Portuguese English Spanish
Interface
Adjust the interface to make it easier to use for different conditions.
This renders the document in high contrast mode.
This renders the document as white on black
This can help those with trouble processing rapid screen movements.
This loads a font easier to read for people with dyslexia.
Busca Avançada
Você está aqui: Notícias » Especialistas das Américas participam de workshop sobre sarampo e rubéola

Especialistas das Américas participam de workshop sobre sarampo e rubéola

Iniciativa reúne representantes de nove países das Américas e vai contribuir para a conquista da certificação, pela OMS, da eliminação das doenças na região
Por Jornalismo IOC24/08/2011 - Atualizado em 10/12/2019

Contribuir para a conquista da certificação, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), da eliminação da rubéola e do sarampo nas Américas. Este é o objetivo do workshop internacional de capacitação em epidemiologia molecular de sarampo e rubéola, realizado no campus de Manguinhos entre os dias 22 e 26 de agosto. Profissionais de noves países participam da iniciativa, organizada pelo Laboratório de Vírus Respiratório e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e com o Centers for Diasease Control and Prevention (CDC). Bolívia, Argentina, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai e Peru estão representados no evento.

A chefe do Laboratório de Vírus Respiratório e Sarampo do IOC – referência nacional para o Ministério da Saúde e regional para a Opas sobre o tema –, Marilda Siqueira reforçou a importância da epidemiologia molecular para a comprovação da não circulação dos vírus em países das Américas, requisito para a conquista da certificação. “Por meio da epidemiologia molecular é possível realizar a genotipagem dos vírus que circulam e identificar se os casos registrados são importados ou não”, ressaltou.

Gutemberg Brito

 

 A iniciativa recebeu representantes da OPAS e do CDC



Segundo o assessor regional da Unidade de Imunização da Opas, Carlos Castillo-Solorzano, um dos organizadores do evento, o treinamento traz a oportunidade de compartilhar o conhecimento na área entre os países. “Nos últimos anos surgiram novos métodos e ferramentas de laboratório, nas quais o IOC e o CDC estão adiantados na região. Este é um bom momento para compartilhar o conhecimento com os outros países”, afirmou. O chefe do laboratório de rubéola do CDC, Joseph Icenogle, também destacou a atuação do Brasil, por meio do Laboratório do IOC, na vigilância epidemiológica das doenças. “O Brasil tem sua própria responsabilidade na erradicação de doenças como o sarampo e a rubéola. O Instituto Oswaldo Cruz, além de possuir um dos três laboratórios regionais de referência nas Américas, auxilia outros laboratórios inseridos no processo de erradicação”, concluiu.

Na próxima semana, o IOC será o anfitrião de mais uma reunião do Comitê Técnico Assessor de Eliminação do Sarampo e Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita do Ministério da Saúde. Nesta reunião serão analisados os dados mais recentes sobre estas doenças no país e a situação atual de outras regiões mundiais.

Renata Fontoura

24/08/2011

.


 

Iniciativa reúne representantes de nove países das Américas e vai contribuir para a conquista da certificação, pela OMS, da eliminação das doenças na região
Por: 
jornalismo

Contribuir para a conquista da certificação, pela Organização Mundial de Saúde (OMS), da eliminação da rubéola e do sarampo nas Américas. Este é o objetivo do workshop internacional de capacitação em epidemiologia molecular de sarampo e rubéola, realizado no campus de Manguinhos entre os dias 22 e 26 de agosto. Profissionais de noves países participam da iniciativa, organizada pelo Laboratório de Vírus Respiratório e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em parceria com a Organização Pan-Americana de Saúde (Opas) e com o Centers for Diasease Control and Prevention (CDC). Bolívia, Argentina, Costa Rica, República Dominicana, Equador, Guatemala, Panamá, Paraguai e Peru estão representados no evento.



A chefe do Laboratório de Vírus Respiratório e Sarampo do IOC – referência nacional para o Ministério da Saúde e regional para a Opas sobre o tema –, Marilda Siqueira reforçou a importância da epidemiologia molecular para a comprovação da não circulação dos vírus em países das Américas, requisito para a conquista da certificação. “Por meio da epidemiologia molecular é possível realizar a genotipagem dos vírus que circulam e identificar se os casos registrados são importados ou não”, ressaltou.

Gutemberg Brito

 

 A iniciativa recebeu representantes da OPAS e do CDC





Segundo o assessor regional da Unidade de Imunização da Opas, Carlos Castillo-Solorzano, um dos organizadores do evento, o treinamento traz a oportunidade de compartilhar o conhecimento na área entre os países. “Nos últimos anos surgiram novos métodos e ferramentas de laboratório, nas quais o IOC e o CDC estão adiantados na região. Este é um bom momento para compartilhar o conhecimento com os outros países”, afirmou. O chefe do laboratório de rubéola do CDC, Joseph Icenogle, também destacou a atuação do Brasil, por meio do Laboratório do IOC, na vigilância epidemiológica das doenças. “O Brasil tem sua própria responsabilidade na erradicação de doenças como o sarampo e a rubéola. O Instituto Oswaldo Cruz, além de possuir um dos três laboratórios regionais de referência nas Américas, auxilia outros laboratórios inseridos no processo de erradicação”, concluiu.



Na próxima semana, o IOC será o anfitrião de mais uma reunião do Comitê Técnico Assessor de Eliminação do Sarampo e Eliminação da Rubéola e da Síndrome da Rubéola Congênita do Ministério da Saúde. Nesta reunião serão analisados os dados mais recentes sobre estas doenças no país e a situação atual de outras regiões mundiais.

Renata Fontoura

24/08/2011

.



 

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)