:: Confira a cobertura especial
Estudantes encheram auditório durante programação dedicada a discutir inovação e trajetórias de carreira. Foto: Rudson Amorim
O quarto dia (18/09) da ‘Semana da Pós-graduação do Instituto Oswaldo Cruz - 2025’ abordou a atuação profissional de mestres e doutores para além da academia, incluindo discussões sobre empreendedorismo e oportunidades na indústria farmacêutica.
As atividades foram realizadas no Auditório Emmanuel Dias, no Pavilhão Arthur Neiva, no campus da Fiocruz em Manguinhos, com transmissão pelo canal do IOC no Youtube.
Com o tema ‘Espaço Inovação na pós-graduação: Como Formar Pesquisadores que Inovam e Empreendem?’, a primeira mesa do dia reuniu o gerente de Pesquisa e Aplicações em Química, Biologia e Saúde da Firjan, Antonio Fidalgo; o subsecretário municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Gabriel Medina de Toledo; a coordenadora do Núcleo de Inovação Tecnológica do IOC (NIT/IOC), Aline Morais; e a diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Instituto, Luciana Garzoni.
Fidalgo falou sobre a rede de institutos de tecnologia e inovação vinculada ao Senai, que inclui unidades mantidas pela Firjan no Rio de Janeiro. Considerados como a maior rede privada de apoio à inovação na América Latina, estes institutos atuam no desenvolvimento tecnológico direcionado aos desafios da indústria em diversas áreas.
Confira a íntegra das sessões:
Biomédico e doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ensino em Biociências e Saúde do IOC, Fidalgo chamou atenção para lacunas na formação de pesquisadores para atuar junto à indústria.
“É preciso ter visão comercial, entender o benefício daquilo que se propõe para a indústria e criar projetos com esse foco. A indústria quer saber o retorno sobre investimento, considerando o tempo e o custo dos projetos de pesquisa. Em geral, as pós-graduações não formam esse perfil de pesquisador", comentou.
A coordenadora do NIT/IOC apresentou um panorama de áreas prioritárias para inovação em saúde mapeadas a partir de políticas públicas brasileiras e relatórios internacionais. Aline orientou os estudantes a conhecerem os temas prioritários caso desejem empreender.
“Já existe um norte de interesse, que indica onde serão investidos recursos. A Fiocruz, instituições de ciência e tecnologia e empresas estão olhando para isso”, pontuou ela.
Apresentando o passo a passo do processo de proteção de inovações desenvolvidas no IOC, ela reforçou a necessidade de atenção em divulgações de projetos para garantir registros de patente.
“É preciso ter atenção com o requisito novidade, pois podemos perder oportunidades de proteção de inovações por causa de divulgações prévias, por exemplo, com apresentações internas transmitidas no Youtube, defesas de teses e dissertações abertas, exposições em congressos e publicações de artigos”, pontuou Aline, reforçando que o NIT está disponível para orientar os estudantes. “Queremos levar o conhecimento até o desenvolvimento de produtos em benefício da sociedade", frisou ela.
Antonio Fidalgo, Aline Morais e Gabriel Medina de Toledo compuseram a primeira mesa do dia, juntamente com Luciana Garzoni, que fez apresentação online. Foto: Rudson Amorim
O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio abordou iniciativas com o objetivo de tornar a cidade um polo estratégico de inovação. Medina apontou a importância de diversificar a economia carioca, que se concentra nos setores de óleo e gás e turismo. Ele ressaltou o potencial do município na economia criativa e na saúde.
"O instrumento de contratação pública de solução inovadora (CPSI) pode ser uma ferramenta para alavancar esse processo. A Prefeitura pode comprar o risco da inovação”, disse Medina.
Entre as iniciativas do município, o subsecretário citou os projetos ‘Desafio Rio’, que busca identificar soluções inovadoras para dez desafios técnico-operacionais de órgãos municipais, e ‘Rio IA City’, que prevê a construção de um campus de inteligência artificial na cidade.
Também lembrou o projeto da Fiocruz para construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) em Santa Cruz, destacando que a iniciativa pode atrair outros empreendimentos do setor.
A diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC falou sobre o apoio à inovação no Instituto, salientando o papel dos alunos da pós-graduação.
Entre diversas ações institucionais, Luciana citou o Programa Inova IOC, que apoia projetos de pesquisa e inovação em rede no Instituto, incluindo oferta de bolsas de pós-doutorado.
Estudantes tiraram dúvidas sobre proteção de inovações e processo seletivo para vagas na indústria farmacêutica, entre outros temas. Foto: Rudson Amorim
A pesquisadora apresentou também dois estudos liderados por ela, com participação de estudantes de pós-graduação, que resultaram em inovações, incluindo o desenvolvimento de um modelo para testes de terapias personalizadas contra o câncer e a criação de um aplicativo para vigilância epidemiológica de base comunitária.
