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Nesta terça: Os 25 anos da Citometria de Fluxo no Brasil

Primeiro a receber um citômetro de fluxo no país, ainda na década de 1980, IOC promove evento para celebrar e discutir os avanços e desafios da área. Confira a programação
Por Lucas Rocha25/11/2014 - Atualizado em 11/12/2024

Primeiro a receber um citômetro de fluxo no país, ainda na década de 1980, IOC promove evento para celebrar e discutir os avanços e desafios da área

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) celebra, no dia 25 de novembro, os ‘25 anos de Citometria de Fluxo no Brasil’, no Auditório Emmanuel Dias, do Pav. Arthur Neiva (campus Fiocruz, em Manguinhos Av. Brasil, 4.365 - RJ). Promovido pela Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC, o encontro reúne pesquisadores, estudantes e especialistas da área com o objetivo de destacar a importância para a tecnologia que permite medir e analisar separadamente as propriedades morfológicas e funcionais de um grande número de células e partículas. A mesa de abertura contará com a participação do vice-diretor de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC, Hugo Caire de Castro Faria Neto e dos pesquisadores do IOC e coordenadores da Plataforma do Instituto, Álvaro Luiz Bertho e Andrea Henriques-Pons, e da Plataforma PDTIS/RJ, Geraldo Pereira.

A conferência de abertura, ministrada por Álvaro Luiz Bertho, pesquisador do Laboratório de Imunoparasitologia do Instituto, resgata os ‘25 anos de Citometria de Fluxo no IOC e no Brasil’. É fundamental discutir os avanços da citometria de fluxo que, assim como a biologia molecular, é uma ferramenta tecnológica e metodológica que fornece apoio a diversos projetos de pesquisa. Em um estudo sobre doenças tropicais, por exemplo, tanto a análise da resposta imune celular dos pacientes ou dos modelos experimentais, como a possível produção de vacinas, são processos que passam pelo uso dessa técnica, destacou Álvaro, primeiro citometrista de fluxo do Brasil. O evento é organizado por Bertho, juntamente com Raquel Ferraz, Alessandro Marins e Clarissa Cunha, membros do Núcleo para Purificação Celular (sorting) da Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC e do Laboratório de Imunoparasitologia, com o apoio do Departamento de Apoio Técnico e Tecnológico (DATT/IOC), do PDTIS e da Diretoria do IOC.

Após a palestra, será feita uma homenagem a Sérgio Coutinho, ex-pesquisador e diretor do IOC entre os anos de 1989 e 1993, por suas contribuições na área. Ainda no final da década de 1980, Coutinho foi o responsável, tendo o apoio de Sérgio Arouca e Carlos Morel, respectivamente, presidente da Fundação e diretor do IOC no período, pela implantação do primeiro citômetro de fluxo do Brasil, recebido no então Departamento de Protozoologia do IOC/Fiocruz.

Destaques

Para ampliar a discussão, o pesquisador em Patologia do Hospital Beth Israel, em Boston (EUA), e diretor do Center for Microbial Cytometry de West Newton, Howard Shapiro, pioneiro em Citometria de Fluxo e autor do livro Protocols in Flow Cytometry - referência no assunto - apresentará a palestra ‘Growing Up and Growing Old in Cytometry’, integrada ao Centro de Estudos do IOC. Outros destaques são as apresentações das empresas BD (Becton Dickinson), Beckman Coulter e Millipore, especializadas no ramo; e a mesa-redonda ‘Atividades e Perspectivas das Plataformas de Citometria de Fluxo como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Institucional’, mediada por Álvaro Bertho, com a presença do coordenador da Plataforma de Citometria de Fluxo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alberto Nóbrega, e dos coordenadores das Plataformas de Citometria de Fluxo da Fiocruz, Andréa Henriques-Pons, pesquisadora do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC, Geraldo Pereira, pesquisador do Laboratório de Microbiologia Celular do IOC, Olindo Assis Marins Filho, Jorge Clarêncio e Valéria Pereira.

A Plataforma do IOC

A Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC oferece apoio a centenas de projetos da Fiocruz e de outras instituições de ensino e pesquisa do Brasil, como ao Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da UFRJ, a UERJ/Projeto Antártida Brasileiro, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Seus dois Núcleos permitem a aquisição e análises de amostras biológicas por citometria de fluxo. A Plataforma dispõe de três equipamentos analisadores e um citômetro de fluxo para separação e purificação celular (cell sorting) com uma configuração ótica que oferece três lasers sólidos e leitura em até 11 canais de fluorescência e sorting estéril, de material patogênico classe de risco II e OGM, em até 6 tubos ou em microplacas. O processo de ‘sorting’ é utilizado em diversos estudos científicos, podendo ser adotado em pesquisas em imunologia, genética, proteômica, dentre outras abordagens.

Confira a programação completa do ‘25 anos de Citometria de Fluxo no Brasil’, clique aqui.
Não há necessidade de inscrição prévia. Para mais informações acesse o site da Plataforma, clique aqui.


