Portuguese English Spanish
Interface
Adjust the interface to make it easier to use for different conditions.
This renders the document in high contrast mode.
This renders the document as white on black
This can help those with trouble processing rapid screen movements.
This loads a font easier to read for people with dyslexia.
Busca Avançada
Você está aqui: Notícias » Pesquisadora do IOC assume a coordenação de rede sobre malária

Pesquisadora do IOC assume a coordenação de rede sobre malária

Imunologista foi eleita por unanimidade para o mandato 2013-2017 à frente da Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde/Malária, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Por Lucas Rocha10/01/2014 - Atualizado em 10/12/2019

Imunologista foi eleita por unanimidade para o mandato 2013-2017 à frente da Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde/Malária, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Dinamizar e fortalecer os processos de cooperação entre países de língua portuguesa e promover o acesso universal a informações relativas à transmissão, tratamento e prevenção de doenças. Esse é o objetivo das Redes de Investigação e Desenvolvimento em Saúde (RIDES) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que reúnem profissionais e pesquisadores de diversas áreas alinhados em um mesmo eixo temático. Atualmente, três temas norteiam as RIDES: Malária, Tuberculose e IST-SIDA (sobre AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais).

 Divulgação

 

Segundo Maria de Fátima, formar multiplicadores é um dos desafios da nova gestão

Em encontro realizado no final de 2013, que reuniu representantes de todas as RIDES, a pesquisadora do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Maria de Fátima Ferreira da Cruz, foi eleita por unanimidade para a coordenação da Rede em Malária no quadriênio 2013-2017. No laboratório, Fátima é responsável pelo diagnóstico molecular de casos da doença e atua na investigação da quimiorresistência dos plasmódios (agentes causadores do agravo).

As três Redes visam, igualmente, criar e implementar planos de ação em prol da mobilização de recursos financeiros junto aos governos e outras organizações, bem como atuar no combate ao estigma e à discriminação relacionados às doenças.

Propostas
Entre as ações prioritárias que a pesquisadora planeja para a coordenação da Rede, estão a captação de recursos financeiros para ampliar a oferta de cursos de capacitação técnica e de Pós-graduação Lato sensu e Stricto sensu. “Por meio desses cursos, a RIDES Malária prepara profissionais para enfrentar a doença em seus países de origem. Já conseguimos formar diversos membros de instituições filiadas ao Ministério da Saúde de Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas não podemos parar por aí”, disse a pesquisadora. De acordo com Maria de Fátima, o trabalho em equipe é fundamental para tentar diminuir o número de casos da doença e reduzir o impacto do agravo na população. “Nosso desafio é formar multiplicadores, ou seja, preparar profissionais que, ao voltarem para seus países, possam aplicar de forma concreta o conhecimento adquirido”, completou.

Outros pontos que também receberão atenção especial da nova diretora incluem a facilitação de acesso a periódicos científicos e o estímulo a novas temáticas de estudo, além da criação de um site para divulgação das ações da Rede e da inclusão de universidades e instituições de pesquisa no conjunto de colaboradores da RIDES Malária.

Sobre a Rede
A RIDES Malária foi  criada oficialmente em 2008, por iniciativa de Virgílio do Rosário, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical de Portugal (IHMT), que permaneceu à frente da coordenação por seis anos, e dos pesquisadores Carlos Henrique Nery Costa, da Universidade Federal do Piauí, e Filomeno Fortes, do Programa de Controle da Malária de Angola.

Além da Fiocruz, por meio do Instituto Oswaldo Cruz, fazem parte da RIDES Malária a Fundação Calouste Gulbenkian e o Instituto de Ciências Calouste Gulbenkian de Portugal; o Instituto Nacional de Saúde Pública e o Programa Nacional de Malária de Angola; o Programa Nacional de Malária e o Instituto Nacional de Saúde Pública de Moçambique; além dos programas nacionais de malária de São Tomé e Príncipe e de Guiné-Bissau.

