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Biossegurança no cotidiano

Ações de prevenção e atenção à biossegurança no dia a dia foram destaque de workshop, realizado nos dias 12 e 13 de julho, como parte do convênio entre IOC e Universidade Federal Fluminense
Por Lucas Rocha14/07/2017 - Atualizado em 10/12/2019
Ações de prevenção e atenção à biossegurança no dia a dia foram destaque de workshop, realizado nos dias 12 e 13 de julho, como parte do convênio entre IOC e Universidade Federal Fluminense

As diversas interfaces dos princípios de biossegurança foram destaque do ‘III Workshop sobre Biossegurança: ações no controle da saúde’, realizado, nos dias 12 e 13 de julho, no âmbito do convênio entre Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialistas de diferentes áreas discutiram a aplicação do conceito de biossegurança, que perpassa o campo da pesquisa científica e alcança as atividades cotidianas. O workshop, que foi realizado no Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior da UFF (INFES), no município de Santo Antônio de Pádua (RJ), contou com a participação de cerca de 120 pessoas, incluindo professores e estudantes do INFES e do Instituto Federal Fluminense (IFF), além de profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e da Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio de Pádua e de cidades vizinhas. Pesquisador do Laboratório de Bioquímica Experimental e Computacional de Fármacos do IOC, Flávio Rocha da Silva apresentou palestra sobre a biossegurança social. “Um segmento novo, a biossegurança social deixa o espaço de laboratório, tradicional da área, e tem como foco o setor de prestação de serviços”, explicou Flávio. Ele destacou a importância da capacitação sobre os riscos biológico, químico e ergonômico, presentes na realização das atividades. “A adoção de comportamentos preventivos visa reduzir as chances de contaminação, transmissão de doenças e a ocorrência de acidentes. É fundamental o uso equipamentos de proteção, como máscaras e luvas, a atenção à postura corporal, a verificação dos produtos utilizados, a esterilização periódica das ferramentas de trabalho e o descarte correto dos materiais”, ressaltou o pesquisador. O encontro abordou, ainda, a relação entre os conceitos de biossegurança e a realização de grandes eventos, práticas de extensão, práticas de acessibilidade, além de programas de resíduos de saúde e a saúde do trabalhador. Reportagem: Lucas Rocha Edição: Raquel Aguiar 14/07/2017
Ações de prevenção e atenção à biossegurança no dia a dia foram destaque de workshop, realizado nos dias 12 e 13 de julho, como parte do convênio entre IOC e Universidade Federal Fluminense
Por: 
lucas

Ações de prevenção e atenção à biossegurança no dia a dia foram destaque de workshop, realizado nos dias 12 e 13 de julho, como parte do convênio entre IOC e Universidade Federal Fluminense

As diversas interfaces dos princípios de biossegurança foram destaque do ‘III Workshop sobre Biossegurança: ações no controle da saúde’, realizado, nos dias 12 e 13 de julho, no âmbito do convênio entre Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e Universidade Federal Fluminense (UFF). Especialistas de diferentes áreas discutiram a aplicação do conceito de biossegurança, que perpassa o campo da pesquisa científica e alcança as atividades cotidianas. O workshop, que foi realizado no Instituto do Noroeste Fluminense de Educação Superior da UFF (INFES), no município de Santo Antônio de Pádua (RJ), contou com a participação de cerca de 120 pessoas, incluindo professores e estudantes do INFES e do Instituto Federal Fluminense (IFF), além de profissionais do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e da Secretaria Municipal de Saúde de Santo Antônio de Pádua e de cidades vizinhas.

Pesquisador do Laboratório de Bioquímica Experimental e Computacional de Fármacos do IOC, Flávio Rocha da Silva apresentou palestra sobre a biossegurança social. “Um segmento novo, a biossegurança social deixa o espaço de laboratório, tradicional da área, e tem como foco o setor de prestação de serviços”, explicou Flávio. Ele destacou a importância da capacitação sobre os riscos biológico, químico e ergonômico, presentes na realização das atividades. “A adoção de comportamentos preventivos visa reduzir as chances de contaminação, transmissão de doenças e a ocorrência de acidentes. É fundamental o uso equipamentos de proteção, como máscaras e luvas, a atenção à postura corporal, a verificação dos produtos utilizados, a esterilização periódica das ferramentas de trabalho e o descarte correto dos materiais”, ressaltou o pesquisador.

O encontro abordou, ainda, a relação entre os conceitos de biossegurança e a realização de grandes eventos, práticas de extensão, práticas de acessibilidade, além de programas de resíduos de saúde e a saúde do trabalhador.

Reportagem: Lucas Rocha
Edição: Raquel Aguiar
14/07/2017

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)