“Pesquisa científica é soberania nacional. Nossa responsabilidade envolve uma instituição que produz ciência e tecnologia para o SUS. Por isso, devemos proteger nossas inovações”, disse Luciana.
"É muito importante destacar o papel dos programas de pós-graduação no desenvolvimento de projetos de inovação, que contam com a atuação fundamental de estudantes de mestrado e doutorado", completou.
Em duas mesas-redondas, profissionais que seguiram diferentes caminhos depois da pós-graduação apresentaram suas trajetórias.
Participaram: Valdemir Custódio de Vargas Junior, doutor pelo Programa de Pós-graduação em Biologia Computacional e Sistemas do IOC, atualmente no cargo de ‘medical science liason’ (MSL) na Johnson & Johnson; Marcio Tomiyoshi, mestre em Imunologia pela Universidade de São Paulo (USP) e diretor de marketing para América Latina da Qiagen; Thiago Cahu, pós-doutorando da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fundador da startup BioMatrix; e Carlos Eduardo Toledo, analista de dados e fundador da consutoria de inteligência climática São Tomás.
A diretora de Ensino do IOC, Norma Brandão, integrou os painéis.
Valdemir Junior contou como buscou cargo de MSL na indústria farmacêutica após concluir mestrado e doutorado no IOC. Foto: Rudson Amorim
Além de narrar suas trajetórias, os debatedores responderam perguntas dos estudantes sobre desafios e estratégias para ingressar no mercado corporativo e empreender.
Demonstrar interesse, apresentar experiências e competências, usar LinkedIn, participar de programas de mentoria e estabelecer conexões com profissionais do mercado através de “networking” foram pontos destacados.
“É preciso mudar a forma de pensar em relação ao mundo acadêmico. O único pré-requisito para ser MSL é ser um profissional de nível superior da área de saúde. Para conseguir a vaga, depende mais de como você conta a sua história. Não basta falar qual sua graduação e pós-graduação. Se você orientou alunos, sabe gerir pessoas; se fez várias apresentações científicas, sabe dar uma boa aula. É como você consegue transformar sua experiência em algo relevante para a empresa", disse Valdemir, que detalhou sua preparação para buscar o cargo de MSL (frequentemente trazudido como especialista ou gerente médico científico).
“Dentro da academia, existe um caminho claro: mestrado, doutorado, pós-doutorado. Na indústria não é assim. Conversar com os vendedores das empresas, que vão até as instituições científicas, é uma porta de entrada legal. Eles têm conhecimento do mercado e formação acadêmica. Existe transição entre mercado e academia”, pontuou Marcio, que iniciou na área de vendas de uma grande empresa de biotecnologia após concluir o mestrado.
“Não adianta terminar o doutorado e ir para o LinkedIn procurar vaga. O quanto antes, mesmo se você não quiser ir para o mercado, é importante começar a postar, comentar post, se conectar com pessoas da sua área. Você vai começar um networking frio e vai poder aquecer ele quando for procurar uma vaga", pontuou Carlos Eduardo, que atuou em diferentes empresas, ocupou cargos de gestão e realizou dois cursos de pós-graduação antes de empreender.
Thiago Cahu, Carlos Eduardo Toledo, Marcio Tomiyoshi e Norma Brandão conversaram com os estudantes sobre estratégias para buscar vagas do seu interesse no mercado de trabalho e empreender. Foto: Rudson Amorim
“Em relação à trajetória linear da academia, fiz várias escolhas para seguir com a pesquisa, ao invés de estudar para concurso e ser professor. Hoje, as agências, como a Faperj, têm vários financiamentos para estimular a empreender. É uma mudança de paradigma para entregar desenvolvimento tecnológico. Eu sempre quis entregar isso. Tirar da bancada um produto novo, que vai beneficiar a sociedade”, declarou Thiago, que obteve apoio do ‘Programa Doutor Empreendedor’, da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) para a fundação da startup BioMatrix.
A diretora de Ensino do IOC falou sobre ações previstas para apoiar os egressos do Instituto na busca de oportunidades profissionais após a conclusão da pós-graduação.
“Em breve, vamos lançar o programa ‘Alumni’ voltado para os egressos do IOC. Temos mais 4 mil egressos, que podem formar uma rede de networking. Também estão previstas ofertas de mentoria, oficinas de Lattes e LinkedIn e trilhas de conhecimento para ajudar a desenvolver competências para formação continuada”, adiantou Norma.
