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Medalha Maria de Nazareth Meirelles de Mérito Feminino na Ciência

Honraria reconheceu trajetórias científicas femininas que marcaram a história do Instituto Oswaldo Cruz
Por Jornalismo IOC02/10/2025 - Atualizado em 02/10/2025

Medalha Maria de Nazareth Meirelles destaca o legado da pesquisadora na ciência do IOC. Foto: Rudson Amorin

A Medalha Maria de Nazareth Meirelles de Mérito Feminino na Ciência tem como objetivo reconhecer a contribuição de mulheres que marcaram e seguem marcando a trajetória científica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). 

A primeira edição da homenagem aconteceu em 5 de agosto de 2025, no segundo ato do Simpósio IOC Jubileu 125 anos, durante a quinta edição do projeto Somos Manguinhos. 

Na ocasião, 15 pesquisadoras receberam a condecoração: Ana Jansen, Anna Kohn, Delir Corrêa, Elba Lemos, Helene Santos Barbosa, Margareth Dalcolmo, Marilda Siqueira, Marilza Maia Herzog, Mariza Morgado, Marli Maria Lima, Martha Pereira, Miriam Tendler, Monika Barth, Rita Nogueira e Yara Traub-Cseko.  


Pesquisadoras que receberam a 'Medalha Maria de Nazareth Meirelles de Mérito Feminino na Ciência’. Foto: Rudson Amorim

Maria de Nazareth Silveira Leal de Meirelles (1936–2019) foi pesquisadora do IOC por mais de três décadas, com destaque para seus estudos sobre a doença de Chagas e a consolidação da microscopia eletrônica no Instituto.  

Formada em História Natural pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), concluiu mestrado e doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e publicou mais de 130 artigos científicos. 


A psicóloga Cristina Meirelles, filha de Nazareth, representou a família da pesquisadora na cerimônia. Foto: Rudson Amorim.

Foi vice-diretora do IOC, chefiou laboratórios e coordenou o Programa de Pós-graduação em Biologia Parasitária, além de orientar dezenas de dissertações e teses, moldando gerações de cientistas. Mãe de sete filhos e formadora de quase 900 ‘filhos acadêmicos’, Nazareth simboliza a conciliação entre maternidade, liderança e excelência científica, tornando-se inspiração para mulheres dentro e fora da ciência. 


Além da produtividade como pesquisadora, Maria de Nazareth Mereilles também teve papel de liderança em diversas posições no Instituto. Foto: Arquivo pessoal
 
Honraria reconheceu trajetórias científicas femininas que marcaram a história do Instituto Oswaldo Cruz
Por: 
jornalismo

Medalha Maria de Nazareth Meirelles destaca o legado da pesquisadora na ciência do IOC. Foto: Rudson Amorin

A Medalha Maria de Nazareth Meirelles de Mérito Feminino na Ciência tem como objetivo reconhecer a contribuição de mulheres que marcaram e seguem marcando a trajetória científica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). 

A primeira edição da homenagem aconteceu em 5 de agosto de 2025, no segundo ato do Simpósio IOC Jubileu 125 anos, durante a quinta edição do projeto Somos Manguinhos. 

Na ocasião, 15 pesquisadoras receberam a condecoração: Ana Jansen, Anna Kohn, Delir Corrêa, Elba Lemos, Helene Santos Barbosa, Margareth Dalcolmo, Marilda Siqueira, Marilza Maia Herzog, Mariza Morgado, Marli Maria Lima, Martha Pereira, Miriam Tendler, Monika Barth, Rita Nogueira e Yara Traub-Cseko.  


Pesquisadoras que receberam a 'Medalha Maria de Nazareth Meirelles de Mérito Feminino na Ciência’. Foto: Rudson Amorim

Maria de Nazareth Silveira Leal de Meirelles (1936–2019) foi pesquisadora do IOC por mais de três décadas, com destaque para seus estudos sobre a doença de Chagas e a consolidação da microscopia eletrônica no Instituto.  

Formada em História Natural pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), concluiu mestrado e doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e publicou mais de 130 artigos científicos. 


A psicóloga Cristina Meirelles, filha de Nazareth, representou a família da pesquisadora na cerimônia. Foto: Rudson Amorim.

Foi vice-diretora do IOC, chefiou laboratórios e coordenou o Programa de Pós-graduação em Biologia Parasitária, além de orientar dezenas de dissertações e teses, moldando gerações de cientistas. Mãe de sete filhos e formadora de quase 900 ‘filhos acadêmicos’, Nazareth simboliza a conciliação entre maternidade, liderança e excelência científica, tornando-se inspiração para mulheres dentro e fora da ciência. 


Além da produtividade como pesquisadora, Maria de Nazareth Mereilles também teve papel de liderança em diversas posições no Instituto. Foto: Arquivo pessoal
 

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)