O universo microscópico arrebatou olhares curiosos nesta quinta-feira (14/08). Estudantes da Escola Municipal Walmir de Freitas Monteiro, localizada em Volta Redonda (RJ), estiveram no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e conheceram a estrutura da Plataforma de Microscopia Eletrônica Rudolf Barth e do Laboratório de Biologia Estrutural, no Pavilhão Carlos Chagas.
A programação incluiu uma introdução ao mundo das células e da microscopia, seguida de atividades práticas em laboratório. Os alunos puderam observar amostras em microscópios eletrônicos de alta resolução, conhecer procedimentos de cultivo celular e acompanhar a rotina dos cientistas do Instituto.
Nesse processo, aprenderam mais sobre microrganismos e doenças investigadas no IOC, como a toxoplasmose, a giardíase e outras enfermidades que afetam a saúde humana.

Participaram jovens do 9º e do 6º ano do Ensino Fundamental II, integrantes do TecnoBots, grupo de robótica da escola. Para Raquel Cristina Marques, de 14 anos, a visita abriu novas perspectivas.
"Achei a experiência incrível e única. Aprendi coisas que eu não teria aprendido se não tivesse visitado a Fiocruz", contou.
Para Gustavo Alves Marçal, de 11 anos, conhecer o mundo microscópico foi inesquecível. Ele se impressionou especialmente com a nitidez das imagens e a possibilidade de observar estruturas minúsculas em detalhes.
“São coisas que nós não conseguimos ver a olho nu, mas conseguimos ver pelo microscópio. É uma curiosidade muito legal”, exclamou.

A visita foi organizada pelo chefe do Laboratório de Biologia Estrutural, Victor Midlej, e teve o apoio do ‘Programa IOC+Escolas’, iniciativa que aproxima a ciência de alunos da educação básica por meio de atividades presenciais e oficinas. A coordenadora do projeto e pesquisadora do Laboratório de AIDS e Imunologia Molecular, Sylvia Teixeira, destacou que a experiência ajuda a quebrar barreiras e aproximar os estudantes da carreira científica.
“Muitas vezes, a ciência parece distante, como algo que não é para todo mundo. Quando eles veem de perto, percebem que é um ambiente do qual podem fazer parte”, afirmou.
Esse é o caso de Lia de Araújo Gomes, de 15 anos. Já interessada pela área científica, ela viu na visita uma oportunidade de reforçar sua escolha profissional e conhecer de perto o universo da pesquisa.
"Eu quero cursar Biologia. Foi a primeira vez que vi equipamentos grandes. A visita me ajudou muito a me apaixonar mais pela área", disse.

Pedro Henrique Moreira de Assis, de 13 anos, também ressaltou a importância do contato com a pesquisa, relacionando a experiência ao campeonato de robótica que irá disputar em dezembro pela equipe TecnoBots.
"Eu tinha curiosidade, mas não tinha fontes para aprender. A visita agregou conhecimentos para o campeonato que iremos participar no mês de dezembro", afirmou.
O pesquisador Victor Midlej, que conduziu as atividades, explicou que ‘traduzir’ a linguagem científica para os jovens é essencial para despertar interesse e compreensão.
“Usamos exemplos do dia a dia deles, conectando conceitos a situações que conhecem. Assim, conseguem compreender melhor e se engajar. Foi o que aconteceu: depois da timidez inicial, eles se soltaram, ficaram curiosos e perguntaram além do que estava sendo mostrado”, contou.

