Portuguese English Spanish
Interface
Adjust the interface to make it easier to use for different conditions.
This renders the document in high contrast mode.
This renders the document as white on black
This can help those with trouble processing rapid screen movements.
This loads a font easier to read for people with dyslexia.
Busca Avançada
Você está aqui: Notícias » Doença de Chagas e seus desafios

Doença de Chagas e seus desafios

Interações com instituições nacionais e internacionais, redefinição da missão do Programa e desenvolvimento das bases do macroprojeto foram os principais pontos de discussão durante o X Encontro Anual do PIDC
Por Jornalismo IOC18/06/2013 - Atualizado em 12/12/2024

Interações com instituições nacionais e internacionais, redefinição da missão do Programa e desenvolvimento das bases do macroprojeto foram os principais pontos de discussão durante o X Encontro Anual do Programa Integrado de Doença de Chagas

Durante o X Encontro Anual do Programa Integrado de Doença de Chagas (PIDC/Fiocruz), realizado entre os dias 11 e 13 de junho, no Palácio Itaboraí, em Petrópolis, representantes do PIDC e de instituições nacionais e internacionais discutiram pontos importantes sobre a doença de Chagas, um dos agravos tropicais negligenciados de importante ocorrência na América Latina. Durante o evento, foi redefinida a missão do PIDC e foram estabelecidos os objetivos do macroprojeto, que visa contribuir para a eliminação da doença no país.

 

 Gutemberg Brito

 

Coordenadores do Programa, Luciana Ribeiro Garzoni e Mariana Waghabi,  pesquisadoras do IOC, e Roberto Saraiva, pesquisador do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, destacaram a importância das iniciativas do PIDC

 

Lançado em 2012, o macroprojeto, ainda sem nome definido, tem como meta atuar em estratégias de prevenção e controle da forma aguda da doença de Chagas, contemplando a contenção e controle de vetores, além da atenção integral ao portador crônico do agravo. “A partir destas iniciativas, a intenção é tornar o PIDC uma referência para as demandas em doença de Chagas oriundas do Ministério da Saúde", explicou Luciana Garzoni, pesquisadora do Laboratório de Investigação Cardiovascular do IOC e uma das coordenadoras do Programa. A especialista destacou, ainda, a importância social da iniciativa e a necessidade do direcionamento da atuação do grupo para as necessidades da população.

A interlocução entre instituições nacionais e internacionais também foi tema de discussão durante o encontro. De acordo com Mariana Waghabi, pesquisadora do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática do IOC, que integra a coordenação do Programa, é necessário que o PIDC atue como um canal de comunicação centralizado. “O PIDC se propõe a exercer um papel central de interlocução com esses órgãos. Queremos que ele seja, de fato, o programa institucional de referência para a doença”, afirmou. 

Carta de Petrópolis
Durante o encontro, foi elaborada a ‘Carta de Petrópolis’, documento que aponta as ações e necessidades institucionais do Programa, que, atualmente, propõe-se a responder as demandas do Ministério da Saúde em relação à doença de Chagas. A elaboração do documento contou com a participação dos pesquisadores da Fiocruz que participam do PIDC, de representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Médico Sem Fronteiras (MSF), da Drugs For Neglected Diseases Iniciative (DNDi) e dos Ministérios da Saúde do Brasil e da Argentina.

O Programa
O PIDC foi criado visando à integração dos pesquisadores de diferentes redes temáticas da Fiocruz, reunindo profissionais de diferentes Unidades da instituição para o fortalecimento da pesquisa sobre a doença de Chagas no século XXI. O Programa conta com o apoio da Vice-Presidência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Fiocruz. “O PIDC foi criado para estabelecer a cooperação entre pesquisadores. Temos vários pesquisadores de excelência de diferentes Unidades da Fiocruz e quando os trabalhos são realizados em colaboração tendem a ser mais amplos e melhores”, destacou o pesquisador do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) e também coordenador do Programa, Roberto Saraiva.

Durante o evento, os diretores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Wilson Savino, e do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), Alejandro Hasslocher, reforçaram o apoio institucional para suas respectivas unidades na participação do Programa.


