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IOC reforça orientação da Opas para vacinação contra sarampo e rubéola

Medida visa prevenir a reintrodução desses vírus nas Américas. Mais de 500 mil viajantes devem vir ao Brasil devido às Olimpíadas
Por Lucas Rocha14/07/2016 - Atualizado em 10/12/2019
Medida visa reduzir o risco de reintrodução desses vírus nas Américas. Mais de 500 mil viajantes devem vir ao Brasil para as Olimpíadas

A proximidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 - que acontecem nos meses de agosto e setembro - é motivo de atenção com a propagação de dois vírus altamente contagiosos: o sarampo e a rubéola. Nesta quarta-feira (13/07), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) recomendou que as pessoas que planejam vir aos Jogos sejam vacinadas contra essas doenças pelo menos duas semanas antes de viajar. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, a cada ano, cerca de 100 mil bebês no mundo nascem com Síndrome de Rubéola Congênita. Ainda de acordo com a entidade, mais de 220 mil casos de Sarampo foram reportados fora das Américas somente em 2015. No continente americano, a transmissão endêmica do sarampo não acontece desde 2002, e a de rubéola foi interrompida em 2009. Chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como laboratório de referência regional para sarampo e rubéola da OMS, Marilda Siqueira explica que a movimentação intensa de pessoas não imunizadas durante os eventos pode, por exemplo, reintroduzir a rubéola e o sarampo no continente, declarado livre da rubéola em 2015 (relembre aqui). “Turistas de países onde ainda há infecção por esses vírus podem trazer essas doenças. A vacinação, além de reduzir esse risco, contribuirá para a não disseminação em outros continentes e, consequentemente, para a queda continuada dos casos”, reforça a pesquisadora. Em breve, a América também poderá ser declarada livre do sarampo. Lucas Rocha Foto da capa: Freepik
14/07/2016 Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)
Medida visa prevenir a reintrodução desses vírus nas Américas. Mais de 500 mil viajantes devem vir ao Brasil devido às Olimpíadas
Por: 
lucas

Medida visa reduzir o risco de reintrodução desses vírus nas Américas. Mais de 500 mil viajantes devem vir ao Brasil para as Olimpíadas

A proximidade dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Rio 2016 - que acontecem nos meses de agosto e setembro - é motivo de atenção com a propagação de dois vírus altamente contagiosos: o sarampo e a rubéola. Nesta quarta-feira (13/07), a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas/OMS) recomendou que as pessoas que planejam vir aos Jogos sejam vacinadas contra essas doenças pelo menos duas semanas antes de viajar.

Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) mostram que, a cada ano, cerca de 100 mil bebês no mundo nascem com Síndrome de Rubéola Congênita. Ainda de acordo com a entidade, mais de 220 mil casos de Sarampo foram reportados fora das Américas somente em 2015. No continente americano, a transmissão endêmica do sarampo não acontece desde 2002, e a de rubéola foi interrompida em 2009.

Chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios e Sarampo do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), que atua como laboratório de referência regional para sarampo e rubéola da OMS, Marilda Siqueira explica que a movimentação intensa de pessoas não imunizadas durante os eventos pode, por exemplo, reintroduzir a rubéola e o sarampo no continente, declarado livre da rubéola em 2015 (relembre aqui). “Turistas de países onde ainda há infecção por esses vírus podem trazer essas doenças. A vacinação, além de reduzir esse risco, contribuirá para a não disseminação em outros continentes e, consequentemente, para a queda continuada dos casos”, reforça a pesquisadora. Em breve, a América também poderá ser declarada livre do sarampo.

Lucas Rocha
Foto da capa: Freepik

14/07/2016
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte
(Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)