Pesquisadores do IOC participaram de conferência no Instituto Pasteur, na França, que apresentou estudos e discutiu estratégias de enfrentamento ao vÃrus. O encontro reuniu mais de 600 especialistas de todo o mundo
Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) participaram, nos dias 25 e 26 de abril, do ‘International Zika Summit 2016Â’, conferência que reuniu, na sede do Instituto Pasteur, em Paris, mais de 600 cientistas e profissionais de saúde pública de diversos paÃses do mundo que se dedicam a investigação de diferentes aspectos que envolvem o vÃrus Zika. Promovido pelo Instituto Pasteur, Fundação Bill e Melinda Gates e Fundação Wellcome Trust, o congresso teve como objetivo integrar a comunidade cientÃfica, mobilizar esforços e ampliar parcerias entre renomados pesquisadores. Chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC, Ricardo Lourenço foi o único entomologista carioca convidado a palestrar durante o evento. O especialista abordou a ‘Bioecologia e controle de Aedes no BrasilÂ’, na qual apresentou os aspectos biológicos e históricos do vetor no paÃs. Lourenço tem se dedicado aos estudos da interação entre mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus e o vÃrus Zika. Uma destas investigações avaliou a competência vetorial de mosquitos do gênero Aedes para a transmissão do vÃrus Zika em cinco paÃses: Brasil, Estados Unidos, Guiana Francesa, Martinica e Guadalupe. [Leia a reportagem]
Contribuindo para a sessão de pôsteres do congresso, a pesquisadora Maria Goreti Rosa-Freitas, do mesmo Laboratório, compartilhou informações sobre estudo que aborda os riscos e condições para a emergência de arboviroses, incluindo Zika, dengue e chikungunya, na Grécia. Já a chefe do Laboratório de Biologia Molecular de FlavivÃrus do IOC, Myrna Bonaldo divulgou estudo sobre o isolamento de vÃrus Zika, com potencial de infecção, a partir de amostras de urina e saliva de pacientes no Brasil. A descoberta foi publicada no site ‘bioRxivÂ’, que disponibiliza pesquisas online antes da publicação em revistas cientÃficas. Já o diretor do IOC, Wilson Savino, representou a Fiocruz em cooperações com o Instituto Pasteur sobre o tema.
Divididas por sessões temáticas, as palestras discutiram, ainda, temas de relevância como diagnóstico, imunização, a relação entre o vÃrus Zika e a microcefalia, complicações neurológicas e a SÃndrome de Guillain-Barré. Reportagem: Lucas Rocha 27/04/2016
Pesquisadores do IOC participaram de conferência no Instituto Pasteur, na França, que apresentou estudos e discutiu estratégias de enfrentamento ao vÃrus. O encontro reuniu mais de 600 especialistas de todo o mundo
Pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) participaram, nos dias 25 e 26 de abril, do ‘International Zika Summit 2016Â’, conferência que reuniu, na sede do Instituto Pasteur, em Paris, mais de 600 cientistas e profissionais de saúde pública de diversos paÃses do mundo que se dedicam a investigação de diferentes aspectos que envolvem o vÃrus Zika. Promovido pelo Instituto Pasteur, Fundação Bill e Melinda Gates e Fundação Wellcome Trust, o congresso teve como objetivo integrar a comunidade cientÃfica, mobilizar esforços e ampliar parcerias entre renomados pesquisadores. Chefe do Laboratório de Mosquitos Transmissores de Hematozoários do IOC, Ricardo Lourenço foi o único entomologista carioca convidado a palestrar durante o evento. O especialista abordou a ‘Bioecologia e controle de Aedes no BrasilÂ’, na qual apresentou os aspectos biológicos e históricos do vetor no paÃs. Lourenço tem se dedicado aos estudos da interação entre mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus e o vÃrus Zika. Uma destas investigações avaliou a competência vetorial de mosquitos do gênero Aedes para a transmissão do vÃrus Zika em cinco paÃses: Brasil, Estados Unidos, Guiana Francesa, Martinica e Guadalupe. [Leia a reportagem]
Contribuindo para a sessão de pôsteres do congresso, a pesquisadora Maria Goreti Rosa-Freitas, do mesmo Laboratório, compartilhou informações sobre estudo que aborda os riscos e condições para a emergência de arboviroses, incluindo Zika, dengue e chikungunya, na Grécia. Já a chefe do Laboratório de Biologia Molecular de FlavivÃrus do IOC, Myrna Bonaldo divulgou estudo sobre o isolamento de vÃrus Zika, com potencial de infecção, a partir de amostras de urina e saliva de pacientes no Brasil. A descoberta foi publicada no site ‘bioRxivÂ’, que disponibiliza pesquisas online antes da publicação em revistas cientÃficas. Já o diretor do IOC, Wilson Savino, representou a Fiocruz em cooperações com o Instituto Pasteur sobre o tema.
Divididas por sessões temáticas, as palestras discutiram, ainda, temas de relevância como diagnóstico, imunização, a relação entre o vÃrus Zika e a microcefalia, complicações neurológicas e a SÃndrome de Guillain-Barré. Reportagem: Lucas Rocha 27/04/2016
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)