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Pesquisador do IOC é homenageado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária

Parasitologista recebeu o Prêmio Páreo Médico Veterinário, concedido a profissionais que se destacam na profissão no estado do Rio de Janeiro
Por Maíra Menezes24/11/2022 - Atualizado em 01/12/2022

O chefe substituto do Laboratório de Biologia de Tripanosomatídeos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), André Roque, foi homenageado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ).

O pesquisador recebeu o Prêmio Páreo Médico Veterinário, honraria concedida aos profissionais que se destacam pelos serviços prestados à medicina veterinária no estado. 

A cerimônia de entrega da premiação foi realizada no dia 21 de novembro, na sede do Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.

O pesquisador André Roque recebeu a placa de homenagem entregue pelo presidente do CRMV-RJ, Romulo Spinelli. Foto: Divulgação CRMV-RJ

A homenagem é parte das celebrações pelo Dia do Médico Veterinário, comemorado em 9 de setembro. Este ano, a entrega do prêmio foi adiada em respeito à legislação eleitoral, que restringe ações de divulgação promovidas por órgãos públicos. 

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), o pesquisador é mestre e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária do IOC - coordenado por ele atualmente.

Roque também atua como coordenador do Laboratório de Referência Nacional em Taxonomia e Diagnóstico de Reservatórios Silvestres das Leishmanioses, que realiza expedições a campo e análises laboratoriais que apoiam a vigilância dos agravos.

Além disso, já atuou na gestão da Rede de Laboratórios de Referência em Leishmanioses da Fiocruz, de 2013 a 2015, e do Programa de Pesquisa Translacional em Doença de Chagas da instituição, de 2019 a 2022. 

O parasitologista tem como foco principal o estudo da interação entre parasitos tripanossomatídeos (como os agentes da leishmaniose e da doença de Chagas) e animais silvestres que atuam como reservatórios dos parasitos.

“Ser lembrado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária nessa cerimônia é um ânimo para continuar buscando representar a medicina veterinária na parte acadêmica e de pesquisa”, afirmou Roque durante a homenagem.

Parasitologista recebeu o Prêmio Páreo Médico Veterinário, concedido a profissionais que se destacam na profissão no estado do Rio de Janeiro
Por: 
maira

O chefe substituto do Laboratório de Biologia de Tripanosomatídeos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), André Roque, foi homenageado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária do Rio de Janeiro (CRMV-RJ).

O pesquisador recebeu o Prêmio Páreo Médico Veterinário, honraria concedida aos profissionais que se destacam pelos serviços prestados à medicina veterinária no estado. 

A cerimônia de entrega da premiação foi realizada no dia 21 de novembro, na sede do Jockey Club Brasileiro, na Gávea, Zona Sul do Rio de Janeiro.

O pesquisador André Roque recebeu a placa de homenagem entregue pelo presidente do CRMV-RJ, Romulo Spinelli. Foto: Divulgação CRMV-RJ

A homenagem é parte das celebrações pelo Dia do Médico Veterinário, comemorado em 9 de setembro. Este ano, a entrega do prêmio foi adiada em respeito à legislação eleitoral, que restringe ações de divulgação promovidas por órgãos públicos. 

Graduado em Medicina Veterinária pela Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), o pesquisador é mestre e doutor pelo Programa de Pós-Graduação em Biologia Parasitária do IOC - coordenado por ele atualmente.

Roque também atua como coordenador do Laboratório de Referência Nacional em Taxonomia e Diagnóstico de Reservatórios Silvestres das Leishmanioses, que realiza expedições a campo e análises laboratoriais que apoiam a vigilância dos agravos.

Além disso, já atuou na gestão da Rede de Laboratórios de Referência em Leishmanioses da Fiocruz, de 2013 a 2015, e do Programa de Pesquisa Translacional em Doença de Chagas da instituição, de 2019 a 2022. 

O parasitologista tem como foco principal o estudo da interação entre parasitos tripanossomatídeos (como os agentes da leishmaniose e da doença de Chagas) e animais silvestres que atuam como reservatórios dos parasitos.

“Ser lembrado pelo Conselho Regional de Medicina Veterinária nessa cerimônia é um ânimo para continuar buscando representar a medicina veterinária na parte acadêmica e de pesquisa”, afirmou Roque durante a homenagem.

Edição: 
Vinicius Ferreira

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)