A trÃade ciência, saúde e inovação marcou presença no maior evento de tecnologia da América Latina, o Rio Innovation Week 2025, realizado entre os dias 12 e 15 de agosto, no Pier Mauá, região central do Rio de Janeiro.
Em diferentes frentes, especialistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) ministraram palestras sobre temas que foram da popularização da ciência em territórios vulnerabilizados às estratégias de biossegurança e preparação para novas pandemias.
O pesquisador do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos, Marcos André Vannier, conduziu a sessão ‘A Ciência na Educação promovendo a Saúde’, a convite da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.

Já o chefe do Laboratório de Genômica Aplicada e Bioinovações, Wim Degrave, e o pesquisador do Laboratório de Epidemiologia e Sistemática Molecular, Flávio Rocha, contribuÃram com a mesa ‘Ameaças biológicas não esperam: o Brasil está pronto?’.
Além das apresentações, a diretora do Instituto, Tania Araújo-Jorge, também esteve presente no evento, a convite da FAPERJ, prestigiando as falas dos pesquisadores e celebrando os 45 anos da entidade.
Já a assessora da Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC, Klena Sarges, levou um grupo de dez alunas de projetos de formação em tecnologia e inovação, que tiveram a oportunidade de participar de atividades, conferências e visitas guiadas durante a programação.
No primeiro dia do RIW 2025, o pesquisador Marcos André Vannier apresentou a iniciativa de divulgação cientÃfica ‘Ciência na estrada: educação e cidadania’, que leva ações de popularização da ciência a escolas situadas em territórios vulneráveis.
A sessão intitulada ‘A Ciência na Educação promovendo a Saúde’, realizada na terça-feira (12/08) no estande da FAPERJ, destacou o papel da educação cientÃfica como ferramenta de promoção da saúde.
O programa, criado em 2004 na Fiocruz Bahia e transferido posteriormente para o Instituto Oswaldo Cruz, atua hoje principalmente no Rio de Janeiro e tem como destaque o Ciência Móvel — um micro-ônibus adaptado como laboratório itinerante, em que estudantes podem observar patógenos em microscópios, conhecer modelos em resina, assistir a vÃdeos educativos e participar de atividades interativas.

Em sua fala, Vannier destacou a proposta de formar estudantes como multiplicadores de conhecimento, chamados de mirim-guaçu — ‘pequenos com grandes impactos’, em referência ao termo tupi.
Ele ainda destacou a boa receptividade do público, que interagiu durante a apresentação, fez perguntas e demonstrou interesse em aplicar iniciativas semelhantes.
Na mesa ‘Ameaças biológicas não esperam: O Brasil está pronto?’, realizada em parceria com a Marinha do Brasil na quinta-feira (14/08), os pesquisadores Wim Degrave e Flávio Rocha discutiram sobre temas como surtos naturais e bioterrorismo.
O debate, que ainda contou com o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, foi mediado pela assessora CT&I da Marinha do Brasil, Ana Paula Santiago de Falco.
Na sessão, Degrave destacou os aprendizados da pandemia de Covid-19 e a mobilização da Fiocruz em áreas como vigilância genômica, desenvolvimento de diagnósticos e integração entre unidades da instituição. Ele ressaltou o potencial de novas tecnologias, como a inteligência artificial, no monitoramento e antecipação de epidemias.

Já Flávio Rocha comentou sobre avanços e desafios na vigilância epidemiológica e na cooperação civil-militar, reforçando que biossegurança e bioproteção são essenciais para salvar vidas e preparar o futuro.
Durante a exposição, ele apresentou um panorama que recuperou episódios marcantes da história brasileira, como a vassoura-de-bruxa, doença fúngica que arrasou plantações de cacau na Bahia a partir da década de 1980, e o vÃrus Sabiá, causador de casos graves e raros de febre hemorrágica identificados no paÃs nos anos 1990.
Ambos serviram de exemplo para ilustrar como fatores ambientais, sociais e econômicos favorecem o surgimento ou ressurgimento de ameaças biológicas. Rocha também relacionou esses riscos ao cenário atual, ampliado pela intensa circulação internacional de pessoas e pela realização de grandes eventos de massa.

Além das apresentações cientÃficas, a participação do IOC no Rio Innovation Week também teve um olhar voltado para a formação de novas gerações.
A assessora da Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Instituto, Klena Sarges, acompanhou um grupo de dez alunas, que tiveram a oportunidade de vivenciar uma imersão em tecnologia e inovação.
O grupo foi composto em maioria por integrantes do projeto Logadas, mas também por bolsistas de PIBIC Jr, CNPq e PIBIC Maré — todas sob orientação de Klena.
O projeto Logadas promove o letramento digital de mulheres e estudantes de territórios populares, oferecendo aulas para que aprendam a usar celulares e computadores no acesso a serviços públicos, aplicativos e redes sociais. A iniciativa conta com professores do IOC e de outras unidades da Fiocruz.
No RIW 2025, as estudantes participaram de palestras e visitaram estandes de instituições de ensino e startups, além de explorarem o navio da Marinha, onde interagiram em atividades voltadas para ciência e defesa.
A experiência contribuiu para que as jovens vissem na prática as possibilidades de atuação oferecidas pela ciência e pela tecnologia.
A trÃade ciência, saúde e inovação marcou presença no maior evento de tecnologia da América Latina, o Rio Innovation Week 2025, realizado entre os dias 12 e 15 de agosto, no Pier Mauá, região central do Rio de Janeiro.Â
Em diferentes frentes, especialistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) ministraram palestras sobre temas que foram da popularização da ciência em territórios vulnerabilizados à s estratégias de biossegurança e preparação para novas pandemias.Â
O pesquisador do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos, Marcos André Vannier, conduziu a sessão ‘A Ciência na Educação promovendo a Saúde’, a convite da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado do Rio de Janeiro (FAPERJ) e da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.Â

