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Simpósio foi palco para debate sobre coleções científicas e biodiversidade

Cerca de 250 pessoas participaram do evento. Biodiversidade e importância das coleções para pesquisas científicas marcaram os debates. Confira galeria de fotos!
Por Jornalismo IOC25/09/2008 - Atualizado em 10/12/2019

Confira galeria de fotos completa dos três dias de evento.

Cerca de 250 pessoas participaram do 2º Simpósio Nacional de Coleções Científicas, que encerrou suas atividades nesta quinta-feira, 25 de setembro. Promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e realizado no auditório do Museu da Vida, o evento debateu os principais desafios e as perspectivas para a área no país e sua programação contou com homenagem a pesquisadores e a inauguração da Sala de Exposição Entomológica Costa Lima do IOC.

Políticas públicas para a pesquisa em biodiversidade brasileira, capacitação de curadores e estratégias de divulgação de coleções científicas foram alguns dos temas debatidos nas palestras e mesas-redondas realizadas durante os três dias de evento. Entre os convidados internacionais estavam Sheridan Hewson, do Museu Americano de História Natural, e A.Townsend Peterson, do Museu de História Natural de Londres. 

Gutemberg Brito/IOC

 

A.Townsend Peterson, do Museu de História Natural de Londres, falou sobre as novas formas para entender a geografia da transmissão de doenças

Participam representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Meio Ambiente, Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, das sociedades Brasileira de Zoologia, Brasileira de Microbiologia, Brasileira de Malacologia e Botânica do Brasil, do Museu Nacional (UFRJ), do Centro de Referência em Informação Ambiental, da Universidade Federal do Paraná, da Universidade de Lavras e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Durante o evento, os pesquisadores do IOC Delir Corrêa Gomes, chefe do Laboratório de Helmintos Parasitos de Vertebrados, e José Jurberg, chefe do Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos, foram homenageados. Além deles, os pesquisadores José Luiz Bezerra, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, e Nelson Papavero, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, também receberam homenagens.

Gutemberg Brito/IOC

 

 Representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, da Diretoria do IOC e da Presidência da Fiocruz abriram o evento

A inauguração da Sala de Exposição Entomológica do IOC foi realizada no segundo dia das atividades. Divido em dois ambientes, o espaço é dedicado à divulgação científica de insetos e abriga a exposição A Entomologia de Costa Lima e a mostra Biodiversidade Entomológica. A primeira conta com parte dos sete mil exemplares do acervo do pesquisador Ângelo Moreira Costa Lima, seu livros, estudos e objetos pessoais, e a segunda contempla alguns exemplares da Coleção Entomológica do IOC, formada por um acervo de mais de cinco milhões de peças. A sala complementa as salas de exposição históricas Oswaldo Cruz e Carlos Chagas no 2º andar do Castelo Mourisco.

Esta é a segunda vez que o IOC lidera a iniciativa de um encontro sobre coleções científicas de nível nacional. Desde sua criação, há 108 anos, o IOC atua na formação e na preservação de coleções científicas, que reúnem acervos de amostras biológicas com a finalidade de auxiliar atividades voltadas à pesquisa científica e a tecnologia. Dentre suas coleções institucionais, as mais antigas começaram a ser construídas no início do século 20, quando, durante as expedições científicas, pesquisadores do Instituto coletaram e analisaram espécimes de diferentes regiões do Brasil.

Gutemberg Brito/IOC

 Inaugurada durante o simpósio, a Sala de Exposição Entomológica Costa Lima exibe parte do acervo da  coleção do pesquisador, formada por mais de sete mil exemplares

Concentradas na área biomédica, as coleções do IOC representam a biodiversidade genética de bactérias, protozoários, fungos e animais de importância médica, memória epidemiológica e testemunho de variações nos agentes etiológicos ao longo do tempo, populações genéticas diversas de organismos relacionados a pesquisas em saúde pública, além de acervos microbiológicos com potencialidade na produção de novos insumos de interesse biotecnológico.