:: Confira a cobertura especial
Estudantes encheram auditório durante programação dedicada a discutir inovação e trajetórias de carreira. Foto: Rudson Amorim
O quarto dia (18/09) da ‘Semana da Pós-graduação do Instituto Oswaldo Cruz - 2025’ abordou a atuação profissional de mestres e doutores para além da academia, incluindo discussões sobre empreendedorismo e oportunidades na indústria farmacêutica.
As atividades foram realizadas no Auditório Emmanuel Dias, no Pavilhão Arthur Neiva, no campus da Fiocruz em Manguinhos, com transmissão pelo canal do IOC no Youtube.
Com o tema ‘Espaço Inovação na pós-graduação: Como Formar Pesquisadores que Inovam e Empreendem?’, a primeira mesa do dia reuniu o gerente de Pesquisa e Aplicações em Química, Biologia e Saúde da Firjan, Antonio Fidalgo; o subsecretário municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio de Janeiro, Gabriel Medina de Toledo; a coordenadora do Núcleo de Inovação Tecnológica do IOC (NIT/IOC), Aline Morais; e a diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do Instituto, Luciana Garzoni.
Fidalgo falou sobre a rede de institutos de tecnologia e inovação vinculada ao Senai, que inclui unidades mantidas pela Firjan no Rio de Janeiro. Considerados como a maior rede privada de apoio à inovação na América Latina, estes institutos atuam no desenvolvimento tecnológico direcionado aos desafios da indústria em diversas áreas.
Confira a íntegra das sessões:
Biomédico e doutor pelo Programa de Pós-graduação em Ensino em Biociências e Saúde do IOC, Fidalgo chamou atenção para lacunas na formação de pesquisadores para atuar junto à indústria.
“É preciso ter visão comercial, entender o benefício daquilo que se propõe para a indústria e criar projetos com esse foco. A indústria quer saber o retorno sobre investimento, considerando o tempo e o custo dos projetos de pesquisa. Em geral, as pós-graduações não formam esse perfil de pesquisador", comentou.
A coordenadora do NIT/IOC apresentou um panorama de áreas prioritárias para inovação em saúde mapeadas a partir de políticas públicas brasileiras e relatórios internacionais. Aline orientou os estudantes a conhecerem os temas prioritários caso desejem empreender.
“Já existe um norte de interesse, que indica onde serão investidos recursos. A Fiocruz, instituições de ciência e tecnologia e empresas estão olhando para isso”, pontuou ela.
Apresentando o passo a passo do processo de proteção de inovações desenvolvidas no IOC, ela reforçou a necessidade de atenção em divulgações de projetos para garantir registros de patente.
“É preciso ter atenção com o requisito novidade, pois podemos perder oportunidades de proteção de inovações por causa de divulgações prévias, por exemplo, com apresentações internas transmitidas no Youtube, defesas de teses e dissertações abertas, exposições em congressos e publicações de artigos”, pontuou Aline, reforçando que o NIT está disponível para orientar os estudantes. “Queremos levar o conhecimento até o desenvolvimento de produtos em benefício da sociedade", frisou ela.
Antonio Fidalgo, Aline Morais e Gabriel Medina de Toledo compuseram a primeira mesa do dia, juntamente com Luciana Garzoni, que fez apresentação online. Foto: Rudson Amorim
O subsecretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do Rio abordou iniciativas com o objetivo de tornar a cidade um polo estratégico de inovação. Medina apontou a importância de diversificar a economia carioca, que se concentra nos setores de óleo e gás e turismo. Ele ressaltou o potencial do município na economia criativa e na saúde.
"O instrumento de contratação pública de solução inovadora (CPSI) pode ser uma ferramenta para alavancar esse processo. A Prefeitura pode comprar o risco da inovação”, disse Medina.
Entre as iniciativas do município, o subsecretário citou os projetos ‘Desafio Rio’, que busca identificar soluções inovadoras para dez desafios técnico-operacionais de órgãos municipais, e ‘Rio IA City’, que prevê a construção de um campus de inteligência artificial na cidade.
Também lembrou o projeto da Fiocruz para construção do Complexo Industrial de Biotecnologia em Saúde (CIBS) em Santa Cruz, destacando que a iniciativa pode atrair outros empreendimentos do setor.
A diretora de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC falou sobre o apoio à inovação no Instituto, salientando o papel dos alunos da pós-graduação.
Entre diversas ações institucionais, Luciana citou o Programa Inova IOC, que apoia projetos de pesquisa e inovação em rede no Instituto, incluindo oferta de bolsas de pós-doutorado.
Estudantes tiraram dúvidas sobre proteção de inovações e processo seletivo para vagas na indústria farmacêutica, entre outros temas. Foto: Rudson Amorim
A pesquisadora apresentou também dois estudos liderados por ela, com participação de estudantes de pós-graduação, que resultaram em inovações, incluindo o desenvolvimento de um modelo para testes de terapias personalizadas contra o câncer e a criação de um aplicativo para vigilância epidemiológica de base comunitária.
