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IOC atua no esclarecimento de surto de hepatite A

Foram realizadas análises em água coletada na comunidade do Vidigal, onde 75 casos foram confirmados pela secretaria municipal de saúde
Por Jornalismo IOC10/01/2018 - Atualizado em 17/12/2024

Foram realizadas análises em água coletada na comunidade do Vidigal, onde 75 casos foram confirmados pela secretaria municipal de saúde

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) integra, por demanda da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, o esforço para esclarecimento do surto de hepatite A na comunidade do Vidigal, na Zona Sul da cidade. De acordo com a secretaria, 75 casos da doença foram confirmados. O Instituto concluiu a análise de amostras de água coletadas na comunidade. De acordo com os laudos informados à secretaria de saúde, e tornados públicos pela instância no dia de hoje (10/01), três das 10 amostras recebidas foram positivas. A atividade foi conduzida pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental e pelo Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC.

Foto: Josué Damacena

A análise de amostras foi conduzida pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental e pelo Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC

As amostras foram processadas para concentração viral utilizando-se o método de filtração por membrana, de acordo com o protocolo descrito na ISO 15216-1:2017. Em seguida, as análises foram realizadas por meio da técnica de PCR, que permite identificar a presença de material genético do vírus no material. Adicionalmente, os pesquisadores realizarão a técnica de sequenciamento genético, com o objetivo de identificar a linhagem do vírus presente nas amostras.

Sobre a hepatite A
A hepatite A é causada por um vírus de transmissão oral-fecal. A doença consiste em inflamação do fígado e os sintomas incluem cansaço, febre baixa e dor de cabeça. Nos casos em que há avanço da doença, pode haver coceira, escurecimento da urina e amarelamento da pele. De forma geral, a doença se encaminha para cura espontânea. Porém, os casos graves podem evoluir para falência fulminante do fígado – um quadro que pode ser fatal e pode exigir transplante do órgão. A lavagem de mãos e de alimentos estão entre as principais medidas de controle. A vacinação está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de um ano a dois anos incompletos.

10/01/2018 - Atualizado em 12/01/2018

Foram realizadas análises em água coletada na comunidade do Vidigal, onde 75 casos foram confirmados pela secretaria municipal de saúde
Por: 
jornalismo

Foram realizadas análises em água coletada na comunidade do Vidigal, onde 75 casos foram confirmados pela secretaria municipal de saúde

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) integra, por demanda da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro, o esforço para esclarecimento do surto de hepatite A na comunidade do Vidigal, na Zona Sul da cidade. De acordo com a secretaria, 75 casos da doença foram confirmados. O Instituto concluiu a análise de amostras de água coletadas na comunidade. De acordo com os laudos informados à secretaria de saúde, e tornados públicos pela instância no dia de hoje (10/01), três das 10 amostras recebidas foram positivas. A atividade foi conduzida pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental e pelo Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC.

Foto: Josué Damacena

A análise de amostras foi conduzida pelo Laboratório de Virologia Comparada e Ambiental e pelo Laboratório de Desenvolvimento Tecnológico em Virologia do IOC

As amostras foram processadas para concentração viral utilizando-se o método de filtração por membrana, de acordo com o protocolo descrito na ISO 15216-1:2017. Em seguida, as análises foram realizadas por meio da técnica de PCR, que permite identificar a presença de material genético do vírus no material. Adicionalmente, os pesquisadores realizarão a técnica de sequenciamento genético, com o objetivo de identificar a linhagem do vírus presente nas amostras.

Sobre a hepatite A
A hepatite A é causada por um vírus de transmissão oral-fecal. A doença consiste em inflamação do fígado e os sintomas incluem cansaço, febre baixa e dor de cabeça. Nos casos em que há avanço da doença, pode haver coceira, escurecimento da urina e amarelamento da pele. De forma geral, a doença se encaminha para cura espontânea. Porém, os casos graves podem evoluir para falência fulminante do fígado – um quadro que pode ser fatal e pode exigir transplante do órgão. A lavagem de mãos e de alimentos estão entre as principais medidas de controle. A vacinação está disponível gratuitamente no Sistema Único de Saúde (SUS) para crianças de um ano a dois anos incompletos.

10/01/2018 - Atualizado em 12/01/2018

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)