Renata Fontoura
25/09/08

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Cerca de 250 pessoas participaram do evento. Biodiversidade e importância das coleções para pesquisas científicas marcaram os debates. Confira galeria de fotos!
Por: 
jornalismo

Confira galeria de fotos completa dos três dias de evento.



Cerca de 250 pessoas participaram do 2º Simpósio Nacional de Coleções Científicas, que encerrou suas atividades nesta quinta-feira, 25 de setembro. Promovido pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) e realizado no auditório do Museu da Vida, o evento debateu os principais desafios e as perspectivas para a área no país e sua programação contou com homenagem a pesquisadores e a inauguração da Sala de Exposição Entomológica Costa Lima do IOC.

Políticas públicas para a pesquisa em biodiversidade brasileira, capacitação de curadores e estratégias de divulgação de coleções científicas foram alguns dos temas debatidos nas palestras e mesas-redondas realizadas durante os três dias de evento. Entre os convidados internacionais estavam Sheridan Hewson, do Museu Americano de História Natural, e A.Townsend Peterson, do Museu de História Natural de Londres. 

Gutemberg Brito/IOC

 

A.Townsend Peterson, do Museu de História Natural de Londres, falou sobre as novas formas para entender a geografia da transmissão de doenças

Participam representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, Ministério do Meio Ambiente, Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, das sociedades Brasileira de Zoologia, Brasileira de Microbiologia, Brasileira de Malacologia e Botânica do Brasil, do Museu Nacional (UFRJ), do Centro de Referência em Informação Ambiental, da Universidade Federal do Paraná, da Universidade de Lavras e do Instituto Nacional da Propriedade Industrial.

Durante o evento, os pesquisadores do IOC Delir Corrêa Gomes, chefe do Laboratório de Helmintos Parasitos de Vertebrados, e José Jurberg, chefe do Laboratório Nacional e Internacional de Referência em Taxonomia de Triatomíneos, foram homenageados. Além deles, os pesquisadores José Luiz Bezerra, da Comissão Executiva do Plano da Lavoura Cacaueira, e Nelson Papavero, do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico, também receberam homenagens.

Gutemberg Brito/IOC

 

 Representantes do Ministério da Ciência e Tecnologia, da Diretoria do IOC e da Presidência da Fiocruz abriram o evento

A inauguração da Sala de Exposição Entomológica do IOC foi realizada no segundo dia das atividades. Divido em dois ambientes, o espaço é dedicado à divulgação científica de insetos e abriga a exposição A Entomologia de Costa Lima e a mostra Biodiversidade Entomológica. A primeira conta com parte dos sete mil exemplares do acervo do pesquisador Ângelo Moreira Costa Lima, seu livros, estudos e objetos pessoais, e a segunda contempla alguns exemplares da Coleção Entomológica do IOC, formada por um acervo de mais de cinco milhões de peças. A sala complementa as salas de exposição históricas Oswaldo Cruz e Carlos Chagas no 2º andar do Castelo Mourisco.

Esta é a segunda vez que o IOC lidera a iniciativa de um encontro sobre coleções científicas de nível nacional. Desde sua criação, há 108 anos, o IOC atua na formação e na preservação de coleções científicas, que reúnem acervos de amostras biológicas com a finalidade de auxiliar atividades voltadas à pesquisa científica e a tecnologia. Dentre suas coleções institucionais, as mais antigas começaram a ser construídas no início do século 20, quando, durante as expedições científicas, pesquisadores do Instituto coletaram e analisaram espécimes de diferentes regiões do Brasil.

Gutemberg Brito/IOC

 Inaugurada durante o simpósio, a Sala de Exposição Entomológica Costa Lima exibe parte do acervo da  coleção do pesquisador, formada por mais de sete mil exemplares

Concentradas na área biomédica, as coleções do IOC representam a biodiversidade genética de bactérias, protozoários, fungos e animais de importância médica, memória epidemiológica e testemunho de variações nos agentes etiológicos ao longo do tempo, populações genéticas diversas de organismos relacionados a pesquisas em saúde pública, além de acervos microbiológicos com potencialidade na produção de novos insumos de interesse biotecnológico.

Renata Fontoura

25/09/08

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Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)