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Simpósio sobre vacinas discutiu produção nacional

Evento realizado na Academia Brasileira de Ciências contou com a participação de especialistas do IOC e de importantes instituições de pesquisa para avaliarem estratégias de aumento da eficácia desses imunizantes
Por Lucas Rocha19/12/2013 - Atualizado em 10/12/2019

Evento realizado na Academia Brasileira de Ciências contou com a participação de especialistas do IOC e de importantes instituições de pesquisa para avaliarem estratégias de aumento da eficácia desses imunizantes

O Brasil, atualmente, é uma das referências mundiais na produção de vacinas, sendo um dos países que mais distribuem este produto gratuitamente. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é excelência na área e produz vacinas contra Febre Amarela, Gripe, Meningite A e C, Poliomielite, entre outras. Atentos a essa tendência, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) participaram, nos dias 16 e 17 de dezembro, do Simpósio Produção de Vacinas no Brasil: Problemas, Perspectivas e Desafios Estratégicos, promovido pela Academia Brasileira de Ciências, por meio de seu Grupo de Estudos sobre Imunobiológicos e Indústria.

O pesquisador do Laboratório de Biologia Celular do IOC, Marcello André Barcinski, ministrou palestra sobre A Imunologia e os Desafios para o Desenvolvimento Racional de Vacinas, e coordenou a sessão temática Produção Nacional de Vacinas, Saúde Pública e novos desafios no Brasil. Já a chefe do Laboratório de Biotecnologia e Fisiologia de Infecções Virais, Ada Maria de Barcelos Alves, abordou o tema Vacinas de DNA contra Dengue Combinadas a Outras Estratégias.

O principal objetivo do encontro, organizado em parceria com a Academia Nacional de Medicina, foi discutir problemas relacionados à produção nacional de vacinas, com ênfase na geração e aperfeiçoamento dos produtos já existentes e no estabelecimento de estratégias para a avaliação de seus mecanismos de ação e eficácia vacinal. O Simpósio contou ainda com a participação de pesquisadores do Instituto Butantan, de representantes do Ministério da Saúde e de especialistas de grandes universidades brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento foi realizado na sede da Academia Brasileira de Ciências, na cidade do Rio de Janeiro.


Lucas Rocha
19/12/2013
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz

Evento realizado na Academia Brasileira de Ciências contou com a participação de especialistas do IOC e de importantes instituições de pesquisa para avaliarem estratégias de aumento da eficácia desses imunizantes
Por: 
lucas

Evento realizado na Academia Brasileira de Ciências contou com a participação de especialistas do IOC e de importantes instituições de pesquisa para avaliarem estratégias de aumento da eficácia desses imunizantes



O Brasil, atualmente, é uma das referências mundiais na produção de vacinas, sendo um dos países que mais distribuem este produto gratuitamente. A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) é excelência na área e produz vacinas contra Febre Amarela, Gripe, Meningite A e C, Poliomielite, entre outras. Atentos a essa tendência, pesquisadores do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) participaram, nos dias 16 e 17 de dezembro, do Simpósio Produção de Vacinas no Brasil: Problemas, Perspectivas e Desafios Estratégicos, promovido pela Academia Brasileira de Ciências, por meio de seu Grupo de Estudos sobre Imunobiológicos e Indústria.



O pesquisador do Laboratório de Biologia Celular do IOC, Marcello André Barcinski, ministrou palestra sobre A Imunologia e os Desafios para o Desenvolvimento Racional de Vacinas, e coordenou a sessão temática Produção Nacional de Vacinas, Saúde Pública e novos desafios no Brasil. Já a chefe do Laboratório de Biotecnologia e Fisiologia de Infecções Virais, Ada Maria de Barcelos Alves, abordou o tema Vacinas de DNA contra Dengue Combinadas a Outras Estratégias.



O principal objetivo do encontro, organizado em parceria com a Academia Nacional de Medicina, foi discutir problemas relacionados à produção nacional de vacinas, com ênfase na geração e aperfeiçoamento dos produtos já existentes e no estabelecimento de estratégias para a avaliação de seus mecanismos de ação e eficácia vacinal. O Simpósio contou ainda com a participação de pesquisadores do Instituto Butantan, de representantes do Ministério da Saúde e de especialistas de grandes universidades brasileiras, como a Universidade de São Paulo (USP), a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) e a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). O evento foi realizado na sede da Academia Brasileira de Ciências, na cidade do Rio de Janeiro.



Lucas Rocha

19/12/2013

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)