câncer no Brasil’, elaborada pela chefe do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática, Mariana Caldas Waghabi, e pelo pesquisador Wim Degrave, foi selecionada pelo edital do CNPq ‘Novas Terapias Portadoras de Futuro’. O projeto conta com a colaboração de cientistas do Instituto Nacional do Câncer (INCa), no Rio de Janeiro, e do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP). A iniciativa do CNPQ visava apoiar projetos que envolvessem anticorpos monoclonais, medicina regenerativa com ênfase na bioengenharia de órgãos para transplante, tecnologias de RNAs de interferência e edição de genomas em suas linhas de pesquisa. Foram alocados cerca de R$ 19 milhões, oriundos dos fundos setoriais CT-Saúde e CT-Biotecnologia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) e do Departamento do Complexo Industrial da Saúde (Deciis), ambas vinculadas à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (SCTIE/MS).
12/12/2013
Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Pesquisadores do IOC foram selecionados nos editais do CNPq ‘Programa Editorial’ e ‘Novas Terapias Portadoras de Futuro’
Uma boa notÃcia à s vésperas da chegada do ano novo: pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) acabam de ter projetos aprovados em dois editais do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq), garantindo, para 2014, recursos para uma pesquisa inédita sobre câncer e para a centenária revista Memórias do Instituto Oswaldo Cruz.
Criado em 1909 pelo próprio Oswaldo Cruz e considerado um dos periódicos cientÃficos mais antigos da América Latina, a revista Memórias recebeu um apoio de R$ 140.000 através da chamada ‘Programa Editorial’. O edital tinha o objetivo de apoiar e incentivar a editoração e a publicação de revistas cientÃficas brasileiras, em especial as de livre acesso e formato eletrônico. A Memórias, que atende a estes requisitos, disponibiliza artigos nacionais e estrangeiros com achados sobre doenças negligenciadas e biologia parasitária. A chamada disponibilizou um montante de R$ 6 milhões, sendo 50% oriundos do CNPq e 50% da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de NÃvel Superior (Capes).
Já a proposta intitulada ‘Biotecnologia aplicada à inovação terapêutica para o câncer no Brasil’, elaborada pela chefe do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática, Mariana Caldas Waghabi, e pelo pesquisador Wim Degrave, foi selecionada pelo edital do CNPq ‘Novas Terapias Portadoras de Futuro’. O projeto conta com a colaboração de cientistas do Instituto Nacional do Câncer (INCa), no Rio de Janeiro, e do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP). A iniciativa do CNPQ visava apoiar projetos que envolvessem anticorpos monoclonais, medicina regenerativa com ênfase na bioengenharia de órgãos para transplante, tecnologias de RNAs de interferência e edição de genomas em suas linhas de pesquisa. Foram alocados cerca de R$ 19 milhões, oriundos dos fundos setoriais CT-Saúde e CT-Biotecnologia, do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI); do Departamento de Ciência e Tecnologia (Decit) e do Departamento do Complexo Industrial da Saúde (Deciis), ambas vinculadas à Secretaria de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde (SCTIE/MS).
12/12/2013
Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)