Já o chefe do Laboratório de Genômica Aplicada e Bioinovações, Wim Degrave, e o pesquisador do Laboratório de Epidemiologia e Sistemática Molecular, Flávio Rocha, contribuÃram com a mesa ‘Ameaças biológicas não esperam: o Brasil está pronto?’.Â
Além das apresentações, a diretora do Instituto, Tania Araújo-Jorge, também esteve presente no evento, a convite da FAPERJ, prestigiando as falas dos pesquisadores e celebrando os 45 anos da entidade.Â
Já a assessora da Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC, Klena Sarges, levou um grupo de dez alunas de projetos de formação em tecnologia e inovação, que tiveram a oportunidade de participar de atividades, conferências e visitas guiadas durante a programação.Â
No primeiro dia do RIW 2025, o pesquisador Marcos André Vannier apresentou a iniciativa de divulgação cientÃfica ‘Ciência na estrada: educação e cidadania’, que leva ações de popularização da ciência a escolas situadas em territórios vulneráveis. Â
A sessão intitulada ‘A Ciência na Educação promovendo a Saúde’, realizada na terça-feira (12/08) no estande da FAPERJ, destacou o papel da educação cientÃfica como ferramenta de promoção da saúde.Â
O programa, criado em 2004 na Fiocruz Bahia e transferido posteriormente para o Instituto Oswaldo Cruz, atua hoje principalmente no Rio de Janeiro e tem como destaque o Ciência Móvel — um micro-ônibus adaptado como laboratório itinerante, em que estudantes podem observar patógenos em microscópios, conhecer modelos em resina, assistir a vÃdeos educativos e participar de atividades interativas.Â

Em sua fala, Vannier destacou a proposta de formar estudantes como multiplicadores de conhecimento, chamados de mirim-guaçu — ‘pequenos com grandes impactos’, em referência ao termo tupi. Â
Ele ainda destacou a boa receptividade do público, que interagiu durante a apresentação, fez perguntas e demonstrou interesse em aplicar iniciativas semelhantes.Â
Na mesa ‘Ameaças biológicas não esperam: O Brasil está pronto?’, realizada em parceria com a Marinha do Brasil na quinta-feira (14/08), os pesquisadores Wim Degrave e Flávio Rocha discutiram sobre temas como surtos naturais e bioterrorismo. Â
O debate, que ainda contou com o Presidente do Conselho Nacional de Desenvolvimento CientÃfico e Tecnológico (CNPq), Ricardo Galvão, foi mediado pela assessora CT&I da Marinha do Brasil, Ana Paula Santiago de Falco.Â
Na sessão, Degrave destacou os aprendizados da pandemia de Covid-19 e a mobilização da Fiocruz em áreas como vigilância genômica, desenvolvimento de diagnósticos e integração entre unidades da instituição. Ele ressaltou o potencial de novas tecnologias, como a inteligência artificial, no monitoramento e antecipação de epidemias.Â

Já Flávio Rocha comentou sobre avanços e desafios na vigilância epidemiológica e na cooperação civil-militar, reforçando que biossegurança e bioproteção são essenciais para salvar vidas e preparar o futuro.Â
Durante a exposição, ele apresentou um panorama que recuperou episódios marcantes da história brasileira, como a vassoura-de-bruxa, doença fúngica que arrasou plantações de cacau na Bahia a partir da década de 1980, e o vÃrus Sabiá, causador de casos graves e raros de febre hemorrágica identificados no paÃs nos anos 1990. Â
Ambos serviram de exemplo para ilustrar como fatores ambientais, sociais e econômicos favorecem o surgimento ou ressurgimento de ameaças biológicas. Rocha também relacionou esses riscos ao cenário atual, ampliado pela intensa circulação internacional de pessoas e pela realização de grandes eventos de massa.Â

Além das apresentações cientÃficas, a participação do IOC no Rio Innovation Week também teve um olhar voltado para a formação de novas gerações. Â
A assessora da Diretoria de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Instituto, Klena Sarges, acompanhou um grupo de dez alunas, que tiveram a oportunidade de vivenciar uma imersão em tecnologia e inovação.Â
O grupo foi composto em maioria por integrantes do projeto Logadas, mas também por bolsistas de PIBIC Jr, CNPq e PIBIC Maré — todas sob orientação de Klena.Â
O projeto Logadas promove o letramento digital de mulheres e estudantes de territórios populares, oferecendo aulas para que aprendam a usar celulares e computadores no acesso a serviços públicos, aplicativos e redes sociais. A iniciativa conta com professores do IOC e de outras unidades da Fiocruz.
No RIW 2025, as estudantes participaram de palestras e visitaram estandes de instituições de ensino e startups, além de explorarem o navio da Marinha, onde interagiram em atividades voltadas para ciência e defesa.Â
A experiência contribuiu para que as jovens vissem na prática as possibilidades de atuação oferecidas pela ciência e pela tecnologia. Â
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)