
Entre 8 e 12 de dezembro, a Plataforma de Bioinformática da Fiocruz, coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebeu a visita de delegação do Instituto Nacional de Saúde (INS) de Moçambique. O intercâmbio teve como objetivo avaliar possibilidades de investimento do instituto africano em um servidor ou plataforma própria de bioinformática para fortalecer suas capacidades analíticas em pesquisa e vigilância em saúde.
Estiveram presentes o diretor da divisão de laboratórios de saúde pública do INS, Nedio Mabunda, e integrantes das áreas de qualidade e da plataforma de genética do INS. Pelo IOC, participaram os pesquisadores Thiago Parente e Ana Carolina Guimarães, coordenadores da Plataforma, e os analistas Letícia Lima e Daniel Andrade.
O grupo apresentou de forma detalhada a operação do cluster Rieux, um servidor de computação em alto desempenho disponível na Fiocruz para realizar análise de grande volume de dados, como nos casos das análises genômicas, de modelagem e dinâmica de biomoléculas, entre outras abordagens computacionais aplicadas à saúde pública.
Durante a visita, foram discutidos aspectos como arquitetura do sistema, instalação, organização interna, políticas de uso, mecanismos de segurança e processos de manutenção que garantem o funcionamento contínuo do ambiente.

Também foram realizadas reuniões integradas com a Coordenação da Rede de Plataformas Fiocruz, representada por Cássia Pereira e sua equipe, e com diferentes setores da Coordenação-Geral de Gestão de Tecnologia de Informação (Cogetic) da Fiocruz, incluindo as áreas de segurança da informação, redes e infraestrutura, e com a empresa fornecedora e que realiza a manutenção do cluster.
A partir desses encontros foi possível demonstrar como as diversas equipes da instituição atuam de forma conjunta na gestão do cluster, garantindo robustez, estabilidade, governança e suporte aos usuários da plataforma de bioinformática.
Como parte complementar da programação, na sexta-feira a delegação realizou visita técnica ao cluster computacional Santos Dumont, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis, para conhecer outra dimensão de infraestrutura computacional e ampliar a compreensão sobre diferentes escalas e modelos de gestão de clusters de alto desempenho.
Para Thiago Parente, a interação fortalece a cooperação internacional entre a Fiocruz e o INS.
“Essa troca de experiências contribui para o desenvolvimento de capacidades tecnológicas voltadas à pesquisa e à vigilância em saúde”, disse.
O servidor Rieux é disponibilizado para toda a comunidade Fiocruz e para grupos externos. Pesquisadores e interessados em conhecer mais sobre a plataforma, formas de acesso e atividades desenvolvidas podem consultar o site da plataforma ou enviar e-mail para rpt04a@fiocruz.br

Entre 8 e 12 de dezembro, a Plataforma de Bioinformática da Fiocruz, coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) recebeu a visita de delegação do Instituto Nacional de Saúde (INS) de Moçambique. O intercâmbio teve como objetivo avaliar possibilidades de investimento do instituto africano em um servidor ou plataforma própria de bioinformática para fortalecer suas capacidades analíticas em pesquisa e vigilância em saúde.
Estiveram presentes o diretor da divisão de laboratórios de saúde pública do INS, Nedio Mabunda, e integrantes das áreas de qualidade e da plataforma de genética do INS. Pelo IOC, participaram os pesquisadores Thiago Parente e Ana Carolina Guimarães, coordenadores da Plataforma, e os analistas Letícia Lima e Daniel Andrade.
O grupo apresentou de forma detalhada a operação do cluster Rieux, um servidor de computação em alto desempenho disponível na Fiocruz para realizar análise de grande volume de dados, como nos casos das análises genômicas, de modelagem e dinâmica de biomoléculas, entre outras abordagens computacionais aplicadas à saúde pública.
Durante a visita, foram discutidos aspectos como arquitetura do sistema, instalação, organização interna, políticas de uso, mecanismos de segurança e processos de manutenção que garantem o funcionamento contínuo do ambiente.

Também foram realizadas reuniões integradas com a Coordenação da Rede de Plataformas Fiocruz, representada por Cássia Pereira e sua equipe, e com diferentes setores da Coordenação-Geral de Gestão de Tecnologia de Informação (Cogetic) da Fiocruz, incluindo as áreas de segurança da informação, redes e infraestrutura, e com a empresa fornecedora e que realiza a manutenção do cluster.
A partir desses encontros foi possível demonstrar como as diversas equipes da instituição atuam de forma conjunta na gestão do cluster, garantindo robustez, estabilidade, governança e suporte aos usuários da plataforma de bioinformática.
Como parte complementar da programação, na sexta-feira a delegação realizou visita técnica ao cluster computacional Santos Dumont, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC), em Petrópolis, para conhecer outra dimensão de infraestrutura computacional e ampliar a compreensão sobre diferentes escalas e modelos de gestão de clusters de alto desempenho.
Para Thiago Parente, a interação fortalece a cooperação internacional entre a Fiocruz e o INS.
“Essa troca de experiências contribui para o desenvolvimento de capacidades tecnológicas voltadas à pesquisa e à vigilância em saúde”, disse.
O servidor Rieux é disponibilizado para toda a comunidade Fiocruz e para grupos externos. Pesquisadores e interessados em conhecer mais sobre a plataforma, formas de acesso e atividades desenvolvidas podem consultar o site da plataforma ou enviar e-mail para rpt04a@fiocruz.br
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)