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Instituto promove capacitação de agentes de vigilância em saúde do Estado do Rio

Cerca de 30 profissionais participaram do encontro que teve como objetivo possibilitar a aproximação entre a pesquisa e as práticas de laboratório à atuação no campo
Por Lucas Rocha18/08/2014 - Atualizado em 10/12/2019
Cerca de 30 profissionais participaram do encontro que teve como objetivo possibilitar a aproximação entre a pesquisa e as práticas de laboratório à atuação no campo

Uma iniciativa conjunta do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reuniu, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, cerca de 30 agentes de vigilância em saúde do Estado para debater os conceitos, práticas e os parâmetros da vigilância entomológica. Durante a capacitação, realizada no último dia 12 de agosto, os profissionais, que realizam trabalho de campo para o monitoramento de mosquitos Aedes aegypti, puderam aprender, na teoria e na prática, a biologia e ecologia do inseto, as formas de transmissão, circulação e o comportamento das arboviroses – agravos associados aos vírus transmitidos por artrópodes vetores, como dengue, febre amarela urbana e chikungunya.

 Gutemberg Brito

 

 Primeira turma da iniciativa que deve contar com reuniões mensais sobre temas de importância para a saúde pública


Pesquisadora do Laboratório de Transmissores de Hematozoários do IOC e uma das organizadoras do evento, Nildimar Honório, destacou a importância do encontro. “Estamos atendendo a uma demanda dos próprios profissionais de vigilância em saúde. A ideia é promover encontros mensais, com temáticas diversificadas, para manter tanto os participantes como os especialistas em constante aprimoramento, estudo e troca de saberes”, afirmou. Nildimar ministrou palestra sobre a importância das arboviroses como um problema de saúde pública, com ênfase nos aspectos bioecológicos dos principais mosquitos transmissores dessas doenças. “Ao mostrar as implicações destes agravos para a saúde pública, ampliamos a perspectiva de um trabalho que é desenvolvido dentro e fora dos laboratórios”, destacou.

De acordo com Mário Sérgio, assessor técnico da Subsecretaria de Vigilância em Saúde da SES, o objetivo dos encontros é propor uma reflexão com base na atuação diária dos agentes. “Conhecendo detalhadamente a biologia dos vetores, surgem novas perspectivas no combate aos mosquitos, tornando o trabalho no campo menos mecânico. Ao mesmo tempo em que oferecemos conteúdos, recebemos contribuições e questionamentos, em um ambiente de troca e compartilhamento de experiência”, afirmou.

Aprendendo na prática

Doutorando do Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical do IOC, Daniel Câmara, apresentou as semelhanças e diferenças relacionadas à identificação, biologia e ecologia dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.  Com o auxílio do microscópio, os agentes de saúde tiveram a oportunidade de observar os vetores em suas diversas fases de desenvolvimento, estruturas físicas e comportamento. As aulas práticas foram ministradas no Núcleo de Apoio às Pesquisas em Vetores - NAPVE (Parceria DIRAC-IOC-VPAAPS), responsável pelo monitoramento contínuo de possíveis criadouros dos mosquitos vetores da dengue no Campus da Fiocruz, em Manguinhos.

“O evento contribuiu para ampliar o nosso aprendizado, mostrando que é importante investir na formação continuada. A partir dos conhecimentos adquiridos atuaremos também como multiplicadores, ou seja, passaremos as informações adiante, contribuindo para a saúde da população”, destacou o técnico da Secretaria Estadual de Saúde, João Roberto Rodrigues.


Lucas Rocha
18/08/2014
Cerca de 30 profissionais participaram do encontro que teve como objetivo possibilitar a aproximação entre a pesquisa e as práticas de laboratório à atuação no campo
Por: 
lucas

Cerca de 30 profissionais participaram do encontro que teve como objetivo possibilitar a aproximação entre a pesquisa e as práticas de laboratório à atuação no campo



Uma iniciativa conjunta do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), da Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro (SES) e da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) reuniu, no campus da Fiocruz, em Manguinhos, cerca de 30 agentes de vigilância em saúde do Estado para debater os conceitos, práticas e os parâmetros da vigilância entomológica. Durante a capacitação, realizada no último dia 12 de agosto, os profissionais, que realizam trabalho de campo para o monitoramento de mosquitos Aedes aegypti, puderam aprender, na teoria e na prática, a biologia e ecologia do inseto, as formas de transmissão, circulação e o comportamento das arboviroses – agravos associados aos vírus transmitidos por artrópodes vetores, como dengue, febre amarela urbana e chikungunya.


 Gutemberg Brito

 

 Primeira turma da iniciativa que deve contar com reuniões mensais sobre temas de importância para a saúde pública



Pesquisadora do Laboratório de Transmissores de Hematozoários do IOC e uma das organizadoras do evento, Nildimar Honório, destacou a importância do encontro. “Estamos atendendo a uma demanda dos próprios profissionais de vigilância em saúde. A ideia é promover encontros mensais, com temáticas diversificadas, para manter tanto os participantes como os especialistas em constante aprimoramento, estudo e troca de saberes”, afirmou. Nildimar ministrou palestra sobre a importância das arboviroses como um problema de saúde pública, com ênfase nos aspectos bioecológicos dos principais mosquitos transmissores dessas doenças. “Ao mostrar as implicações destes agravos para a saúde pública, ampliamos a perspectiva de um trabalho que é desenvolvido dentro e fora dos laboratórios”, destacou.



De acordo com Mário Sérgio, assessor técnico da Subsecretaria de Vigilância em Saúde da SES, o objetivo dos encontros é propor uma reflexão com base na atuação diária dos agentes. “Conhecendo detalhadamente a biologia dos vetores, surgem novas perspectivas no combate aos mosquitos, tornando o trabalho no campo menos mecânico. Ao mesmo tempo em que oferecemos conteúdos, recebemos contribuições e questionamentos, em um ambiente de troca e compartilhamento de experiência”, afirmou.



Aprendendo na prática



Doutorando do Programa de Pós-graduação em Medicina Tropical do IOC, Daniel Câmara, apresentou as semelhanças e diferenças relacionadas à identificação, biologia e ecologia dos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus.  Com o auxílio do microscópio, os agentes de saúde tiveram a oportunidade de observar os vetores em suas diversas fases de desenvolvimento, estruturas físicas e comportamento. As aulas práticas foram ministradas no Núcleo de Apoio às Pesquisas em Vetores - NAPVE (Parceria DIRAC-IOC-VPAAPS), responsável pelo monitoramento contínuo de possíveis criadouros dos mosquitos vetores da dengue no Campus da Fiocruz, em Manguinhos.



“O evento contribuiu para ampliar o nosso aprendizado, mostrando que é importante investir na formação continuada. A partir dos conhecimentos adquiridos atuaremos também como multiplicadores, ou seja, passaremos as informações adiante, contribuindo para a saúde da população”, destacou o técnico da Secretaria Estadual de Saúde, João Roberto Rodrigues.





Lucas Rocha

18/08/2014

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)