Lucas Rocha
04/11/2014

Primeiro a receber um citômetro de fluxo no país, ainda na década de 1980, IOC promove evento para celebrar e discutir os avanços e desafios da área. Confira a programação
Por: 
lucas

Primeiro a receber um citômetro de fluxo no país, ainda na década de 1980, IOC promove evento para celebrar e discutir os avanços e desafios da área

O Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz) celebra, no dia 25 de novembro, os ‘25 anos de Citometria de Fluxo no Brasil’, no Auditório Emmanuel Dias, do Pav. Arthur Neiva (campus Fiocruz, em Manguinhos Av. Brasil, 4.365 - RJ). Promovido pela Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC, o encontro reúne pesquisadores, estudantes e especialistas da área com o objetivo de destacar a importância para a tecnologia que permite medir e analisar separadamente as propriedades morfológicas e funcionais de um grande número de células e partículas. A mesa de abertura contará com a participação do vice-diretor de Pesquisa, Desenvolvimento Tecnológico e Inovação do IOC, Hugo Caire de Castro Faria Neto e dos pesquisadores do IOC e coordenadores da Plataforma do Instituto, Álvaro Luiz Bertho e Andrea Henriques-Pons, e da Plataforma PDTIS/RJ, Geraldo Pereira.

A conferência de abertura, ministrada por Álvaro Luiz Bertho, pesquisador do Laboratório de Imunoparasitologia do Instituto, resgata os ‘25 anos de Citometria de Fluxo no IOC e no Brasil’. É fundamental discutir os avanços da citometria de fluxo que, assim como a biologia molecular, é uma ferramenta tecnológica e metodológica que fornece apoio a diversos projetos de pesquisa. Em um estudo sobre doenças tropicais, por exemplo, tanto a análise da resposta imune celular dos pacientes ou dos modelos experimentais, como a possível produção de vacinas, são processos que passam pelo uso dessa técnica, destacou Álvaro, primeiro citometrista de fluxo do Brasil. O evento é organizado por Bertho, juntamente com Raquel Ferraz, Alessandro Marins e Clarissa Cunha, membros do Núcleo para Purificação Celular (sorting) da Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC e do Laboratório de Imunoparasitologia, com o apoio do Departamento de Apoio Técnico e Tecnológico (DATT/IOC), do PDTIS e da Diretoria do IOC.

Após a palestra, será feita uma homenagem a Sérgio Coutinho, ex-pesquisador e diretor do IOC entre os anos de 1989 e 1993, por suas contribuições na área. Ainda no final da década de 1980, Coutinho foi o responsável, tendo o apoio de Sérgio Arouca e Carlos Morel, respectivamente, presidente da Fundação e diretor do IOC no período, pela implantação do primeiro citômetro de fluxo do Brasil, recebido no então Departamento de Protozoologia do IOC/Fiocruz.

Destaques

Para ampliar a discussão, o pesquisador em Patologia do Hospital Beth Israel, em Boston (EUA), e diretor do Center for Microbial Cytometry de West Newton, Howard Shapiro, pioneiro em Citometria de Fluxo e autor do livro Protocols in Flow Cytometry - referência no assunto - apresentará a palestra ‘Growing Up and Growing Old in Cytometry’, integrada ao Centro de Estudos do IOC. Outros destaques são as apresentações das empresas BD (Becton Dickinson), Beckman Coulter e Millipore, especializadas no ramo; e a mesa-redonda ‘Atividades e Perspectivas das Plataformas de Citometria de Fluxo como Instrumento Estratégico para o Desenvolvimento Institucional’, mediada por Álvaro Bertho, com a presença do coordenador da Plataforma de Citometria de Fluxo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), Alberto Nóbrega, e dos coordenadores das Plataformas de Citometria de Fluxo da Fiocruz, Andréa Henriques-Pons, pesquisadora do Laboratório de Inovações em Terapias, Ensino e Bioprodutos do IOC, Geraldo Pereira, pesquisador do Laboratório de Microbiologia Celular do IOC, Olindo Assis Marins Filho, Jorge Clarêncio e Valéria Pereira.

A Plataforma do IOC

A Plataforma de Citometria de Fluxo do IOC oferece apoio a centenas de projetos da Fiocruz e de outras instituições de ensino e pesquisa do Brasil, como ao Laboratório de Apoio ao Desenvolvimento Tecnológico da UFRJ, a UERJ/Projeto Antártida Brasileiro, a Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e a Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF). Seus dois Núcleos permitem a aquisição e análises de amostras biológicas por citometria de fluxo. A Plataforma dispõe de três equipamentos analisadores e um citômetro de fluxo para separação e purificação celular (cell sorting) com uma configuração ótica que oferece três lasers sólidos e leitura em até 11 canais de fluorescência e sorting estéril, de material patogênico classe de risco II e OGM, em até 6 tubos ou em microplacas. O processo de ‘sorting’ é utilizado em diversos estudos científicos, podendo ser adotado em pesquisas em imunologia, genética, proteômica, dentre outras abordagens.

Confira a programação completa do ‘25 anos de Citometria de Fluxo no Brasil’, clique aqui.
Não há necessidade de inscrição prévia. Para mais informações acesse o site da Plataforma, clique aqui.

Lucas Rocha
04/11/2014

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)