Vanessa Sol 
17/06/2013

 

Interações com instituições nacionais e internacionais, redefinição da missão do Programa e desenvolvimento das bases do macroprojeto foram os principais pontos de discussão durante o X Encontro Anual do PIDC
Por: 
jornalismo

Interações com instituições nacionais e internacionais, redefinição da missão do Programa e desenvolvimento das bases do macroprojeto foram os principais pontos de discussão durante o X Encontro Anual do Programa Integrado de Doença de Chagas

Durante o X Encontro Anual do Programa Integrado de Doença de Chagas (PIDC/Fiocruz), realizado entre os dias 11 e 13 de junho, no Palácio Itaboraí, em Petrópolis, representantes do PIDC e de instituições nacionais e internacionais discutiram pontos importantes sobre a doença de Chagas, um dos agravos tropicais negligenciados de importante ocorrência na América Latina. Durante o evento, foi redefinida a missão do PIDC e foram estabelecidos os objetivos do macroprojeto, que visa contribuir para a eliminação da doença no país.

 

 Gutemberg Brito

 

Coordenadores do Programa, Luciana Ribeiro Garzoni e Mariana Waghabi,  pesquisadoras do IOC, e Roberto Saraiva, pesquisador do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas, destacaram a importância das iniciativas do PIDC

 

Lançado em 2012, o macroprojeto, ainda sem nome definido, tem como meta atuar em estratégias de prevenção e controle da forma aguda da doença de Chagas, contemplando a contenção e controle de vetores, além da atenção integral ao portador crônico do agravo. “A partir destas iniciativas, a intenção é tornar o PIDC uma referência para as demandas em doença de Chagas oriundas do Ministério da Saúde", explicou Luciana Garzoni, pesquisadora do Laboratório de Investigação Cardiovascular do IOC e uma das coordenadoras do Programa. A especialista destacou, ainda, a importância social da iniciativa e a necessidade do direcionamento da atuação do grupo para as necessidades da população.

A interlocução entre instituições nacionais e internacionais também foi tema de discussão durante o encontro. De acordo com Mariana Waghabi, pesquisadora do Laboratório de Genômica Funcional e Bioinformática do IOC, que integra a coordenação do Programa, é necessário que o PIDC atue como um canal de comunicação centralizado. “O PIDC se propõe a exercer um papel central de interlocução com esses órgãos. Queremos que ele seja, de fato, o programa institucional de referência para a doença”, afirmou. 

Carta de Petrópolis
Durante o encontro, foi elaborada a ‘Carta de Petrópolis’, documento que aponta as ações e necessidades institucionais do Programa, que, atualmente, propõe-se a responder as demandas do Ministério da Saúde em relação à doença de Chagas. A elaboração do documento contou com a participação dos pesquisadores da Fiocruz que participam do PIDC, de representantes da Organização Mundial da Saúde (OMS), do Médico Sem Fronteiras (MSF), da Drugs For Neglected Diseases Iniciative (DNDi) e dos Ministérios da Saúde do Brasil e da Argentina.

O Programa
O PIDC foi criado visando à integração dos pesquisadores de diferentes redes temáticas da Fiocruz, reunindo profissionais de diferentes Unidades da instituição para o fortalecimento da pesquisa sobre a doença de Chagas no século XXI. O Programa conta com o apoio da Vice-Presidência de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico da Fiocruz. “O PIDC foi criado para estabelecer a cooperação entre pesquisadores. Temos vários pesquisadores de excelência de diferentes Unidades da Fiocruz e quando os trabalhos são realizados em colaboração tendem a ser mais amplos e melhores”, destacou o pesquisador do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz) e também coordenador do Programa, Roberto Saraiva.

Durante o evento, os diretores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Wilson Savino, e do Instituto de Pesquisa Clínica Evandro Chagas (Ipec/Fiocruz), Alejandro Hasslocher, reforçaram o apoio institucional para suas respectivas unidades na participação do Programa.

Vanessa Sol 
17/06/2013

 

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)