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Presidente cumprimenta alunos africanos do IOC

Estudantes acabam de defender mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, capitaneada pelo IOC e realizado em parceria com o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique
Por Jornalismo IOC11/11/2010 - Atualizado em 16/12/2024

Em viagem à África, a comitiva presidencial brasileira teve dois compromissos principais: a Universidade Aberta, um sistema de ensino a distância implantado em Moçambique pela cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a cooperação em saúde concretizada pela Fiocruz nas vertentes de formação de pessoas, através da iniciativa do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e da instalação de uma fábrica de medicamentos, compromisso de Far-Manguinhos/Fiocruz.

O IOC trouxe para Maputo seus cursos de mestrado e doutorado: nosso desafio, nosso compromisso, nossa responsabilidade e nosso grande orgulho, pois exatamente ontem concluímos a formação dos seis primeiros mestres em Ciências da Saúde no programa em parceria com o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique, cofinanciado pela Capes, afirmou a diretora do IOC, Tania Araújo-Jorge. [Leia reportagem sobre a defesa dos estudantes].

Em evento em Maputo, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, destacou a relevância da iniciativa de formação de profissionais no contexto de colaboração Brasil-África. A transferência de tecnologia para a produção industrial de medicamentos e a formação de recursos humanos em ciências da saúde não são meras relações comerciais, mas uma verdadeira ruptura de paradigma, disse.

Com um cumprimento especial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva distinguiu os seis alunos do IOC, recém mestres, egressos ontem de suas defesas de tese, e o coordenador moçambicano do Mestrado, Ilesh Jani. Temporão citou-os em seu discurso, destacando que esse é produto concreto, firme, que fica no solo africano independentemente do número de máquinas ou de comprimidos que serão produzidos.

A formação de cientistas em alto nível é um grande orgulho que o IOC e a Fiocruz podem sentir em relação ao compromisso de aprofundar as parcerias solidárias com a África. O sentimento de missão cumprida, misturado ao de ter ainda muita missão a cumprir, é o dominante na delegação do IOC em Maputo, declarou a diretora do IOC.

Além de representantes do IOC os pesquisadores Tania Araújo-Jorge, Pedro Cabello, Milton Moraes, Dumith Bou-Habib, Wilson Savino, Alda Cruz e Marcio Bóia , participaram da cerimônia o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação, Maria do Carmo Leal, e a coordenadora geral de Pós-Graduação da Fiocruz, Virginia Hortale, a responsável pelo escritório de representação da Fiocruz na África, Célia Almeida, além de Hayne Felipe, diretor de Far-Manguinhos, e outros responsáveis pelo empreendimento em Moçambique, parceiros do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Educação, como o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

11/11/2010

 

Estudantes acabam de defender mestrado no Programa de Pós-graduação em Ciências da Saúde, capitaneada pelo IOC e realizado em parceria com o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique
Por: 
jornalismo

Em viagem à África, a comitiva presidencial brasileira teve dois compromissos principais: a Universidade Aberta, um sistema de ensino a distância implantado em Moçambique pela cooperação com o Ministério da Educação e a Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), e a cooperação em saúde concretizada pela Fiocruz nas vertentes de formação de pessoas, através da iniciativa do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), e da instalação de uma fábrica de medicamentos, compromisso de Far-Manguinhos/Fiocruz.

O IOC trouxe para Maputo seus cursos de mestrado e doutorado: nosso desafio, nosso compromisso, nossa responsabilidade e nosso grande orgulho, pois exatamente ontem concluímos a formação dos seis primeiros mestres em Ciências da Saúde no programa em parceria com o Instituto Nacional de Saúde de Moçambique, cofinanciado pela Capes, afirmou a diretora do IOC, Tania Araújo-Jorge. [Leia reportagem sobre a defesa dos estudantes].

Em evento em Maputo, o ministro da Saúde, José Gomes Temporão, destacou a relevância da iniciativa de formação de profissionais no contexto de colaboração Brasil-África. A transferência de tecnologia para a produção industrial de medicamentos e a formação de recursos humanos em ciências da saúde não são meras relações comerciais, mas uma verdadeira ruptura de paradigma, disse.

Com um cumprimento especial, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva distinguiu os seis alunos do IOC, recém mestres, egressos ontem de suas defesas de tese, e o coordenador moçambicano do Mestrado, Ilesh Jani. Temporão citou-os em seu discurso, destacando que esse é produto concreto, firme, que fica no solo africano independentemente do número de máquinas ou de comprimidos que serão produzidos.

A formação de cientistas em alto nível é um grande orgulho que o IOC e a Fiocruz podem sentir em relação ao compromisso de aprofundar as parcerias solidárias com a África. O sentimento de missão cumprida, misturado ao de ter ainda muita missão a cumprir, é o dominante na delegação do IOC em Maputo, declarou a diretora do IOC.

Além de representantes do IOC os pesquisadores Tania Araújo-Jorge, Pedro Cabello, Milton Moraes, Dumith Bou-Habib, Wilson Savino, Alda Cruz e Marcio Bóia , participaram da cerimônia o presidente da Fiocruz, Paulo Gadelha, a vice-presidente de Ensino, Informação e Comunicação, Maria do Carmo Leal, e a coordenadora geral de Pós-Graduação da Fiocruz, Virginia Hortale, a responsável pelo escritório de representação da Fiocruz na África, Célia Almeida, além de Hayne Felipe, diretor de Far-Manguinhos, e outros responsáveis pelo empreendimento em Moçambique, parceiros do Ministério das Relações Exteriores e do Ministério da Educação, como o presidente da Capes, Jorge Guimarães.

11/11/2010

 

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)