Somente em 2025, o IOC+Escolas já alcançou mais de 850 estudantes em diferentes atividades. O programa mantém um calendário constante de oficinas em escolas e outras instituições, fortalecendo o diálogo entre ciência e sociedade.
Para o diretor da Escola Municipal Walmir de Freitas Monteiro, Felipe Nóbrega, proporcionar essa vivência é essencial.
"Para nós, que vivemos no interior do estado, é muito importante oportunizar para as crianças o acesso a uma instituição de ensino que materializa o ato de fazer ciência", finalizou.
O universo microscópico arrebatou olhares curiosos nesta quinta-feira (14/08). Estudantes da Escola Municipal Walmir de Freitas Monteiro, localizada em Volta Redonda (RJ), estiveram no Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e conheceram a estrutura da Plataforma de Microscopia Eletrônica Rudolf Barth e do Laboratório de Biologia Estrutural, no Pavilhão Carlos Chagas.
A programação incluiu uma introdução ao mundo das células e da microscopia, seguida de atividades práticas em laboratório. Os alunos puderam observar amostras em microscópios eletrônicos de alta resolução, conhecer procedimentos de cultivo celular e acompanhar a rotina dos cientistas do Instituto.
Nesse processo, aprenderam mais sobre microrganismos e doenças investigadas no IOC, como a toxoplasmose, a giardíase e outras enfermidades que afetam a saúde humana.

Participaram jovens do 9º e do 6º ano do Ensino Fundamental II, integrantes do TecnoBots, grupo de robótica da escola. Para Raquel Cristina Marques, de 14 anos, a visita abriu novas perspectivas.
"Achei a experiência incrível e única. Aprendi coisas que eu não teria aprendido se não tivesse visitado a Fiocruz", contou.
Para Gustavo Alves Marçal, de 11 anos, conhecer o mundo microscópico foi inesquecível. Ele se impressionou especialmente com a nitidez das imagens e a possibilidade de observar estruturas minúsculas em detalhes.
“São coisas que nós não conseguimos ver a olho nu, mas conseguimos ver pelo microscópio. É uma curiosidade muito legal”, exclamou.

A visita foi organizada pelo chefe do Laboratório de Biologia Estrutural, Victor Midlej, e teve o apoio do ‘Programa IOC+Escolas’, iniciativa que aproxima a ciência de alunos da educação básica por meio de atividades presenciais e oficinas. A coordenadora do projeto e pesquisadora do Laboratório de AIDS e Imunologia Molecular, Sylvia Teixeira, destacou que a experiência ajuda a quebrar barreiras e aproximar os estudantes da carreira científica.
“Muitas vezes, a ciência parece distante, como algo que não é para todo mundo. Quando eles veem de perto, percebem que é um ambiente do qual podem fazer parte”, afirmou.
Esse é o caso de Lia de Araújo Gomes, de 15 anos. Já interessada pela área científica, ela viu na visita uma oportunidade de reforçar sua escolha profissional e conhecer de perto o universo da pesquisa.
"Eu quero cursar Biologia. Foi a primeira vez que vi equipamentos grandes. A visita me ajudou muito a me apaixonar mais pela área", disse.

Pedro Henrique Moreira de Assis, de 13 anos, também ressaltou a importância do contato com a pesquisa, relacionando a experiência ao campeonato de robótica que irá disputar em dezembro pela equipe TecnoBots.
"Eu tinha curiosidade, mas não tinha fontes para aprender. A visita agregou conhecimentos para o campeonato que iremos participar no mês de dezembro", afirmou.
O pesquisador Victor Midlej, que conduziu as atividades, explicou que ‘traduzir’ a linguagem científica para os jovens é essencial para despertar interesse e compreensão.
“Usamos exemplos do dia a dia deles, conectando conceitos a situações que conhecem. Assim, conseguem compreender melhor e se engajar. Foi o que aconteceu: depois da timidez inicial, eles se soltaram, ficaram curiosos e perguntaram além do que estava sendo mostrado”, contou.

Somente em 2025, o IOC+Escolas já alcançou mais de 850 estudantes em diferentes atividades. O programa mantém um calendário constante de oficinas em escolas e outras instituições, fortalecendo o diálogo entre ciência e sociedade.
Para o diretor da Escola Municipal Walmir de Freitas Monteiro, Felipe Nóbrega, proporcionar essa vivência é essencial.
"Para nós, que vivemos no interior do estado, é muito importante oportunizar para as crianças o acesso a uma instituição de ensino que materializa o ato de fazer ciência", finalizou.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)