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Popularizando o conhecimento

Da prevenção de doenças a atividades lúdicas e interatividade, especialistas do IOC ensinam ciência de modo leve e descontraído em escola de Niterói, no Rio de Janeiro
Por Lucas Rocha25/11/2013 - Atualizado em 10/12/2019

Da prevenção de doenças a atividades lúdicas e interatividade, especialistas do IOC ensinam ciência de modo leve e descontraído em escola de Niterói, no Rio de Janeiro

Um dia de diversão com ciência e aprendizado. Assim foi a ‘Mostra do Conhecimento’ promovida pelo Colégio Miraflores, em Niterói, no Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O evento, que reuniu mais de 250 estudantes dos ensinos fundamental e médio, com idades entre cinco e 18 anos, foi realizado no último dia 08 de novembro.

Com vídeos educativos, atividades lúdicas e interatividade com instrumentos de laboratório, além de palestras sobre diversos temas, os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre os objetos de estudo da ciência, a sua importância para a sociedade e o cotidiano do ambiente de pesquisa. Dengue, doenças transmitidas por roedores, como as Hantaviroses, e doença de Chagas foram os temas de destaque abordados pelo IOC, com o apoio dos Laboratórios de Transmissores de Hematozoários; Doenças Parasitárias; Hantaviroses e Rickettsioses e do Setor de Entomologia Médica e Forense do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses. Colaboraram ainda o Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UNIRIO e o Instituto Vital Brazil.

Cristiane dos Santos Manoel da Silva

 

Crianças aproveitam para desvendar o mundo daquilo que é invisível a olho nu

Em um dos stands, os estudantes puderam aprender sobre o método mais eficaz de combate à dengue: a prevenção. Com uma maquete que representava a situação de uma casa ideal, livre de focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti, os alunos foram estimulados a eliminar os principais criadouros do mosquito, a fim de evitar a proliferação do vetor. A doença de Chagas, por sua vez, foi desvendada por meio das lentes do microscópio: os participantes tiveram a oportunidade de visualizar, em detalhe, as estruturas do Trypanosoma cruzi, agente causador do agravo, e aprender como a enfermidade afeta o organismo humano. Já o espaço dedicado à Hantavirose, Febre Maculosa e carrapatos, expôs aos alunos os principais transmissores da doença, os roedores e marsupiais taxidermizados, com o objetivo de facilitar a identificação de uma ameaça.

Organizadora do evento e chefe do Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses, Elba Lemos, ressaltou a importância da Mostra. “É interessante perceber o interesse dos jovens e crianças sobre os assuntos abordados durante o evento. Nosso objetivo é sensibilizá-los para que eles voltem o olhar para a pesquisa, além de despertar neles o interesse científico”, destacou.

“Esta é uma experiência válida e que está em consonância com os termos ‘popularização da ciência’ e ‘divulgação científica’. Isso nos faz sair das bancadas do laboratório e ir ao encontro das pessoas, formando, quem sabe, futuros pesquisadores”, concluiu Elba.

Lucas Rocha
25/11/2013
Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)

Da prevenção de doenças a atividades lúdicas e interatividade, especialistas do IOC ensinam ciência de modo leve e descontraído em escola de Niterói, no Rio de Janeiro
Por: 
lucas

Da prevenção de doenças a atividades lúdicas e interatividade, especialistas do IOC ensinam ciência de modo leve e descontraído em escola de Niterói, no Rio de Janeiro



Um dia de diversão com ciência e aprendizado. Assim foi a ‘Mostra do Conhecimento’ promovida pelo Colégio Miraflores, em Niterói, no Rio de Janeiro, em parceria com o Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz). O evento, que reuniu mais de 250 estudantes dos ensinos fundamental e médio, com idades entre cinco e 18 anos, foi realizado no último dia 08 de novembro.

Com vídeos educativos, atividades lúdicas e interatividade com instrumentos de laboratório, além de palestras sobre diversos temas, os participantes puderam conhecer um pouco mais sobre os objetos de estudo da ciência, a sua importância para a sociedade e o cotidiano do ambiente de pesquisa. Dengue, doenças transmitidas por roedores, como as Hantaviroses, e doença de Chagas foram os temas de destaque abordados pelo IOC, com o apoio dos Laboratórios de Transmissores de Hematozoários; Doenças Parasitárias; Hantaviroses e Rickettsioses e do Setor de Entomologia Médica e Forense do Laboratório de Transmissores de Leishmanioses. Colaboraram ainda o Departamento de Microbiologia e Parasitologia da UNIRIO e o Instituto Vital Brazil.

Cristiane dos Santos Manoel da Silva

 

Crianças aproveitam para desvendar o mundo daquilo que é invisível a olho nu

Em um dos stands, os estudantes puderam aprender sobre o método mais eficaz de combate à dengue: a prevenção. Com uma maquete que representava a situação de uma casa ideal, livre de focos de reprodução do mosquito Aedes aegypti, os alunos foram estimulados a eliminar os principais criadouros do mosquito, a fim de evitar a proliferação do vetor. A doença de Chagas, por sua vez, foi desvendada por meio das lentes do microscópio: os participantes tiveram a oportunidade de visualizar, em detalhe, as estruturas do Trypanosoma cruzi, agente causador do agravo, e aprender como a enfermidade afeta o organismo humano. Já o espaço dedicado à Hantavirose, Febre Maculosa e carrapatos, expôs aos alunos os principais transmissores da doença, os roedores e marsupiais taxidermizados, com o objetivo de facilitar a identificação de uma ameaça.

Organizadora do evento e chefe do Laboratório de Hantaviroses e Rickettsioses, Elba Lemos, ressaltou a importância da Mostra. “É interessante perceber o interesse dos jovens e crianças sobre os assuntos abordados durante o evento. Nosso objetivo é sensibilizá-los para que eles voltem o olhar para a pesquisa, além de despertar neles o interesse científico”, destacou.

“Esta é uma experiência válida e que está em consonância com os termos ‘popularização da ciência’ e ‘divulgação científica’. Isso nos faz sair das bancadas do laboratório e ir ao encontro das pessoas, formando, quem sabe, futuros pesquisadores”, concluiu Elba.

Lucas Rocha

25/11/2013

Autorizada a reprodução sem fins lucrativos desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)