O acervo de negativos de vidro do Fundo Instituto Oswaldo Cruz, coleção de grande valor histórico, foi reconhecido como Patrimônio da Humanidade pelo Programa Memória do Mundo, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Com cerca de oito mil itens que retratam os primeiros anos de atividades do IOC, entre as décadas de 1910 e 1940, atualmente, a coleção encontra-se sob a guarda da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).

A maioria dos negativos foi produzida por Joaquim Pinto da Silva, fotógrafo que permaneceu no Instituto de 1903 até 1946. J. Pinto, como ele assinava, registrou pesquisadores, laboratórios, instalações, funcionários, obras e visitas.
Destacam-se, entre a coleção, a passagem de Albert Einstein por Manguinhos e pelo atual campus da Fiocruz, o Pavilhão Mourisco e suas paredes, luminárias e escadarias, e a construção de pavilhões e do Instituto de Pesquisa ClÃnica Evandro Chagas, local que abrigava o Hospital Oswaldo Cruz.

O acervo também conta com as imagens dos fotógrafos João Stamato, Cipriano Segur e José Teixeira. Eles acompanharam as expedições cientÃficas realizadas por pesquisadores do IOC entre 1911 e 1913 nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Os registros revelam o inÃcio da pesquisa biomédica e da medicina experimental e apresentam um paÃs desconhecido, através de imagens do sertão nordestino e da região amazônica.
Na época, os negativos de vidro foram um dos responsáveis por ajudar na formalização de polÃticas públicas contra os sérios problemas sanitários enfrentados pelas populações do interior.

*Manoela Andrade, com informações da COC/Fiocruz
O acervo de negativos de vidro do Fundo Instituto Oswaldo Cruz, coleção de grande valor histórico, foi reconhecido como Patrimônio da Humanidade pelo Programa Memória do Mundo, da Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura (Unesco).
Com cerca de oito mil itens que retratam os primeiros anos de atividades do IOC, entre as décadas de 1910 e 1940, atualmente, a coleção encontra-se sob a guarda da Casa de Oswaldo Cruz (COC/Fiocruz).
 
A maioria dos negativos foi produzida por Joaquim Pinto da Silva, fotógrafo que permaneceu no Instituto de 1903 até 1946. J. Pinto, como ele assinava, registrou pesquisadores, laboratórios, instalações, funcionários, obras e visitas.
Destacam-se, entre a coleção, a passagem de Albert Einstein por Manguinhos e pelo atual campus da Fiocruz, o Pavilhão Mourisco e suas paredes, luminárias e escadarias, e a construção de pavilhões e do Instituto de Pesquisa ClÃnica Evandro Chagas, local que abrigava o Hospital Oswaldo Cruz.
 
O acervo também conta com as imagens dos fotógrafos João Stamato, Cipriano Segur e José Teixeira. Eles acompanharam as expedições cientÃficas realizadas por pesquisadores do IOC entre 1911 e 1913 nas regiões Norte e Nordeste do Brasil.
Os registros revelam o inÃcio da pesquisa biomédica e da medicina experimental e apresentam um paÃs desconhecido, através de imagens do sertão nordestino e da região amazônica.
Na época, os negativos de vidro foram um dos responsáveis por ajudar na formalização de polÃticas públicas contra os sérios problemas sanitários enfrentados pelas populações do interior.
 
*Manoela Andrade, com informações da COC/Fiocruz
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)