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Reconhecimento científico

Pesquisadora Miriam Tendler foi homenageada com a Medalha Deodoro da Fonseca, concedida pelo Estado de Alagoas, devido ao desenvolvimento da primeira vacina brasileira contra a esquistossomose
Por Jornalismo IOC22/11/2012 - Atualizado em 10/12/2024

Pesquisadora Miriam Tendler foi homenageada com a Medalha Deodoro da Fonseca, concedida pelo Estado de Alagoas, devido ao desenvolvimento da primeira vacina brasileira contra a esquistossomose

Um reconhecimento emocionado. Foram com essas palavras que a pesquisadora do Laboratório de Esquistossomose Experimental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Miriam Tendler, definiu a homenagem recebida durante a entrega da Medalha Deodoro da Fonseca, promovida pelo Governo do Estado do Alagoas, na última segunda-feira, 19 de novembro.

A medalha é concedida a personalidades que se destacam na defesa da sociedade e da democracia. No caso da Miriam, o prêmio foi entregue pela sua contribuição no desenvolvimento da primeira vacina 100% brasileira e segura contra a esquistossomose, apresentada à população em junho deste ano. A pesquisadora foi a única pessoa dos sete agraciados que não possui nenhum vínculo direto com o Estado.

 

 Paulo Rios/SECOM-AL

 

A pesquisadora Miriam Tendler recebeu a medalha do governador do Estado de Alagoas, Teotonio Vilela Filho

 

Miriam lembrou que o estado de Alagoas é altamente endêmico para a esquistossomose e que muitos dos presentes à homenagem perderam amigos e familiares vítimas da doença. “O prêmio é muito importante e mostra o reconhecimento do nosso esforço no combate à esquistossomose. Tive uma interação muito boa com a população de Alagoas, que é sensível à doença e está disposta a ajudar. Todo esse apoio estimula a nos empenhar ainda mais para o sucesso do nosso trabalho”, destacou a pesquisadora.

Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), a esquistossomose está presente em 18 estados brasileiros, com maior incidência na região Nordeste e no Estado de Minas Gerais.

Manoela Andrade
22/11/2012

Pesquisadora Miriam Tendler foi homenageada com a Medalha Deodoro da Fonseca, concedida pelo Estado de Alagoas, devido ao desenvolvimento da primeira vacina brasileira contra a esquistossomose
Por: 
jornalismo

Pesquisadora Miriam Tendler foi homenageada com a Medalha Deodoro da Fonseca, concedida pelo Estado de Alagoas, devido ao desenvolvimento da primeira vacina brasileira contra a esquistossomose

Um reconhecimento emocionado. Foram com essas palavras que a pesquisadora do Laboratório de Esquistossomose Experimental do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), Miriam Tendler, definiu a homenagem recebida durante a entrega da Medalha Deodoro da Fonseca, promovida pelo Governo do Estado do Alagoas, na última segunda-feira, 19 de novembro.

A medalha é concedida a personalidades que se destacam na defesa da sociedade e da democracia. No caso da Miriam, o prêmio foi entregue pela sua contribuição no desenvolvimento da primeira vacina 100% brasileira e segura contra a esquistossomose, apresentada à população em junho deste ano. A pesquisadora foi a única pessoa dos sete agraciados que não possui nenhum vínculo direto com o Estado.

 

 Paulo Rios/SECOM-AL

 

A pesquisadora Miriam Tendler recebeu a medalha do governador do Estado de Alagoas, Teotonio Vilela Filho

 

Miriam lembrou que o estado de Alagoas é altamente endêmico para a esquistossomose e que muitos dos presentes à homenagem perderam amigos e familiares vítimas da doença. “O prêmio é muito importante e mostra o reconhecimento do nosso esforço no combate à esquistossomose. Tive uma interação muito boa com a população de Alagoas, que é sensível à doença e está disposta a ajudar. Todo esse apoio estimula a nos empenhar ainda mais para o sucesso do nosso trabalho”, destacou a pesquisadora.

Segundo dados do Ministério da Saúde (MS), a esquistossomose está presente em 18 estados brasileiros, com maior incidência na região Nordeste e no Estado de Minas Gerais.

Manoela Andrade
22/11/2012

Permitida a reprodução sem fins lucrativos do texto desde que citada a fonte (Comunicação / Instituto Oswaldo Cruz)