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HOJE: A ciência e suas limitações

Palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’, ministrada pelo pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, Edgar Carvalho, é o tema do Centro de Estudos de hoje (19/09), às 10h
Por Jornalismo IOC19/09/2014 - Atualizado em 11/12/2024

Palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’, ministrada pelo pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, Edgar Carvalho, é o tema do Centro de Estudos de hoje (19/09), às 10h

O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) de hoje (19) conta com a presença do pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, professor titular e chefe do Serviço de Imunologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Edgar Carvalho. O especialista ministra a palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’. A sessão conta ainda com a moderação da pesquisadora Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC. A sessão acontece às 10h, no auditório Emmanuel Dias - Pavilhão Arthur Neiva.

De acordo com Edgar, as doenças tropicais sempre foram o foco principal de pesquisa nas instituições brasileiras devido à sua prevalência no país, e com isso, outras questões importantes foram pouco discutidas: As atividades de pesquisa estiveram muito vinculadas ao controle das endemias mais prevalentes no Brasil e pouco se entendia da relação patógeno-hospedeiro, devido a limitações e poucos pesquisadores nesta área. Nos últimos 40 anos, houve uma mudança importante desse perfil, diminuindo consideravelmente a ênfase no desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas e medidas para o controle das doenças tropicais. Por essas razões, é necessário apoiarmos o desenvolvimento da pesquisa clínica e o trabalho realizado diretamente com os pacientes, explicou o pesquisador.

As diferentes classificações das atividades de pesquisa ao longo dos anos - pesquisa básica, aplicada e ciência pura -, a restrição aos métodos científicos e importância de pesquisas clínicas realizadas sobre a leishmaniose e a infecção pelo vírus HTLV-1 serão os principais temas a serem abordados durante a palestra. Espero que tenhamos uma discussão aberta sobre os vários aspectos relacionados à pesquisa clínica no Brasil, enfatizando desde os entraves para a realização deste tipo de estudo a soluções para estas limitações, finalizou Edgar.


Paula Netto
19/09/2014

Palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’, ministrada pelo pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, Edgar Carvalho, é o tema do Centro de Estudos de hoje (19/09), às 10h
Por: 
jornalismo

Palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’, ministrada pelo pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, Edgar Carvalho, é o tema do Centro de Estudos de hoje (19/09), às 10h

O Centro de Estudos do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) de hoje (19) conta com a presença do pesquisador especialista da Fiocruz Bahia, professor titular e chefe do Serviço de Imunologia da Universidade Federal da Bahia (UFBA), Edgar Carvalho. O especialista ministra a palestra ‘Desafios para a pesquisa clínica na Fiocruz’. A sessão conta ainda com a moderação da pesquisadora Euzenir Sarno, chefe do Laboratório de Hanseníase do IOC. A sessão acontece às 10h, no auditório Emmanuel Dias - Pavilhão Arthur Neiva.

De acordo com Edgar, as doenças tropicais sempre foram o foco principal de pesquisa nas instituições brasileiras devido à sua prevalência no país, e com isso, outras questões importantes foram pouco discutidas: As atividades de pesquisa estiveram muito vinculadas ao controle das endemias mais prevalentes no Brasil e pouco se entendia da relação patógeno-hospedeiro, devido a limitações e poucos pesquisadores nesta área. Nos últimos 40 anos, houve uma mudança importante desse perfil, diminuindo consideravelmente a ênfase no desenvolvimento de novas estratégias terapêuticas e medidas para o controle das doenças tropicais. Por essas razões, é necessário apoiarmos o desenvolvimento da pesquisa clínica e o trabalho realizado diretamente com os pacientes, explicou o pesquisador.

As diferentes classificações das atividades de pesquisa ao longo dos anos - pesquisa básica, aplicada e ciência pura -, a restrição aos métodos científicos e importância de pesquisas clínicas realizadas sobre a leishmaniose e a infecção pelo vírus HTLV-1 serão os principais temas a serem abordados durante a palestra. Espero que tenhamos uma discussão aberta sobre os vários aspectos relacionados à pesquisa clínica no Brasil, enfatizando desde os entraves para a realização deste tipo de estudo a soluções para estas limitações, finalizou Edgar.

Paula Netto
19/09/2014

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)