A identificação do mosquito Lutzomyia (Lutzomyia) elizabethrangelae, feita por pesquisadores do IOC, foi um dos destaques do periódico cientÃfico ‘Journal of Medical EntomologyÂ’
A descrição de uma nova espécie de flebotomÃneo realizada por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) foi publicada no periódico ‘Journal of Medical EntomologyÂ’ (confira aqui). A descoberta, descrita pelos pesquisadores do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses do IOC, MaurÃcio Luiz Vilela e Alfredo Carlos Rodrigues de Azevedo, e pelo estudante de doutorado do Programa de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Rodrigo EspÃndola Godoy, foi fruto de atividades cientÃficas desenvolvidas, entre 2004 e 2008, em cavernas de arenito no municÃpio de Palmeirópolis, no sul do Tocantins.
MaurÃcio Luiz Vilela

A espécie de flebotomÃneo foi descoberta em cavernas de arenito no sul do Tocantins
As amostras foram coletadas como parte de um projeto de monitoramento entomológico, durante a construção da usina hidrelétrica de Peixe Angical. De acordo com o pesquisador, com base em caracterÃsticas morfológicas, a nova espécie que recebeu o nome cientÃfico de Lutzomyia (Lutzomyia) elizabethrangelae, em homenagem à pesquisadora Elizabeth Ferreira Rangel, chefe do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses do IOC, pode ser incluÃda no subgênero Lutzomyia. A espécie identificada é semelhante aos flebotomÃneos Lutzomyia forattinii e Lutzomyia almerioi. Entretanto, pode ser diferenciada por caracterÃsticas morfológicas presentes na genitália masculina e no cibário, parte da cavidade bucal feminina. Lucas Rocha 27/04/2015 .
A identificação do mosquito Lutzomyia (Lutzomyia) elizabethrangelae, feita por pesquisadores do IOC, foi um dos destaques do periódico cientÃfico ‘Journal of Medical EntomologyÂ’
A descrição de uma nova espécie de flebotomÃneo realizada por pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) foi publicada no periódico ‘Journal of Medical EntomologyÂ’ (confira aqui). A descoberta, descrita pelos pesquisadores do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses do IOC, MaurÃcio Luiz Vilela e Alfredo Carlos Rodrigues de Azevedo, e pelo estudante de doutorado do Programa de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), Rodrigo EspÃndola Godoy, foi fruto de atividades cientÃficas desenvolvidas, entre 2004 e 2008, em cavernas de arenito no municÃpio de Palmeirópolis, no sul do Tocantins.
MaurÃcio Luiz Vilela

A espécie de flebotomÃneo foi descoberta em cavernas de arenito no sul do Tocantins
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As amostras foram coletadas como parte de um projeto de monitoramento entomológico, durante a construção da usina hidrelétrica de Peixe Angical. De acordo com o pesquisador, com base em caracterÃsticas morfológicas, a nova espécie que recebeu o nome cientÃfico de Lutzomyia (Lutzomyia) elizabethrangelae, em homenagem à pesquisadora Elizabeth Ferreira Rangel, chefe do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses do IOC, pode ser incluÃda no subgênero Lutzomyia. A espécie identificada é semelhante aos flebotomÃneos Lutzomyia forattinii e Lutzomyia almerioi. Entretanto, pode ser diferenciada por caracterÃsticas morfológicas presentes na genitália masculina e no cibário, parte da cavidade bucal feminina. Lucas Rocha 27/04/2015 .
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)