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Moçambique ganha dez novos mestres

Pós-graduação do IOC no país já formou 34 profissionais. Formados ultrapassam as barreiras e continuam os estudos em países como Alemanha e Bélgica
Por Lucas Rocha24/03/2015 - Atualizado em 10/12/2019
Pós-graduação do IOC no país já formou 34 profissionais. Formados ultrapassam as barreiras e continuam os estudos em países como Alemanha e Bélgica

Criado há sete anos, o Programa de Cooperação Internacional de Pós-graduação em Ciências da Saúde, que oferece cursos de mestrado e doutorado do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em Moçambique, acaba de formar dez novos mestres em sua terceira turma. Já são 34 os profissionais capacitados pela iniciativa. “Nossa meta é formar mestres e doutores que possam contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país”, destacou o pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Leishmaniose do IOC, Renato Porrozzi, coordenador do Programa.

Divulgação

Cooperação Fiocruz-INS já formou mais de 30 mestres desde sua criação


Membro do corpo docente do Programa desde sua implementação, Renato participou das bancas avaliadoras ao lado do diretor do IOC, Wilson Savino, e do pesquisador do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisas Médicas do Instituto, Adeilton Brandão. Malária, Aids, filariose e outras doenças infecciosas foram alguns dos temas defendidos no Instituto Nacional de Saúde (INS), em Maputo, capital do país. “Este investimento em ensino ultrapassa barreiras. Temos alunos formados pelo mestrado que viajaram para países como Brasil, Bélgica e Alemanha para continuar os estudos”, destacou Renato.
Lucas Rocha 24/03/2015 .
Pós-graduação do IOC no país já formou 34 profissionais. Formados ultrapassam as barreiras e continuam os estudos em países como Alemanha e Bélgica
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lucas

Pós-graduação do IOC no país já formou 34 profissionais. Formados ultrapassam as barreiras e continuam os estudos em países como Alemanha e Bélgica



Criado há sete anos, o Programa de Cooperação Internacional de Pós-graduação em
Ciências da Saúde, que oferece cursos de mestrado e doutorado do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) em Moçambique, acaba de formar dez novos mestres em sua terceira turma. Já são 34 os profissionais capacitados pela iniciativa. “Nossa meta é formar mestres e doutores que possam contribuir para o desenvolvimento científico e tecnológico do país”, destacou o pesquisador do Laboratório de Pesquisa em Leishmaniose do IOC, Renato Porrozzi, coordenador do Programa.

Divulgação

Cooperação Fiocruz-INS já formou mais de 30 mestres desde sua criação



Membro do corpo docente do Programa desde sua implementação, Renato participou das bancas avaliadoras ao lado do diretor do IOC, Wilson Savino, e do pesquisador do Laboratório Interdisciplinar de Pesquisas Médicas do Instituto, Adeilton Brandão. Malária, Aids, filariose e outras doenças infecciosas foram alguns dos temas defendidos no Instituto Nacional de Saúde (INS), em Maputo, capital do país. “Este investimento em ensino ultrapassa barreiras. Temos alunos formados pelo mestrado que viajaram para países como Brasil, Bélgica e Alemanha para continuar os estudos”, destacou Renato.


Lucas Rocha
24/03/2015
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Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)