Com o objetivo de multiplicar o conhecimento sobre os vetores da doença de Chagas no paÃs, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) lançaram, recentemente, versões atualizadas de importantes materiais sobre o tema: o ‘Atlas Iconográfico dos TriatomÃneos do BrasilÂ’ e os blocos de cartões ilustrados ‘Vetores da doença de Chagas no BrasilÂ’. O conteúdo reúne ilustrações, dados sobre a morfologia dos insetos, tamanho, habitat e ciclo de vida, além de mapas sobre a diversidade e distribuição geográfica das 66 espécies de barbeiros registradas até o momento no paÃs. Pesquisadores, professores, agentes de saúde e pós-graduandos podem receber o material didático gratuitamente. Para solicitar, basta enviar email para jjurberg@ioc.fiocruz.br informando nome, instituição de origem, endereço e o material a ser recebido. Serão disponibilizados até 5 mil exemplares do Atlas e 8.500 blocos dos cartões ilustrados.
Josué Damacena/IOC/Fiocruz

Cartões ilustrados com imagens coloridas e ampliadas trazem uma escala com o tamanho real e o nome cientÃfico dos vetores da doença de Chagas no Brasil
Com informações aprofundadas, voltadas para profissionais interessados em identificar e classificar esses insetos, o Atlas possui informações a morfologia dos insetos, dados sobre a coleta, conservação e manutenção de coleções biológicas. “A grande novidade desta publicação foi o acréscimo da lista dos barbeiros catalogados pelo mundo, um total de 147 espécies, com indicações da classificação de espécies de acordo com a anatomia interna dos insetos”, destacou Jurberg. A versão online está disponÃvel para consulta,
Atlas e cartões ilustrados sobre triatomÃneos ganham versões atualizadas. Pesquisadores, professores e agentes de saúde de todo o paÃs podem solicitar exemplares
Com o objetivo de multiplicar o conhecimento sobre os vetores da doença de Chagas no paÃs, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) lançaram, recentemente, versões atualizadas de importantes materiais sobre o tema: o ‘Atlas Iconográfico dos TriatomÃneos do BrasilÂ’ e os blocos de cartões ilustrados ‘Vetores da doença de Chagas no BrasilÂ’. O conteúdo reúne ilustrações, dados sobre a morfologia dos insetos, tamanho, habitat e ciclo de vida, além de mapas sobre a diversidade e distribuição geográfica das 66 espécies de barbeiros registradas até o momento no paÃs. Pesquisadores, professores, agentes de saúde e pós-graduandos podem receber o material didático gratuitamente. Para solicitar, basta enviar email para jjurberg@ioc.fiocruz.br informando nome, instituição de origem, endereço e o material a ser recebido. Serão disponibilizados até 5 mil exemplares do Atlas e 8.500 blocos dos cartões ilustrados.
Josué Damacena/IOC/Fiocruz

Cartões ilustrados com imagens coloridas e ampliadas trazem uma escala com o tamanho real e o nome cientÃfico dos vetores da doença de Chagas no Brasil
De acordo com o chefe do Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de TriatomÃneos do IOC e um dos organizadores das publicações, José Jurberg, a educação em saúde ainda é uma ferramenta importante para reforçar o controle dos barbeiros e o combate à doença de Chagas que não possui cura na sua fase crônica. “Nosso objetivo é fornecer conteúdos de qualidade que contribuam para a formação de multiplicadores do conhecimento, principalmente em escolas rurais e localidades atingidas pelo agravo negligenciado, visando conscientizar jovens e crianças”, enfatizou o pesquisador.
Atlas Iconográfico dos TriatomÃneos do Brasil
Com informações aprofundadas, voltadas para profissionais interessados em identificar e classificar esses insetos, o Atlas possui informações a morfologia dos insetos, dados sobre a coleta, conservação e manutenção de coleções biológicas. “A grande novidade desta publicação foi o acréscimo da lista dos barbeiros catalogados pelo mundo, um total de 147 espécies, com indicações da classificação de espécies de acordo com a anatomia interna dos insetos”, destacou Jurberg. A versão online está disponÃvel para consulta,
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)