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Da coleta ao diagnóstico

Instituto capacita agentes de saúde do Rio de Janeiro para identificação e processamento de caramujos transmissores de doenças, como a esquistossomose
Por Jornalismo IOC10/02/2011 - Atualizado em 10/12/2019

Caramujos, apesar de tão simpáticos, podem transmitir uma série de doenças para o homem. A esquistossomose é uma das mais relevantes: está em expansão no Brasil e atinge 200 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste contexto, contar com profissionais de saúde capazes de coletar, identificar e processar as diversas espécies de caramujos vetores de doenças é estratégico para a saúde pública. Para corresponder a esta demanda, anualmente o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) oferece o mini-curso de Malacologia Médica. Na edição deste ano, que acontece entre os dias 7 e 11 de fevereiro, participam 12 profissionais da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.

Acervo do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC 

 

Os alunos são preparados para a identificação dos moluscos vetores e pragas, bem como para atuar na vigilância e controle desses caramujos transmissores de doenças

No curso, os agentes aprendem na teoria e na prática sobre o tema. A iniciativa é do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC, por meio de parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro.

“Os alunos são preparados para a identificação dos moluscos vetores e pragas, bem como para atuar na vigilância e controle desses caramujos transmissores de doenças”, ressaltou a chefe do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC, Silvana Thiengo, acrescentando a ênfase, sobretudo nos vetores da esquistossomose. “O curso destaca a capacitação prática, em que os alunos participam de todas as etapas necessárias ao estudo da Malacologia Médica, que vão desde o trabalho de campo para coleta dos moluscos, manutenção das amostras em laboratório, técnicas de processamento para identificação até a realização de exame parasitológico dos moluscos, com ênfase na esquistossomose”, descreveu.

Cristiane Albuquerque

10/02/11

Instituto capacita agentes de saúde do Rio de Janeiro para identificação e processamento de caramujos transmissores de doenças, como a esquistossomose
Por: 
jornalismo

Caramujos, apesar de tão simpáticos, podem transmitir uma série de doenças para o homem. A esquistossomose é uma das mais relevantes: está em expansão no Brasil e atinge 200 milhões de pessoas no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS). Neste contexto, contar com profissionais de saúde capazes de coletar, identificar e processar as diversas espécies de caramujos vetores de doenças é estratégico para a saúde pública. Para corresponder a esta demanda, anualmente o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) oferece o mini-curso de Malacologia Médica. Na edição deste ano, que acontece entre os dias 7 e 11 de fevereiro, participam 12 profissionais da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro.

Acervo do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC 

 

Os alunos são preparados para a identificação dos moluscos vetores e pragas, bem como para atuar na vigilância e controle desses caramujos transmissores de doenças

No curso, os agentes aprendem na teoria e na prática sobre o tema. A iniciativa é do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC, por meio de parceria com a Secretaria de Vigilância em Saúde do Rio de Janeiro.

“Os alunos são preparados para a identificação dos moluscos vetores e pragas, bem como para atuar na vigilância e controle desses caramujos transmissores de doenças”, ressaltou a chefe do Laboratório de Referência Nacional em Malacologia Médica do IOC, Silvana Thiengo, acrescentando a ênfase, sobretudo nos vetores da esquistossomose. “O curso destaca a capacitação prática, em que os alunos participam de todas as etapas necessárias ao estudo da Malacologia Médica, que vão desde o trabalho de campo para coleta dos moluscos, manutenção das amostras em laboratório, técnicas de processamento para identificação até a realização de exame parasitológico dos moluscos, com ênfase na esquistossomose”, descreveu.

Cristiane Albuquerque

10/02/11



Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)