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IOC recebe a ministra da Saúde da França

No âmbito do lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine conheceu laboratório que participa de cooperação binacional
Por Maíra Menezes18/09/2015 - Atualizado em 10/12/2019
No âmbito do lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine conheceu laboratório que participa de cooperação binacional

A ministra dos Assuntos Sociais, Saúde e Direitos das Mulheres da França, Marisol Touraine, visitou o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) no final de julho, durante missão de dois dias ao Brasil. A agenda da ministra no país também incluiu o lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde e uma reunião com a presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Escolhido para a visita, o Laboratório de Pesquisa sobre o Timo do IOC integra o Laboratório Internacional Associado sobre Terapia Celular e Imunoterapia, uma estrutura de pesquisa binacional que une cientistas brasileiros e franceses. Fundado há cinco anos, o laboratório internacional tem atividades no Instituto e na universidade francesa Pierre e Marie Curie (UPMC). A coordenação é compartilhada pelo imunologista Wilson Savino, atual diretor do IOC, e pela pesquisadora da UPMC Gillian Butler Browne.

Foto: Alex Araujo

Wilson Savino e Marisol Touraine conversaram sobre as pesquisas desenvolvidas pela cooperação franco-brasileira

No discurso realizado em Brasília durante a primeira reunião do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine ressaltou a relevância de uma das linhas de pesquisa desenvolvidas no laboratório internacional. “Esta cooperação formidável entre os nossos investigadores pode desenvolver uma terapia celular inovadora para uma doença genética rara, extremamente incapacitante para as crianças: a distrofia muscular de Duchenne”, afirmou ela.

O laboratório internacional conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) da França. Além do desenvolvimento de estudos em conjunto, a parceria entre Fiocruz, CNPq, Inserm e UPMC incentiva o intercâmbio de estudantes e pesquisadores.

“Estudantes dos dois países são formados por meio desta cooperação, resultando em teses co-orientadas por pesquisadores brasileiros e franceses. A publicação de artigos científicos em conjunto também mostra que esta parceria tem rendido frutos. Conseguimos uma sinergia importante na formação de cientistas e na geração de conhecimento”, avaliou Savino.

18/09/2015 Maíra Menezes

No âmbito do lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine conheceu laboratório que participa de cooperação binacional
Por: 
maira

No âmbito do lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine conheceu laboratório que participa de cooperação binacional

A ministra dos Assuntos Sociais, Saúde e Direitos das Mulheres da França, Marisol Touraine, visitou o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) no final de julho, durante missão de dois dias ao Brasil. A agenda da ministra no país também incluiu o lançamento do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde e uma reunião com a presidência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Escolhido para a visita, o Laboratório de Pesquisa sobre o Timo do IOC integra o Laboratório Internacional Associado sobre Terapia Celular e Imunoterapia, uma estrutura de pesquisa binacional que une cientistas brasileiros e franceses. Fundado há cinco anos, o laboratório internacional tem atividades no Instituto e na universidade francesa Pierre e Marie Curie (UPMC). A coordenação é compartilhada pelo imunologista Wilson Savino, atual diretor do IOC, e pela pesquisadora da UPMC Gillian Butler Browne.

Foto: Alex Araujo

Wilson Savino e Marisol Touraine conversaram sobre as pesquisas desenvolvidas pela cooperação franco-brasileira

No discurso realizado em Brasília durante a primeira reunião do Comitê Franco-Brasileiro de Saúde, Marisol Touraine ressaltou a relevância de uma das linhas de pesquisa desenvolvidas no laboratório internacional. “Esta cooperação formidável entre os nossos investigadores pode desenvolver uma terapia celular inovadora para uma doença genética rara, extremamente incapacitante para as crianças: a distrofia muscular de Duchenne”, afirmou ela.

O laboratório internacional conta com o apoio do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) do Brasil e do Instituto Nacional de Saúde e Pesquisa Médica (Inserm) da França. Além do desenvolvimento de estudos em conjunto, a parceria entre Fiocruz, CNPq, Inserm e UPMC incentiva o intercâmbio de estudantes e pesquisadores.

“Estudantes dos dois países são formados por meio desta cooperação, resultando em teses co-orientadas por pesquisadores brasileiros e franceses. A publicação de artigos científicos em conjunto também mostra que esta parceria tem rendido frutos. Conseguimos uma sinergia importante na formação de cientistas e na geração de conhecimento”, avaliou Savino.


18/09/2015
Maíra Menezes

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)