Lucas Rocha
14/01/2014
Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)

Imunologista foi eleita por unanimidade para o mandato 2013-2017 à frente da Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde/Malária, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa
Por: 
lucas

Imunologista foi eleita por unanimidade para o mandato 2013-2017 à frente da Rede de Investigação e Desenvolvimento em Saúde/Malária, da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa

Dinamizar e fortalecer os processos de cooperação entre países de língua portuguesa e promover o acesso universal a informações relativas à transmissão, tratamento e prevenção de doenças. Esse é o objetivo das Redes de Investigação e Desenvolvimento em Saúde (RIDES) da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa (CPLP), que reúnem profissionais e pesquisadores de diversas áreas alinhados em um mesmo eixo temático. Atualmente, três temas norteiam as RIDES: Malária, Tuberculose e IST-SIDA (sobre AIDS e Doenças Sexualmente Transmissíveis e Hepatites Virais).

 Divulgação

 

Segundo Maria de Fátima, formar multiplicadores é um dos desafios da nova gestão

Em encontro realizado no final de 2013, que reuniu representantes de todas as RIDES, a pesquisadora do Laboratório de Pesquisa em Malária do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Maria de Fátima Ferreira da Cruz, foi eleita por unanimidade para a coordenação da Rede em Malária no quadriênio 2013-2017. No laboratório, Fátima é responsável pelo diagnóstico molecular de casos da doença e atua na investigação da quimiorresistência dos plasmódios (agentes causadores do agravo).

As três Redes visam, igualmente, criar e implementar planos de ação em prol da mobilização de recursos financeiros junto aos governos e outras organizações, bem como atuar no combate ao estigma e à discriminação relacionados às doenças.

Propostas

Entre as ações prioritárias que a pesquisadora planeja para a coordenação da Rede, estão a captação de recursos financeiros para ampliar a oferta de cursos de capacitação técnica e de Pós-graduação Lato sensu e Stricto sensu. “Por meio desses cursos, a RIDES Malária prepara profissionais para enfrentar a doença em seus países de origem. Já conseguimos formar diversos membros de instituições filiadas ao Ministério da Saúde de Angola, Cabo Verde, Moçambique e São Tomé e Príncipe, mas não podemos parar por aí”, disse a pesquisadora. De acordo com Maria de Fátima, o trabalho em equipe é fundamental para tentar diminuir o número de casos da doença e reduzir o impacto do agravo na população. “Nosso desafio é formar multiplicadores, ou seja, preparar profissionais que, ao voltarem para seus países, possam aplicar de forma concreta o conhecimento adquirido”, completou.

Outros pontos que também receberão atenção especial da nova diretora incluem a facilitação de acesso a periódicos científicos e o estímulo a novas temáticas de estudo, além da criação de um site para divulgação das ações da Rede e da inclusão de universidades e instituições de pesquisa no conjunto de colaboradores da RIDES Malária.

Sobre a Rede

A RIDES Malária foi  criada oficialmente em 2008, por iniciativa de Virgílio do Rosário, do Instituto de Higiene e Medicina Tropical de Portugal (IHMT), que permaneceu à frente da coordenação por seis anos, e dos pesquisadores Carlos Henrique Nery Costa, da Universidade Federal do Piauí, e Filomeno Fortes, do Programa de Controle da Malária de Angola.

Além da Fiocruz, por meio do Instituto Oswaldo Cruz, fazem parte da RIDES Malária a Fundação Calouste Gulbenkian e o Instituto de Ciências Calouste Gulbenkian de Portugal; o Instituto Nacional de Saúde Pública e o Programa Nacional de Malária de Angola; o Programa Nacional de Malária e o Instituto Nacional de Saúde Pública de Moçambique; além dos programas nacionais de malária de São Tomé e Príncipe e de Guiné-Bissau.

Lucas Rocha

14/01/2014

Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)