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Desafios da doença de Chagas

Terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras reuniu cerca de 150 pesquisadores e estudantes para o debate sobre iniciativas de inclusão dos portadores
Por Lucas Rocha13/04/2015 - Atualizado em 10/12/2019
Terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras reuniu cerca de 150 pesquisadores e estudantes para o debate sobre iniciativas de inclusão dos portadores

Mesmo após 106 anos de sua descoberta, a busca por soluções para os problemas relacionados à doença de Chagas continua sendo um desafio para pesquisadores e especialistas que atuam no desenvolvimento de estratégias de diagnóstico, terapia e inclusão dos portadores que sofrem com a enfermidade. Com o objetivo de discutir e refletir sobre os avanços relacionados à doença de Chagas, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promoveu, nos dias 09 e 10 de abril, a terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras (CCCP), que contou com a participação de cientistas brasileiros, argentinos e bolivianos que contextualizaram o cenário atual da doença na América Latina, além da necessidade de busca de soluções para doenças negligenciadas. O encontro reuniu cerca de 150 participantes na sede da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Gutemberg Brito

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o diretor do IOC, Wilson Savino, estiveram presentes na cerimônia de abertura do evento

Participaram da cerimônia de abertura as pesquisadoras do IOC e organizadoras do evento, Joseli Lannes, chefe do Laboratório de Biologia das Interações, e Constança Britto, chefe do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, além do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha e do diretor do IOC, Wilson Savino. De acordo com Joseli Lannes, a busca de solução para os problemas relacionados à doença de Chagas é um tema recorrente do encontro. “Nesta edição, o olhar se voltou para o paciente, um momento para se discutir avanços em termos de vacina, medicação e melhora de prognóstico”, destacou. “Além de abordar sobre os métodos de diagnóstico rápido e terapias disponíveis, discutimos a acessibilidade que o portador da doença de Chagas tem diante desses tratamentos e serviços. Ainda é preciso vencer barreiras na implantação de terapias existentes”, salientou Joseli.

Gutemberg Brito

Cerca de 150 pesquisadores e estudantes participaram da terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras

Reconhecimento

Os estudos ‘Desenvolvimento de um protótipo de kit para o diagnóstico molecular e avaliação da carga parasitária em pacientes com doença de Chagas’, da estudante de Biologia e bolsista de PIBITI do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC, Leticia Souza; ‘Distribuição geográfica e diversidade de hospedeiros de T. cruzi DTUs TcIII e TcIV em diferentes biomas brasileiros’, da bióloga do Laboratório de Biologia de Tripanossomatídeos do IOC, Juliana Helena da Silva Barros; e ‘Phytophagy in Triatomines: the Missing Link in the Eco-epidemiology of Chagas Disease’, do pesquisador do Laboratório de Bioquímica e Fisiologia de Insetos do IOC/Ciência Sem Fronteiras, Héctor Díaz-Albiter, foram reconhecidos por sua qualidade e selecionados para apresentação oral. Outros quatro trabalhos receberam menção honrosa. Para Joseli Lannes, o saldo do evento foi positivo: “Foi um momento muito especial, sobretudo para os estudantes que tiveram contato com uma visão mais ampla sobre a doença e suas implicações epidemiológicas, bem como as necessidades e os desafios do diagnóstico e terapia”, concluiu. Lucas Rocha 13/04/2015 .

Terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras reuniu cerca de 150 pesquisadores e estudantes para o debate sobre iniciativas de inclusão dos portadores
Por: 
lucas

Terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras reuniu cerca de 150 pesquisadores e estudantes para o debate sobre iniciativas de inclusão dos portadores



Mesmo após 106 anos de sua descoberta, a busca por soluções para os problemas relacionados à doença de Chagas continua sendo um desafio para pesquisadores e especialistas que atuam no desenvolvimento de estratégias de diagnóstico, terapia e inclusão dos portadores que sofrem com a enfermidade. Com o objetivo de discutir e refletir sobre os avanços relacionados à doença de Chagas, o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) promoveu, nos dias 09 e 10 de abril, a terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras (CCCP), que contou com a participação de cientistas brasileiros, argentinos e bolivianos que contextualizaram o cenário atual da doença na América Latina, além da necessidade de busca de soluções para doenças negligenciadas. O encontro reuniu cerca de 150 participantes na sede da Fiocruz, em Manguinhos, no Rio de Janeiro.

Gutemberg Brito

O presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, e o diretor do IOC, Wilson Savino, estiveram presentes na cerimônia de abertura do evento

Participaram da cerimônia de abertura as pesquisadoras do IOC e organizadoras do evento, Joseli Lannes, chefe do Laboratório de Biologia das Interações, e Constança Britto, chefe do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas, além do presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha e do diretor do IOC, Wilson Savino.

De acordo com Joseli Lannes, a busca de solução para os problemas relacionados à doença de Chagas é um tema recorrente do encontro. “Nesta edição, o olhar se voltou para o paciente, um momento para se discutir avanços em termos de vacina, medicação e melhora de prognóstico”, destacou. “Além de abordar sobre os métodos de diagnóstico rápido e terapias disponíveis, discutimos a acessibilidade que o portador da doença de Chagas tem diante desses tratamentos e serviços. Ainda é preciso vencer barreiras na implantação de terapias existentes”, salientou Joseli.

Gutemberg Brito

Cerca de 150 pesquisadores e estudantes participaram da terceira edição do Ciclo Carlos Chagas de Palestras

Reconhecimento



Os estudos ‘Desenvolvimento de um protótipo de kit para o diagnóstico molecular e avaliação da carga parasitária em pacientes com doença de Chagas’, da estudante de Biologia e bolsista de PIBITI do Laboratório de Biologia Molecular e Doenças Endêmicas do IOC, Leticia Souza; ‘Distribuição geográfica e diversidade de hospedeiros de T. cruzi DTUs TcIII e TcIV em diferentes biomas brasileiros’, da bióloga do Laboratório de Biologia de Tripanossomatídeos do IOC, Juliana Helena da Silva Barros; e ‘Phytophagy in Triatomines: the Missing Link in the Eco-epidemiology of Chagas Disease’, do pesquisador do Laboratório de Bioquímica e Fisiologia de Insetos do IOC/Ciência Sem Fronteiras, Héctor Díaz-Albiter, foram reconhecidos por sua qualidade e selecionados para apresentação oral.

Outros quatro trabalhos receberam menção honrosa. Para Joseli Lannes, o saldo do evento foi positivo: “Foi um momento muito especial, sobretudo para os estudantes que tiveram contato com uma visão mais ampla sobre a doença e suas implicações epidemiológicas, bem como as necessidades e os desafios do diagnóstico e terapia”, concluiu.

Lucas Rocha
13/04/2015
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Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)