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Laboratório de Imunologia Clínica (vigente até jan/23)

 O Laboratório de Imunologia Clínica do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) investiga aspectos imunológicos associados a doenças causadas por vírus, como a AIDS, bactérias, como a Tuberculose, fungos, como a hialohifomicose, e parasitos, como a doença de Chagas. Seus pesquisadores desenvolvem estudos sobre novas metodologias de prevenção e diagnóstico, identificação de novos fármacos e avaliação de estratégias vacinais.

O Laboratório foi o responsável, nos anos 90, pela descrição de novos aspectos da infecção pelo HIV nas mucosas do trato gastrointestinal, entre os quais o aumento da viremia após imunização oral de indivíduos infectados pelo HIV. Neste milênio, foi implantada a tecnologia de explante de mucosas para novos estudos com o HIV e também novas drogas anti-retrovirais. O Laboratório, em conjunto com a Universidade Federal Fluminense (UFF) e a Fundação Ataulpho de Paiva (FAP), tem feito a triagem de novas substâncias candidatas a se tornarem os primeiros anti-retrovirais brasileiros. 

Na linha de estudos de micobactérias, destaca-se o estudo do genoma e proteoma da cepa BCG Moreau Rio de Janeiro (a vacina BCG usada pelo Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde), além do estudo da resposta imunológica à vacina administrada por via mucosa. Estes estudos são fundamentais para o desenvolvimento de novas vacinas recombinantes para tuberculose, que tem como matriz o BCG e a identificação de antígenos que possam ser aplicados ao diagnóstico diferencial entre imunização com BCG, infecção pela Mycobacterium tuberculosis e doença ativa.

Em nosso laboratório coordenamos a área de pesquisa em novas vacinas do INCT em Tuberculose. O Laboratório também tem atuado em conjunto com a FAP no controle de qualidade das vacinas BCG, visando à padronização das técnicas de produção e controle de qualidade dos imunobiológicos produzidos em centros de todo o mundo. As pesquisas incluem a avaliação do uso da técnica do PCR Multiplex como um teste alternativo para identificar cepas de BCG e a estimativa do número de células viáveis nas amostras de vacina BCG, usando o ensaio modificado de ATP. Estes estudos são coordenados pela OMS.

Em outra linha de estudos com micoses oportunistas, é analisada a resposta imunológica in vivo frente à infecção com Paecilomyces lilacinus, um dos agentes causais da hialohifomicose, considerado atualmente como um fungo emergente acometendo, principalmente, pacientes imunocomprometidos.

Os pesquisadores do Laboratório de Imunologia Clínica do IOC promovem pesquisas para avaliação do efeito de fármacos naturais ou sintéticos em tripanossomatídeos, buscando o desenvolvimento de novas drogas com efeitos colaterais minimizados em relação às estratégias terapêuticas atualmente disponíveis. Para este mister, são utilizados testes in vitro com macrófagos humanos infectados com Trypanosoma cruzi e Leishmania para avaliação da ação tripanocida.