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Workshop avalia ações em dengue

Iniciativa reuniu grupos de pesquisa para apresentar iniciativas e acompanhar metas estabelecidas na primeira edição do encontro, realizada em 2010
Por Jornalismo IOC29/08/2011 - Atualizado em 10/12/2019

De 24 a 26 de agosto, representantes dos grupos de pesquisa que integram a Rede de Pesquisa em Desenvolvimento e Avaliação de Novas Tecnologias e Estratégias de Vigilância e Controle do Aedes aegypti no Brasil estiveram reunidos, pela segunda vez, em um workshop para apresentar iniciativas na área e acompanhar o andamento das metas estabelecidas na primeira edição do encontro, realizado há um ano. A Rede, estruturada no âmbito do edital do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Pronex/CNPq), é coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) por meio do Laboratório de Fisiologia de Artrópodes Vetores.

 Foto: Gutemberg Brito

 

 Segunda edição do workshop contou, em sua programação, com reuniões temáticas e palestras.



Reuniões temáticas e palestras fizeram parte da programação, que incluiu temas como interação vírus e vetor, mecanismos de resistência, informação e comunicação e dinâmica das populações. Além de especialistas do IOC, representantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundação Getúlio Vargas, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz) e Universidade Federal de Sergipe (UFS) também participaram do evento, realizado no Instituto de Biologia do Exército (Ibex).

Os grupos que integram a Rede Nacional de Monitoramento da Resistência de Aedes aegypti a inseticidas (MoReNAa) fazem parte do projeto. Coordenada pelo laboratório do IOC, a rede integra o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) e atua na vigilância integrada (epidemiológica, laboratorial, entomológica), combate ao vetor, capacitação de recursos humanos e ações integradas de educação em saúde, comunicação e mobilização social.

29/08/2011

Iniciativa reuniu grupos de pesquisa para apresentar iniciativas e acompanhar metas estabelecidas na primeira edição do encontro, realizada em 2010
Por: 
jornalismo

De 24 a 26 de agosto, representantes dos grupos de pesquisa que integram a Rede de Pesquisa em Desenvolvimento e Avaliação de Novas Tecnologias e Estratégias de Vigilância e Controle do Aedes aegypti no Brasil estiveram reunidos, pela segunda vez, em um workshop para apresentar iniciativas na área e acompanhar o andamento das metas estabelecidas na primeira edição do encontro, realizado há um ano. A Rede, estruturada no âmbito do edital do Programa de Apoio a Núcleos de Excelência do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Pronex/CNPq), é coordenada pelo Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) por meio do Laboratório de Fisiologia de Artrópodes Vetores.

 Foto: Gutemberg Brito

 

 Segunda edição do workshop contou, em sua programação, com reuniões temáticas e palestras.





Reuniões temáticas e palestras fizeram parte da programação, que incluiu temas como interação vírus e vetor, mecanismos de resistência, informação e comunicação e dinâmica das populações. Além de especialistas do IOC, representantes da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Fundação Getúlio Vargas, Universidade Estadual Paulista (Unesp), Universidade Estadual do Norte Fluminense (Uenf), Centro de Pesquisa Aggeu Magalhães (CPqAM/Fiocruz) e Universidade Federal de Sergipe (UFS) também participaram do evento, realizado no Instituto de Biologia do Exército (Ibex).



Os grupos que integram a Rede Nacional de Monitoramento da Resistência de Aedes aegypti a inseticidas (MoReNAa) fazem parte do projeto. Coordenada pelo laboratório do IOC, a rede integra o Programa Nacional de Controle da Dengue (PNCD) e atua na vigilância integrada (epidemiológica, laboratorial, entomológica), combate ao vetor, capacitação de recursos humanos e ações integradas de educação em saúde, comunicação e mobilização social.

29/08/2011

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)