“Pesquisa científica é soberania nacional. Nossa responsabilidade envolve uma instituição que produz ciência e tecnologia para o SUS. Por isso, devemos proteger nossas inovações”, disse Luciana.
"É muito importante destacar o papel dos programas de pós-graduação no desenvolvimento de projetos de inovação, que contam com a atuação fundamental de estudantes de mestrado e doutorado", completou.
Em duas mesas-redondas, profissionais que seguiram diferentes caminhos depois da pós-graduação apresentaram suas trajetórias.
Participaram: Valdemir Custódio de Vargas Junior, doutor pelo Programa de Pós-graduação em Biologia Computacional e Sistemas do IOC, atualmente no cargo de ‘medical science liason’ (MSL) na Johnson & Johnson; Marcio Tomiyoshi, mestre em Imunologia pela Universidade de São Paulo (USP) e diretor de marketing para América Latina da Qiagen; Thiago Cahu, pós-doutorando da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e fundador da startup BioMatrix; e Carlos Eduardo Toledo, analista de dados e fundador da consutoria de inteligência climática São Tomás.
A diretora de Ensino do IOC, Norma Brandão, integrou os painéis.
Valdemir Junior contou como buscou cargo de MSL na indústria farmacêutica após concluir mestrado e doutorado no IOC. Foto: Rudson Amorim
Além de narrar suas trajetórias, os debatedores responderam perguntas dos estudantes sobre desafios e estratégias para ingressar no mercado corporativo e empreender.
Demonstrar interesse, apresentar experiências e competências, usar LinkedIn, participar de programas de mentoria e estabelecer conexões com profissionais do mercado através de “networking” foram pontos destacados.
“É preciso mudar a forma de pensar em relação ao mundo acadêmico. O único pré-requisito para ser MSL é ser um profissional de nível superior da área de saúde. Para conseguir a vaga, depende mais de como você conta a sua história. Não basta falar qual sua graduação e pós-graduação. Se você orientou alunos, sabe gerir pessoas; se fez várias apresentações científicas, sabe dar uma boa aula. É como você consegue transformar sua experiência em algo relevante para a empresa", disse Valdemir, que detalhou sua preparação para buscar o cargo de MSL (frequentemente trazudido como especialista ou gerente médico científico).
“Dentro da academia, existe um caminho claro: mestrado, doutorado, pós-doutorado. Na indústria não é assim. Conversar com os vendedores das empresas, que vão até as instituições científicas, é uma porta de entrada legal. Eles têm conhecimento do mercado e formação acadêmica. Existe transição entre mercado e academia”, pontuou Marcio, que iniciou na área de vendas de uma grande empresa de biotecnologia após concluir o mestrado.
“Não adianta terminar o doutorado e ir para o LinkedIn procurar vaga. O quanto antes, mesmo se você não quiser ir para o mercado, é importante começar a postar, comentar post, se conectar com pessoas da sua área. Você vai começar um networking frio e vai poder aquecer ele quando for procurar uma vaga", pontuou Carlos Eduardo, que atuou em diferentes empresas, ocupou cargos de gestão e realizou dois cursos de pós-graduação antes de empreender.
Thiago Cahu, Carlos Eduardo Toledo, Marcio Tomiyoshi e Norma Brandão conversaram com os estudantes sobre estratégias para buscar vagas do seu interesse no mercado de trabalho e empreender. Foto: Rudson Amorim
“Em relação à trajetória linear da academia, fiz várias escolhas para seguir com a pesquisa, ao invés de estudar para concurso e ser professor. Hoje, as agências, como a Faperj, têm vários financiamentos para estimular a empreender. É uma mudança de paradigma para entregar desenvolvimento tecnológico. Eu sempre quis entregar isso. Tirar da bancada um produto novo, que vai beneficiar a sociedade”, declarou Thiago, que obteve apoio do ‘Programa Doutor Empreendedor’, da Fundação Carlos Chagas Filho de Amparo à Pesquisa do Rio de Janeiro (Faperj) para a fundação da startup BioMatrix.
A diretora de Ensino do IOC falou sobre ações previstas para apoiar os egressos do Instituto na busca de oportunidades profissionais após a conclusão da pós-graduação.
“Em breve, vamos lançar o programa ‘Alumni’ voltado para os egressos do IOC. Temos mais 4 mil egressos, que podem formar uma rede de networking. Também estão previstas ofertas de mentoria, oficinas de Lattes e LinkedIn e trilhas de conhecimento para ajudar a desenvolver competências para formação continuada”, adiantou Norma.
Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)