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Atualização no diagnóstico da leptospirose

Objetivo de curso promovido pelo IOC é atualizar funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) quanto aos testes laboratoriais mais utilizados no país
Por Jornalismo IOC24/10/2012 - Atualizado em 10/12/2019

Objetivo do curso promovido pelo IOC é atualizar funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) quanto aos testes laboratoriais mais utilizados no país

Credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Centro Colaborador em Leptospirose para a América Latina e o Caribe, o Laboratório de Zoonoses Bacterianas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promove, de 22 a 26 de outubro, o Curso de Atualização no Diagnóstico Laboratorial da Leptospirose. Ministrado em parceria com a Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB/SVS), o curso tem como principal público-alvo funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) de Saúde Pública das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dentre aulas teóricas e práticas, pesquisadores do IOC discorrem sobre os variados protocolos de diagnóstico utilizados no Brasil, como o Elisa, a Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), a microaglutinação e a cultura.

Gutemberg Brito

Participaram 15 pessoas, dentre funcionários dos LACENs e alunos de pós-graduação e iniciação científica

A pesquisadora do IOC Ilana Balassiano, que coordena o curso ao lado de Kátia Avelar, ressalta que o Laboratório de Zoonoses Bacterianas abriga o Serviço de Referência Nacional para Leptospirose e que, por esse motivo, é o responsável por fazer a atualização dos LACENs.

Na quinta e sexta edição do curso, realizadas em julho e setembro passados, foram contemplados funcionários do Norte e Nordeste, respectivamente. Voltada para as demais regiões, a sétima edição atende 15 participantes e conclui o programa de atualização nacional. “A leptospirose é uma doença grave, de notificação compulsória e com grande relevância para o Ministério da Saúde. A população de roedores não é controlada e em épocas de aumento de chuvas, que varia de região para região, há a ocorrência de surtos”, explica Ilana.

Isadora Marinho
24/10/2012

Objetivo de curso promovido pelo IOC é atualizar funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) quanto aos testes laboratoriais mais utilizados no país
Por: 
jornalismo

Objetivo do curso promovido pelo IOC é atualizar funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) quanto aos testes laboratoriais mais utilizados no país

Credenciado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) como Centro Colaborador em Leptospirose para a América Latina e o Caribe, o Laboratório de Zoonoses Bacterianas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promove, de 22 a 26 de outubro, o Curso de Atualização no Diagnóstico Laboratorial da Leptospirose. Ministrado em parceria com a Coordenação Geral de Laboratórios de Saúde Pública (CGLAB/SVS), o curso tem como principal público-alvo funcionários dos Laboratórios Centrais (LACENs) de Saúde Pública das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste. Dentre aulas teóricas e práticas, pesquisadores do IOC discorrem sobre os variados protocolos de diagnóstico utilizados no Brasil, como o Elisa, a Reação em Cadeia de Polimerase (PCR), a microaglutinação e a cultura.

Gutemberg Brito

Participaram 15 pessoas, dentre funcionários dos LACENs e alunos de pós-graduação e iniciação científica

A pesquisadora do IOC Ilana Balassiano, que coordena o curso ao lado de Kátia Avelar, ressalta que o Laboratório de Zoonoses Bacterianas abriga o Serviço de Referência Nacional para Leptospirose e que, por esse motivo, é o responsável por fazer a atualização dos LACENs.

Na quinta e sexta edição do curso, realizadas em julho e setembro passados, foram contemplados funcionários do Norte e Nordeste, respectivamente. Voltada para as demais regiões, a sétima edição atende 15 participantes e conclui o programa de atualização nacional. “A leptospirose é uma doença grave, de notificação compulsória e com grande relevância para o Ministério da Saúde. A população de roedores não é controlada e em épocas de aumento de chuvas, que varia de região para região, há a ocorrência de surtos”, explica Ilana.

Isadora Marinho

24/10/2012

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)