
Representantes do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) receberam pesquisadores da Universidade de Nagasaki, do Japão, para compartilhar experiências sobre pesquisas em infraestrutura com elevado índice de biossegurança.
Realizado na sexta-feira (01/08), o encontro integrou a agenda de cooperação internacional do Instituto. Foram recebidos os cientistas Jiro Yasuda e Yohei Kurosaki, vinculados ao Centro Nacional de Pesquisa para o Controle e Prevenção de Doenças Infecciosas da universidade japonesa.
Os anfitriões foram o diretor de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas do IOC, Eduardo Volotão, e o coordenador da Plataforma de Nível de Biossegurança 3 (NB3), Marco Horta.
O objetivo da visita foi retirar dúvidas sobre a legislação brasileira para a construção de laboratórios NB3. Atualmente, os visitantes integram um projeto de renovação da infraestrutura do laboratório NB3 do Instituto Keizo Asami (LIKA), localizado no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife.

Laboratórios NB3 são ambientes com barreiras físicas e protocolos rigorosos de contenção, projetados para o manuseio seguro de agentes infecciosos que podem causar doenças graves em humanos, como a febre-amarela, a gripe, a dengue, o ebola, entre outros.
“Doenças infecciosas são um sério problema de saúde pública no Brasil e também no Japão. É uma preocupação mundial. Gostaríamos de contribuir para resolver esse problema”, explicou Yasuda.
Para Volotão, a ação reafirma o compromisso do Instituto com a cooperação internacional, a diplomacia científica e a inovação em saúde.
“Como referência nacional, o IOC desempenha um papel fundamental no diálogo com instituições nacionais e estrangeiras, promovendo a identificação e a viabilização de oportunidades de atuação conjunta no país”, destacou.

Além da Universidade de Nagasaki, o IOC tem contato próximo com outras instituições japonesas, como a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e o Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID), por meio de iniciativas geralmente organizadas pela chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, Marilda Siqueira.
Já as relações com o Instituto Keizo Asami costumam ser mediadas pelo coordenador do NB3 do IOC, Marco Horta.
"Justamente por ser referência nacional, diversas instituições estrangeiras procuram o NB3 do IOC para receber treinamentos e para que elas possam replicar as instalações nos seus próprios laboratórios. No caso dos pesquisadores japoneses, eles quiseram nos visitar para saber como é um laboratório de alta contenção no Brasil e poder seguir com o projeto na UFPE", resumiu Horta.

Representantes do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) receberam pesquisadores da Universidade de Nagasaki, do Japão, para compartilhar experiências sobre pesquisas em infraestrutura com elevado índice de biossegurança.
Realizado na sexta-feira (01/08), o encontro integrou a agenda de cooperação internacional do Instituto. Foram recebidos os cientistas Jiro Yasuda e Yohei Kurosaki, vinculados ao Centro Nacional de Pesquisa para o Controle e Prevenção de Doenças Infecciosas da universidade japonesa.
Os anfitriões foram o diretor de Laboratórios de Referência, Ambulatórios e Coleções Biológicas do IOC, Eduardo Volotão, e o coordenador da Plataforma de Nível de Biossegurança 3 (NB3), Marco Horta.
O objetivo da visita foi retirar dúvidas sobre a legislação brasileira para a construção de laboratórios NB3. Atualmente, os visitantes integram um projeto de renovação da infraestrutura do laboratório NB3 do Instituto Keizo Asami (LIKA), localizado no campus da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), em Recife.

Laboratórios NB3 são ambientes com barreiras físicas e protocolos rigorosos de contenção, projetados para o manuseio seguro de agentes infecciosos que podem causar doenças graves em humanos, como a febre-amarela, a gripe, a dengue, o ebola, entre outros.
“Doenças infecciosas são um sério problema de saúde pública no Brasil e também no Japão. É uma preocupação mundial. Gostaríamos de contribuir para resolver esse problema”, explicou Yasuda.
Para Volotão, a ação reafirma o compromisso do Instituto com a cooperação internacional, a diplomacia científica e a inovação em saúde.
“Como referência nacional, o IOC desempenha um papel fundamental no diálogo com instituições nacionais e estrangeiras, promovendo a identificação e a viabilização de oportunidades de atuação conjunta no país”, destacou.

Além da Universidade de Nagasaki, o IOC tem contato próximo com outras instituições japonesas, como a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA) e o Instituto Nacional de Doenças Infecciosas (NIID), por meio de iniciativas geralmente organizadas pela chefe do Laboratório de Vírus Respiratórios, Exantemáticos, Enterovírus e Emergências Virais, Marilda Siqueira.
Já as relações com o Instituto Keizo Asami costumam ser mediadas pelo coordenador do NB3 do IOC, Marco Horta.
"Justamente por ser referência nacional, diversas instituições estrangeiras procuram o NB3 do IOC para receber treinamentos e para que elas possam replicar as instalações nos seus próprios laboratórios. No caso dos pesquisadores japoneses, eles quiseram nos visitar para saber como é um laboratório de alta contenção no Brasil e poder seguir com o projeto na UFPE", resumiu Horta.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)