A dedicação de cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) à pesquisa e à divulgação cientÃfica foi reconhecida no mês de agosto com premiações no Brasil e no exterior.
Em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, a diretora do IOC, Tania Araujo-Jorge, recebeu a medalha ‘Carlos Chagas de Honra ao Mérito’, concedida a personalidades que se destacam na aproximação entre pesquisa e sociedade.
Já em Lima, no Peru, a parasitóloga Alena Mayo Iñiguez, chefe do Laboratório de Parasitologia Integrativa e Paleoparasitologia, foi agraciada com a insÃgnia do escudo da Universidade Nacional Maior de São Marcos (UNMSM), a mais conceituada instituição pública do paÃs, em reconhecimento à sua trajetória em paleoparasitologia.
Juntas, as premiações destacam o protagonismo feminino na ciência e ressaltam a contribuição das pesquisadoras para o avanço da saúde.

A homenagem recebida pela diretora do IOC foi entregue durante o III Congresso Luso-Brasileiro de Divulgação CientÃfica, realizado na Universidade Federal Fluminense (UFF) nos dias 21, 22 e 23 de agosto.
Além de receber a honraria, Tania participou da programação do Congresso, compondo a mesa de abertura ao lado de representantes de instituições brasileiras e portuguesas, como o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, e a pesquisadora do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, Catarina Reis.
Tania também integrou a mesa ‘Divulgação CientÃfica em Saúde: legado de dois pioneiros – Carlos Chagas e Vital Brazil’. A discussão contou com participação do neto de Vital Brazil, Érico Vital Brazil.
O debate destacou a herança deixada por Chagas e Brazil na comunicação em saúde e como suas práticas continuam a orientar iniciativas contemporâneas.

O mês de agosto também foi especial para a pesquisadora Alena Mayo Iñiguez, que, em Lima, recebeu a insÃgnia do escudo da Universidade Nacional Maior de São Marcos.
A medalha foi entregue em homenagem à trajetória cientÃfica da parasitóloga e como agradecimento por sua participação como palestrante na conferência ‘Avances en PaleoparasitologÃa y su aporte al conocimiento de las sociedades del pasado’, ministrada na universidade peruana, no dia 18/08.
Na apresentação, Alena mostrou como o estudo de restos arqueológicos — como múmias, esqueletos e coprólitos — permite compreender a presença de parasitas em populações pré-colombianas, revelando informações sobre saúde, dieta, condições de vida e até rotas de migração.
A pesquisadora também destacou o uso de metodologias modernas, como a análise genética e ferramentas de inteligência artificial, que ampliam a identificação de parasitas e aproximam a paleoparasitologia da pesquisa contemporânea.
O encontro também foi importante para estreitar vÃnculos acadêmicos por meio de intercâmbio de estudantes de pós-graduação, consolidando a cooperação histórica entre a UNMSM e o IOC.

A dedicação de cientistas do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) à pesquisa e à divulgação cientÃfica foi reconhecida no mês de agosto com premiações no Brasil e no exterior. Â
Em Niterói, região metropolitana do Rio de Janeiro, a diretora do IOC, Tania Araujo-Jorge, recebeu a medalha ‘Carlos Chagas de Honra ao Mérito’, concedida a personalidades que se destacam na aproximação entre pesquisa e sociedade.Â
Já em Lima, no Peru, a parasitóloga Alena Mayo Iñiguez, chefe do Laboratório de Parasitologia Integrativa e Paleoparasitologia, foi agraciada com a insÃgnia do escudo da Universidade Nacional Maior de São Marcos (UNMSM), a mais conceituada instituição pública do paÃs, em reconhecimento à sua trajetória em paleoparasitologia.Â
Juntas, as premiações destacam o protagonismo feminino na ciência e ressaltam a contribuição das pesquisadoras para o avanço da saúde.Â

A homenagem recebida pela diretora do IOC foi entregue durante o III Congresso Luso-Brasileiro de Divulgação CientÃfica, realizado na Universidade Federal Fluminense (UFF) nos dias 21, 22 e 23 de agosto. Â
Além de receber a honraria, Tania participou da programação do Congresso, compondo a mesa de abertura ao lado de representantes de instituições brasileiras e portuguesas, como o reitor da UFF, Antonio Claudio Lucas da Nóbrega, e a pesquisadora do Museu da Ciência da Universidade de Coimbra, Catarina Reis.Â
Tania também integrou a mesa ‘Divulgação CientÃfica em Saúde: legado de dois pioneiros – Carlos Chagas e Vital Brazil’. A discussão contou com participação do neto de Vital Brazil, Érico Vital Brazil.Â
O debate destacou a herança deixada por Chagas e Brazil na comunicação em saúde e como suas práticas continuam a orientar iniciativas contemporâneas.Â

O mês de agosto também foi especial para a pesquisadora Alena Mayo Iñiguez, que, em Lima, recebeu a insÃgnia do escudo da Universidade Nacional Maior de São Marcos.Â
A medalha foi entregue em homenagem à trajetória cientÃfica da parasitóloga e como agradecimento por sua participação como palestrante na conferência ‘Avances en PaleoparasitologÃa y su aporte al conocimiento de las sociedades del pasado’, ministrada na universidade peruana, no dia 18/08.Â
Na apresentação, Alena mostrou como o estudo de restos arqueológicos — como múmias, esqueletos e coprólitos — permite compreender a presença de parasitas em populações pré-colombianas, revelando informações sobre saúde, dieta, condições de vida e até rotas de migração. Â
A pesquisadora também destacou o uso de metodologias modernas, como a análise genética e ferramentas de inteligência artificial, que ampliam a identificação de parasitas e aproximam a paleoparasitologia da pesquisa contemporânea.Â
O encontro também foi importante para estreitar vÃnculos acadêmicos por meio de intercâmbio de estudantes de pós-graduação, consolidando a cooperação histórica entre a UNMSM e o IOC.Â

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)