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Diretora do IOC recebe título de doutora honoris causa

Honraria da Universidade Grenoble Alpes, da França, reconhece o trabalho de Tania Araujo-Jorge nas áreas da doença de Chagas e do ensino, além do combate ao SARS-CoV-2
Por Maíra Menezes08/07/2022 - Atualizado em 20/07/2022

A diretora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Tania Cremonini de Araujo-Jorge, foi agraciada com o título de doutora honoris causa pela Universidade Grenoble Alpes, da França. Ao conceder o reconhecimento, a instituição francesa destacou o trabalho da cientista na investigação sobre mecanismos e novos tratamentos da doença de Chagas, assim como sua atuação no campo do ensino em ciências e na luta contra o SARS-CoV-2.

O comunicado ressaltou também o papel da pesquisadora em parcerias com cientistas da Universidade Grenoble Alpes, que reforçam a interdisciplinaridade contra os desafios científicos, sociais e ambientais atuais. A entrega da honraria será realizada em 2023.

Primeira mulher a ocupar o cargo de diretora do IOC, Tania foi eleita em 2021 para seu terceiro mandato à frente da diretoria do Instituto. Com mais de 200 artigos e capítulos de livros publicados, atua nas áreas de inovações em doenças negligenciadas, farmacologia aplicada e ensino de ciências, com desenvolvimento de materiais educativos e de tecnologias sociais que articulam ciência, arte e saúde.

Fundadora do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC, a cientista é líder do Projeto Selênio, primeiro estudo clínico sobre o efeito da suplementação com selênio na cardiopatia chagásica crônica.

Entre outros reconhecimentos, recebeu o Prêmio Baldacci de publicação científica em doença de Chagas, em 2012. Desde 2020, é uma das coordenadoras do Programa de Pesquisa Translacional em Doenças de Chagas da Fiocruz (Fio-Chagas).

No campo do ensino, Tania foi uma das fundadoras e coordenadora, de 2018 a 2021, do Programa de Pós-Graduação em Ensino em Biociências e Saúde do IOC, atualmente avaliado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com conceito 6. Entre 2013 e 2018, a cientista foi coordenadora da Área de Pós-Graduação em Ensino da Capes, participando do Conselho Técnico Científico do Ensino Superior.

Honraria da Universidade Grenoble Alpes, da França, reconhece o trabalho de Tania Araujo-Jorge nas áreas da doença de Chagas e do ensino, além do combate ao SARS-CoV-2
Por: 
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A diretora do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Tania Cremonini de Araujo-Jorge, foi agraciada com o título de doutora honoris causa pela Universidade Grenoble Alpes, da França. Ao conceder o reconhecimento, a instituição francesa destacou o trabalho da cientista na investigação sobre mecanismos e novos tratamentos da doença de Chagas, assim como sua atuação no campo do ensino em ciências e na luta contra o SARS-CoV-2.

O comunicado ressaltou também o papel da pesquisadora em parcerias com cientistas da Universidade Grenoble Alpes, que reforçam a interdisciplinaridade contra os desafios científicos, sociais e ambientais atuais. A entrega da honraria será realizada em 2023.

Primeira mulher a ocupar o cargo de diretora do IOC, Tania foi eleita em 2021 para seu terceiro mandato à frente da diretoria do Instituto. Com mais de 200 artigos e capítulos de livros publicados, atua nas áreas de inovações em doenças negligenciadas, farmacologia aplicada e ensino de ciências, com desenvolvimento de materiais educativos e de tecnologias sociais que articulam ciência, arte e saúde.

Fundadora do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC, a cientista é líder do Projeto Selênio, primeiro estudo clínico sobre o efeito da suplementação com selênio na cardiopatia chagásica crônica.

Entre outros reconhecimentos, recebeu o Prêmio Baldacci de publicação científica em doença de Chagas, em 2012. Desde 2020, é uma das coordenadoras do Programa de Pesquisa Translacional em Doenças de Chagas da Fiocruz (Fio-Chagas).

No campo do ensino, Tania foi uma das fundadoras e coordenadora, de 2018 a 2021, do Programa de Pós-Graduação em Ensino em Biociências e Saúde do IOC, atualmente avaliado pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com conceito 6. Entre 2013 e 2018, a cientista foi coordenadora da Área de Pós-Graduação em Ensino da Capes, participando do Conselho Técnico Científico do Ensino Superior.

Permitido a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)